segunda-feira, 20 de outubro de 2014

Os depravados da política

« (...) As emanações de uma tal cultura malignavam os ares; e nessa atmosfera perniciosa e deletéria livremente viçaram as sociedades secretas, de poder quase majestático, em cujos seios se moldaram os caracteres de muitos daqueles que, com seus diplomas científicos, entraram na vida pública. Eram de ver-se a dos Divodignos, famígera pelo assassínio dos Lentes em Condeixa, a par da dos Invisíveis em Tondela, fundada por um juiz da comarca e um advogado, que chegou a deputado da Nação, fértil em vinganças políticas - incêndios e assassinatos - e degenerada em associação de ladrões.
Daí o coonestar-se com a impunidade o delito político, e com mais funestas consequências no âmago da academia coimbrã por 1835 a 1841, horroroso precedente e desolador presságio para o prestígio da direcção e administração públicas.

(...) No remoinhar da insânia destacavam-se os da república do Carmo, aos quais chamavam de Sicários por verem-nos passear com punhais ao peito e por vezados nos banditismos, sob a chefia de um ex-frade, o que não impediu que um deles morresse desembargador da Relação do Porto. (...) As encobertas sociedades secretas prolificaram nos carrilhos, e delas descendiam legitimamente os grupos de guarda-costas dos chefes eleitorais para garantia da eficiência de seus planos ou êxito das suas maquinações».


In Aspectos da Nossa Guerra dos Cem Anos - Francisco Malheiro, páginas 20 e 21 - Tomo II.

terça-feira, 30 de setembro de 2014

Os Sócretinos estão de volta

Anda tudo a dormir no país Portugal. Ora então vejam bem no que deu a guerra de facções do PS; o novo secretário-geral do partido PS já mostrou bem ao que veio: Cuidado meus amigos, não há redução do número de deputados na assembleia da república, essa é uma medida populista e perigosa para a Democracia. Ohh coitadinha da Democracia na mão de papagaios destes... tudo é populismo e um perigo quando o risco de se vir a "descobrir a careca" desta gente se torna elevado. Mais um sócretininho em potência!

E as Tvs?, na sua sagacidade informativa, limitam-se a fazer o jogo destes tipos, afinal também elas, sujeitas à perversão dos costumes pagas e financiadas pela elite económica e política que povoa os labirintos das mansardas democráticas. Onde o cheiro da poeira se mistura com o incenso maçónico, e onde o Deus de alguns é como o chouriço e o presunto.

Nas próximas legislativas lá teremos os sócretinos de volta, para nos infernizar a vida e continuar o trabalho inacabado pelo sócretino I. Progresso e crescimento prejudicando muitos e favorecendo alguns (poucos), desenvolvimento tecnológico e novas oportunidades para todos se instruírem na incultura geral, desenvolvimento económico criando uma cultura "de não trabalho e de subsidiodependência", patranhices atrás de patranhices, e  a manutenção da maior carga de esforço de pagamento de impostos da UE. 

Mas será que este povo não acorda!?

Os embaraços da Troika e o socialismo económico

Eles continuam a gozar com as pessoas, eles continuam na sua (deles) estratégia de desinformação para que a próxima idade dos escravos seja uma realidade. Trabalhar por uma tigela de arroz e uma habitação de 30 metros quadrados, sem direitos ou condições de sobrevivência digna. O socialismo económico destes "escafandros" é uma agenda eugenista há muito programada, pérfida e perversa, ao ponto de este mesmo socialismo económico não possuir qualquer sentimento de fraternidade, ou até de liberdade. Entre a liberdade de viver à margem do socialismo económico e a liberdade de com ele conviver, as opções são nulas pois ao socialismo económico tudo lhe convém, não lhe afecta esse tipo de distinções. Ele é "corrosivo e irreversível".

A Troika representa uma subsecção do socialismo económico e sente-se incomodada com o aumento do ordenado mínimo em Portugal -505 euros- um aumento de 20 euros; mas vamos a factos: Um cabaz de compras com os produtos essenciais (fruta, leguminosas, lácteos, pão, carne e peixe) para uma família de 4 pessoas custa cerca de 500 euros por mês. Que grandes inteligências povoam a Troika e os corredores do poder. Mas cuidado que aqueles que ganharem um pouco mais, 700, 800 euros aproximam-se da "máquina do desbaste fiscal a soldo do grande capital" e ficarão com pouco mais de 505 euros. 

A estratégia da «sinificação» segue imparável, uma contínua e persistente agenda de estabelecimento da idade dos escravos. O reino do Anti-Cristo ou da Besta tal como é conhecido na cultura cristã. 
É evidente, excepto para os da Troika e para os governantes em geral, que se nos dão um salário que apenas nos permite sobreviver, muitas vezes, no limite, não vivemos em liberdade; vivemos no mais vergonhoso totalitarismo económico de que possa haver memória.

sexta-feira, 12 de setembro de 2014

República e Democracia

«O regime em que as instituições e as leis são impostas pela razão pura à índole de povos diferentes. Na República, o futuro assenta sobre o desprezo do passado, renegando-se a tradição, em nome de princípios sem realidade prática. É a forma primária de governo, enquanto se não chega à compreensão da vantagem da continuidade do poder que é a garantia da paz pública e da justiça social. Os povos em via de formação ou em períodos de decadência, preferem sempre as instituições democráticas, no primeiro caso a diferenciação não se definiu, no segundo, a indisciplina conduz à confusão e anulação de todos os valores. A democracia é a doença dos povos que já perderam ou ainda não acharam a direcção do seu destino. Democracia e nação, democracia e justiça, democracia e exército, democracia e autoridade são conceitos que se excluem».


In Cartilha Monárquica - Alberto Monsaraz, pág. 6

Sanggnovo - 20 Anos ( versão da musica de José Cid )

quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Serviço público de televisão - vergonha sem limites

É sabido que hoje a televisão só dá merda. Por um mero acaso, estava eu ontem à noite num café onde passava na TV uma das intermináveis novelas de lixo da TVI (televisão dos imberbes), onde a determinado momento se vê dois invertidos aos beijos... é também sabido, excepto pelos modernistas da merda, que se pretende fazer da homossexualidade virtude pública e a TV alinha nesta pandemia sexual. É pena não haver um comando suicida que rebente com os estúdios de tal canal de TV. Mas já hoje, no mesmo canal e noutro programa diferente, o tema era a "batalha dos sexos", onde uma série de convidados davam largas ao asneirismo, como se de uma ciência se tratasse. Asneiras, risadas e piadinhas bacocas, próprias de uma elite podre e baforenta, sempre pronta a martelar neste povinho inculto as maiores tolices e inverdades, fazendo dos mitos sexuais o seu cavalo de batalha. Que bando de tontinhos, que bando de cabrões amestrados, sem esquecer as putas zarolhas sempre dispostas a debitar alarvidades próprias de quem não sabe nada de nada...

Precisavam era de uma vara pelas costas abaixo e de uma pila de elefante para ver se perdiam o pio. As putolas ao serviço da (des)informação e os panascas com ares de trolhas caguinchas, a espremer os colhões e a crica frachundeira, num orgasmo de lixo radioactivo. Tudo pago com dinheiro do Zé pagante num puro delírio de bosta a escorrer aos pedaços. Coitadinhos dos tristes, azeiteiros com ares de grandes especialistas na área do maior e mais abjecto brejeirismo social.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

A desvirilização e a islamização da Europa vem de longe

«A chacina de Manchester fizera parte de uma série de actos de repressão violenta do governo da época. Vigorava a Santa Aliança. A Europa estava sob o domínio da reacção. No continente, os súbditos pouco podiam estranhar, porque nunca se haviam aquecido ao sol da liberdade. O que havia era um despotismo mais rancoroso e mais vigilante: os inimigos da liberdade estavam debaixo de forma, prontos para acudir à primeira chamada. Uma tirania muito intrometida e muito nociva. Intervinha-se internamente e externamente. Se um livro de reputação duvidosa passava as fronteiras, farejava-se em toda a parte para o encontrar. Queimavam-no publicamente, e ai de quem o possuisse! Se uma nação se erguia em defesa de direitos antigos, ou reclamava novo código de garantias, saltavam-lhe as outras em cima. A Santa Aliança levou a um exagero tal o princípio da legitimidade, que até contestou a povos cristãos o seu direito de sacudir o jugo muçulmano».


In Ensaios Históricos - Lord Mc.Caulay - página 7