sexta-feira, 12 de setembro de 2014
quarta-feira, 3 de setembro de 2014
Serviço público de televisão - vergonha sem limites
É sabido que hoje a televisão só dá merda. Por um mero acaso, estava eu ontem à noite num café onde passava na TV uma das intermináveis novelas de lixo da TVI (televisão dos imberbes), onde a determinado momento se vê dois invertidos aos beijos... é também sabido, excepto pelos modernistas da merda, que se pretende fazer da homossexualidade virtude pública e a TV alinha nesta pandemia sexual. É pena não haver um comando suicida que rebente com os estúdios de tal canal de TV. Mas já hoje, no mesmo canal e noutro programa diferente, o tema era a "batalha dos sexos", onde uma série de convidados davam largas ao asneirismo, como se de uma ciência se tratasse. Asneiras, risadas e piadinhas bacocas, próprias de uma elite podre e baforenta, sempre pronta a martelar neste povinho inculto as maiores tolices e inverdades, fazendo dos mitos sexuais o seu cavalo de batalha. Que bando de tontinhos, que bando de cabrões amestrados, sem esquecer as putas zarolhas sempre dispostas a debitar alarvidades próprias de quem não sabe nada de nada...
Precisavam era de uma vara pelas costas abaixo e de uma pila de elefante para ver se perdiam o pio. As putolas ao serviço da (des)informação e os panascas com ares de trolhas caguinchas, a espremer os colhões e a crica frachundeira, num orgasmo de lixo radioactivo. Tudo pago com dinheiro do Zé pagante num puro delírio de bosta a escorrer aos pedaços. Coitadinhos dos tristes, azeiteiros com ares de grandes especialistas na área do maior e mais abjecto brejeirismo social.
sexta-feira, 1 de agosto de 2014
A desvirilização e a islamização da Europa vem de longe
«A chacina de Manchester fizera parte de uma série de actos de repressão violenta do governo da época. Vigorava a Santa Aliança. A Europa estava sob o domínio da reacção. No continente, os súbditos pouco podiam estranhar, porque nunca se haviam aquecido ao sol da liberdade. O que havia era um despotismo mais rancoroso e mais vigilante: os inimigos da liberdade estavam debaixo de forma, prontos para acudir à primeira chamada. Uma tirania muito intrometida e muito nociva. Intervinha-se internamente e externamente. Se um livro de reputação duvidosa passava as fronteiras, farejava-se em toda a parte para o encontrar. Queimavam-no publicamente, e ai de quem o possuisse! Se uma nação se erguia em defesa de direitos antigos, ou reclamava novo código de garantias, saltavam-lhe as outras em cima. A Santa Aliança levou a um exagero tal o princípio da legitimidade, que até contestou a povos cristãos o seu direito de sacudir o jugo muçulmano».
In Ensaios Históricos - Lord Mc.Caulay - página 7
quinta-feira, 31 de julho de 2014
Não há neutralidade nos factos
«Com algum inêxito, devo reconhecer, tenho combatido, com o sentimento de estar a falar sozinho, contra a perversa ideologia, útil aos senhores deste mundo, que insiste e actua, na área das ciências sociais, como se a neutralidade fosse uma realidade (...) nem os factos são neutros porque as conjunturas são sempre ideológicas. Exemplifico: Quis saber qual a percentagem de crimes graves e violentos que são perpetrados em Portugal por portugueses com cultura portuguesa (ou seja pelos autóctones de cultura histórica portuguesa). Cheguei à conclusão que são cerca de metade dos cometidos. A outra metade é levada a cabo por imigrantes de leste, imigrantes africanos, muitos são oriundos dos PALOP´S, e por outros alienígenas.
Mas, mais importantemente, se pode concluir que há ordens para calar estas estatísticas e para as manter longe do conhecimento do público, com medo da natural reacção do "bom povo português" que se julgaria invadido por criminosos estrangeiros (o Rei vai nu...).
Ou seja: em Democracia, na Europa, do século XXI, a verdade deve ser ocultada do povo supostamente soberano, por ser potencialmente fascista ou xenófoba».
Realço a última frase: Em Democracia, na Europa, do século XXI, a verdade deve ser ocultada do povo supostamente soberano, por ser potencialmente fascista ou xenófoba.
In Crise, Estado e Segurança - Edições MGI - páginas 32 e 33.
terça-feira, 29 de julho de 2014
O modernismo destruiu a censura criando a neo-censura
A modernidade do século XXI deu a conhecer uma nova componente na estrutura político-social; esta nova componente destruiu a censura clássica substituindo-a simplesmente por uma nova censura. Esta nova censura baseia-se numa série de fenómenos relacionados de perto entre si como sejam : o excesso de informação, a contínua caducidade dessa informação (para as pessoas não pensarem), a manutenção de um estilo de vida sem ter em conta efeitos colaterais de uma civilização à deriva e sem sentimentos fortes (o deixa andar e a não denúncia é uma forma de deixar tudo como está), a cada vez maior promoção de alienações fortíssimas, futebol, desportos de multidões, espectáculos onde haja muita gente e onde os mesmos sejam muito mediatizados, mexericos e tricas sobre grandes actores ou desportistas em geral, o relativismo ético e moral sempre em crescendo, tudo isto serve para censurar nos novos paradigmas surgidos no pós-modernismo; é a censura encapotada já não externa a cada um de nós, mas bem interna, onde a não condutibilidade segundo os padrões modernistas é motivo para censura. Mas uma censura baseada em falsos pressupostos e em falsos paradigmas.
Nenhum regime político pode aspirar a mudar isto se não voltarem a promover o espírito crítico e o conhecimento da história, mas, por outro lado, é necessário travar a marcha destruidora do contínuo relativismo ético e moral. A ignorância generalizada da sociedade é o "ingrediente básico" que dá contextura a esta neo-censura do século XXI.
quinta-feira, 17 de julho de 2014
quinta-feira, 10 de julho de 2014
Há liberdade contra a liberdade
O conceito de liberdade acompanha o homem desde os alvores da civilização. Todo o homem é livre quando pode dispor de si próprio sem qualquer espécie de condicionalismos, seja para o bem ou para o mal. A liberdade emana directamente do livre-arbítrio, e, tal como a etimologia da palavra o deixa bem expresso, o livre-arbítrio implica liberdade; liberdade de acção, liberdade de escolha, liberdade de movimentos, liberdade nos mais diversos parâmetros.
A liberdade é tão antiga quanto a humanidade, e hoje, se chegou onde chegou, isso deve-se ao livre-arbítrio da humanidade. Em si ela é um factor ético, ou metafísico, necessário e útil ao homem. De forma nenhuma o conceito pode ser entendido como resultante da acção política ou económica, como hoje é usual pensar-se. Quem não tiver memória curta sabe que a história se repete, incessantemente, e sempre que a liberdade é entendida como uma extensão e consequência de qualquer acção política ou económica, a mesma perde o seu sentido inicial e o seu sentido mais puro. A liberdade passa a ser vista como "uma conquista que não se consegue conquistar".
Daqui nasce a degenerescência da liberdade - a libertinagem - e a sua consequente metamorfose; a liberdade tal como hoje é entendida, não é liberdade nenhuma. O velhinho slogan abrilista mais gasto do que farrapo bolorento, de "não há liberdade contra a liberdade" é falso, é uma mentira muito bem urdida pelo neoditadores democráticos deste país.
HÁ LIBERDADE CONTRA A LIBERDADE, sobretudo contra aquela corrente que desvalorizou o termo tornando-o estéril e propenso às maiores confusões. Não é em ditaduras ditas duras (antidemocracias) que a liberdade é atacada e decomposta no seu contrário, mas sim em ditaduras ditas macias (democracias).
Nos regimes democráticos não temos liberdade de dizer "as verdades", e quem o fizer pode ser punido, multado, preso, ridicularizado e até ostracizado. Ora então responda quem puder: Onde está a liberdade??
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