terça-feira, 11 de março de 2014

O circo está armado - sanções à Rússia

Quando é que os especialistas de caca vão explicar às pessoas que sanções a qualquer país apenas prejudicam o povo e nunca qualquer regime ou políticos que dele façam parte? As sanções não servem para nada e neste caso da Rússia é ainda pior, pois, a grande verdade, é que a Rússia não precisa da União Europeia para nada. É claro que o leviatão que domina a Europa não gosta nada dessa situação e quer ver se arranja um "caldinho". Porque também, e sobretudo, a União Europeia precisa da Rússia.

Esquecem-se os merdentos da União Europeia que estão a meter-se com o tipo errado, tal como o bacoco da América. A Crimeia sempre foi russa, os seus habitantes são maioritariamente russos, portanto de nada adianta papaguear argumentos falsos e destorcidos da realidade. 

Eles que apliquem sanções à Rússia que os mesmos verão depois o que irá acontecer... mas também, tenho a sensação, que alguns dos filhos da puta que desgovernam a Europa querem que isso aconteça...

sexta-feira, 7 de março de 2014

A democracia degenera em estupidocracia

O povo português não está unido. Nunca esteve, desde o século XIX para cá. A democratização do país serviu para desunir os portugueses, e quanto mais tudo se ancora na democracia menos ordem existe. Ordem a todos os níveis. A manifestação dos polícias (6-3-2014) é um exemplo disso mesmo. 
Nenhum tipo de legitimidade pode existir na democracia portuguesa. Quem vota em quem? Quem elege quem? Votar ou ser iludido? Mas qual voto qual quê.. Polícia contra polícia? Isso não existe em nenhum estado democrático que seja saudável e fundado nos mais elementares princípios da integralidade humana. Coisa que em Portugal não se passou e, somos agora confrontados com este triste espectáculo.
Seria preferível que os polícias todos, e digo bem, todos, pegassem nos seus crachás e os entregassem ao ministério da administração dizendo: «Senhor ministro, aqui estão os nossos crachás e agora vá o senhor e os restantes membros do governo policiar a rua ou o que for..» Falar é fácil, bem sei, porque nem se sabe se isso seria legalmente possível, e também eles têm família para sustentar, casa e/ ou bens para pagar. 
Mesmo que tal procedimento não fosse possível, caso 100000, 200000 ou 300000 forças de autoridade entregassem o seu crachá, a lei seria subjugada. Instaurar processos a 100000 ou 200000 pessoas arrastar-se-ia 500 anos em tribunal. Quanto à outra situação, seria preciso organização e revezamento. 
O que se constata em democracias coxas como a nossa, é que só pela via violenta e à força se consegue alguma coisa. Isto é sintomático, e ao mesmo, paradigmático de um «Estado de não direito» e de uma grande mentira democrática (democracia parlamentar ou representativa). 
Esta gente ainda não enfiou na cabeça que só com um "25 de abril ao contrário" será possível sair do "pântano" no qual estamos amorfalhados. A democracia abrilina é um esgoto a ceú aberto de iniquidades e desmandos vários (muito antidemocráticos), e a sua fundação tem laivos de "perronismo castrante" para além de uma doutrinação achincalhada pelos mestres da traição à pátria no pré e pós 25 de abril.

sexta-feira, 21 de fevereiro de 2014

Uma bandeira monárquica





Pintada à mão e com 114 anos de vida aproximadamente. A bandeira mede 2 metros por 1 metro, está muito suja e um pouco deteriorada mas é de uma beleza indescritível. 

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Estética racista - um maple do outro mundo




A fotografia em si é um disparate total, tem a sua piada, mas quem se deixa fotografar com um "humor negro" destes só pode estar a brincar ou a gozar. Conhecida a grande sensibilidade de algumas etnias a tudo que "cheire a racismo", não se compreende estes "revivalismos" totalitários. Mas se tivermos em conta a pessoa que está a servir de maple, é provável que se compreendam certos "revivalismos", a não ser que a dita pessoa seja uma escrava e aí, a história é muito diferente..