quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

A alma única e a alma individualizada

«Existe apenas uma alma única. Mas aquilo a que chamamos alma individualizada é enorme e paira sobre, em e através de centenas de formas físicas. Algumas das formas físicas envolvidas pela tua alma estão "agora vivas", no teu entendimento. Outras, individualizaram-se em formas que, agora, estão o que chamarias "mortas". E outras envolveram formas que vivem naquilo a que chamas "futuro". Está tudo a acontecer neste preciso momento, claro, mas no entanto, a tua invenção chamada tempo serve de instrumento, permitindo-te um maior sentido da experiência realizada.»
«Deus não tem limites nem restrições de qualquer espécie. A alma é Deus miniaturizado. Portanto, a alma revolta-se contra qualquer imposição de limites, e morre de novo cada vez que aceita limites externos. Nesse sentido, o próprio nascimento é uma morte, e a morte um nascimento. Porque no nascimento, a alma vê-se restringida às terríveis limitações de um corpo, e na morte foge novamente a essas restrições. Faz o mesmo durante o sono».

In Conversas com Deus- Vol. III- Neale Donald Walsh

Deus e o absoluto

«É difícil alcançar ou entender o infinito a partir de uma perspectiva que é finita». «Todas as perguntas inferem que existe uma realidade chamada tempo. Na verdade, essa realidade não existe. Existe apenas um momento, que é o eterno momento de agora. Tods as coisas que alguma vez aconteceram, estão a acontecer agora, e que alguma vez acontecerão, estão a ocorrer neste preciso momento. Nada aconteceu "antes" porque o antes não existe. Nada acontecerá "depois" porque esse depois também não existe. Existe sempre e apenas Agora mesmo. No agora mesmo das coisas, estou constantemente a mudar (Deus). O número de maneiras em que me individualizo é portanto sempre diferente, e sempre igual. Dado existir apenas e agora, o número de almas é sempre constante. Como estou sempre a mudar, o número de almas é infinito. Contudo, num determinado "ponto no tempo", parece ser finito. Assim sendo o número é finito e infinito, variável e invariável, dependendo da forma como é visto. Devida a esta característica da realidade suprema, chamam-me muitas vezes o movedor imóvel. Sou o que está sempre em movimento, e nunca se moveu, está sempre a mudar e nunca mudou. Com Deus nada é absoluto. Excepto que tudo é absoluto. A menos que não o seja».

In Conversas com Deus- Vol. III- Neale Donald Walsh

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Os filósofos e os mundos invisíveis

Platão insiste no carácter inato do nosso saber, que explica pela reminiscência dos créditos de vidas anteriores. Encontramos as mesmas teses no filósofo Kant, que era sensível ao carácter intemporal da inteligibilidade, a qual se exprime, segundo ele, como uma potencialidade anterior da vida.
Todas as formas de vida procedem de Deus e fazem o seu caminho de volta para Deus através de todos os graus. Os seres perderam essa unidade, e terão de reencontrá-la depois de ter vivido as experiências da temporalidade.
Essa inexistência da morte, em relação à qual nos sentimos como estranhos, permitiu a certos filósofos imaginar uma vida infinita. Descartes achava que na essência não éramos mortais. A simples duração da nossa vida é suficiente para demonstrar que Deus é. Porque se sentíssemos uma inquietude em relação à morte a ponto de sentir a angústia do nada, esse sentimento do nada- que ninguém pode conceber na realidade- seria uma prova da ausência de Deus. Portanto, a morte é transformação e superação, e não negação.
Os valores morais universais podem ser exercidos por todos os espíritos. Mas cada um de nós os vive segundo a sua própria natureza, forjada ao longo de suas numerosas existências. O essencial das nossas tendências, o segredo das nossas diversas orientações permanecem escondidas no fundo do nosso ser. As aparências exteriores da nossa personalidade são a máscara que dissimula o nosso eu superior.

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

Eles andam aí

Estes recentes casos de mortes misteriosas de aves sobretudo nos EUA e na Suécia são na realidade assuntos que estão longe de estar encerrados. Pelos vistos também peixes e diversos crustáceos têm sido vítimas localizadas de mortes em massa. E há um link muito interessante sobre o desaparecimento de 90% das espécies de abelhas num determinado estado americano.
Peço desculpa por não o por aqui directamente ... mas se forem à coluna da direita ao "Lepouvoir mondial" encontrá-lo-ão facilmente, esse e outros mais. E ficaremos pasmados com a quantidade de casos que se têm repetido em diversos pontos do mundo que a imprensa nem neles fala. Algo se está a passar, e não é nada de bom. O desaparecimento repentino de uma grande diversidade de abelhas faz-me acreditar que o reino da besta se aproxima a passos bem largos. A abelha para quem não sabe (antes de prosseguir, apenas relembrar que não interessa se se acredita ou não), é uma criação de origem extraterrestre, não é um insecto ou animal da linha terrestre. Foi aqui introduziddo já há evos, mas é um insecto de um plano extraterrestre. Basta ver que a organização biológica da abelha, e por extensão social, é matriarcal. É conhecido o facto de haver uma abelha raínha que tudo movimenta em seu redor. Ora tal funcionamento matriarcal é de origem extraterrestre. As linhas de vida terrestre sempre foram patriarcais.
Estão a mexer com a genética mundial, o extermínio dessas abelhas visava naturalmente aquilatar quais os malefícios daí advenientes. Assim como a morte de peixes e aves em massa, e esperemos para ver o que virá a seguir.
As lojas maçónicas, ou melhor, os seus círculos mais poderosos, como o Bohemians club, tresandam a magia negra, hordas de espíritos malignos calcorreiam o nosso planeta. Somos governados por uma linhagem reptiliana extraterrestre (veremos brevemente se estou louco), que se agarrou demasiadamente a este plano tendo cristalizado, e por consequência escravizado a raça humana durante eras consecutivas. Os 144000 do apocalipse, são um sinal claríssimo daquilo que é pretendido...

O reino dos disparates

Continua a saga deambulatória dos candidatos à presidência da república. O Sr. Allegretti diz que a entrada do FMI seria um ataque à soberania de Portugal. Mas de que soberania fala ele? Da soberania do país político com as suas fronteiras plenamente definidas não deve ser, pois essa soberania já não existe... talvez fale da soberania dos ladrões que por aqui gravitam... Dá-me uma certa graça ver aquele ar altaneiro a falar da soberania de um país, Portugal, país esse que este senhor já traiu por mais do que uma vez. Mas como o povo gosta é de bacalhau frito, peidos e água fresca, lá pode o Sr. Allegretti vir dizer umas asneirolas que está tudo bem. Deveria dizer-se a este senhor que o FMI já há muito que devia estar em portugal. Não teria havido PEC I, II e III, não teria havido aumento de impostos, não teria havido aumento de IVA, nem haveria cortes dos salários, nem haveria o ESCANDALOSO preço de combustíveis que há de momento. Haveria isso sim, o fim de muita boyzada, o fim de carros de luxo para os senhores ministros, os cortes salariais teriam incidido sobre os grandes gestores e administradores, que é o que deve acontecer, os cortes têm de começar em cima e não em baixo, como é frequente em Portugal... porque é que o Sr. Allegretti não diz isto? Não diz porque também ele, falso defensor dos direitos humanos, é um crápula como o são todos os políticos (ou quase todos).

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A emigração e o seu papel no fluxo de capitais

Portugal tem uma considerável vaga de emigração, vaga essa que se iniciou já nos meados do século XVII. Segundo registos, vários foram os portugueses que desde cedo se aventuraram por esse mundo fora, aí passando a viver e trabalhar, conseguindo um importante fluxo de capitais para o país. Podemos dizer que portugal foi o inventor oficial da emigração. Naquelas épocas o chamamento para o desconhecido era intenso, havia um misto de aventura e desígnio superior a comandar essas acções e vagas migratórias. Hoje em dia, a coisa é muito diferente, para muito pior, a emigração é uma das armas da plutocracia, nem sequer defendendo aquilo que diz defender. O sistema político-financeiro actual, dominado única e exclusivamente pela lógica do máximo lucro possível, faz com que os portugueses não aceitem trabalhos a 500 ou 600 euros, pois não os podem na realidade aceitar, sendo obrigados a sair do país. Ao ritmo de 75000 por ano, e parece-me que estes números pecam por defeito. Para substituir os portugueses lá vêm brasileiros, africanos e asiáticos fazer esses trabalhos por 500 e 600 euros e até por menos. Vivem 10 num apartamento, dividem a despesa entre todos e nem que consigam mandar 150 euros para os seus países de origem, isso é uma fortuna para as realidades deles. E os portugueses que vão saindo já não são só "maçons" e "femmes de ménage", são também enfermeiros, médicos, economistas, cientistas, professores, mecânicos, pintores, agentes de seguros, bancários e a lista seria interminável. Os Portugueses estão a ser vítimas de uma debandada geral, perpetrada democraticamente pela via do socialismo da igualdade falsa e pelo não menos corrosivo socialismo nivelador e libertário. Nivelador apenas e só na ignorância, pois não há pior ignorância do que aquela que se reveste na capa ilusória da conceptuabilidade vigente do sistema, e libertário, pois na ausência de deveres e responsabilidades, a liberdade de tudo se fazer, o que se quer e não se quer, o ideal libertário é uma bomba a retardador.
A emigração já foi um importante fluxo de capitais, hoje é apenas um instrumento da plutocracia. O desenraízamento e o fim de muitas culturas e tradições dizem-nos que o fim está próximo.