Para além da ordem visível,exite uma ordem invisível,que foi de onde tudo partiu e tudo parte continuamente.A ordem visível é existente por via de uma ordem invisível que opera em domínios para além da nossa compreensão.A mecânica quântica, a disciplina que trata deste tema em profundidade,afirma categoricamente que a real ordem das coisas não é bem aquilo que parece,sendo a realidade algo de bem diferente daquilo que observamos nos nossos conhecidos processos físicos.O que quer dizer que os nossos sentidos são afinal,enganadores!
A mecânica quântica é um misto de ciência e de espiritualismo,as respostas que vão chegando indiciam claramente uma ordem transcendental nos domínios do mundo sub-atómico,algo a que a ciência dita clássica não estava habituada a lidar.E depois passados milhares e milhares de anos vem a comprovar-se que os "ocultistas" desse passado remoto estavam certos,«assim como está em cima assim está em baixo».O macro-cosmos e o micro-cosmos.O Homem enquanto ser trinitário é um micro-cosmos do macro-cosmos.Até poderá ser uma mini gigante vermelha( uma gigante vermelha é uma estrela de classe mais potente que o nosso sol.).
A grande verdade é que este cruzamento entre a ciência e a espiritualidade não acontece por acaso.E os grandes mestres do passado já sabiam deste facto muito antes das teorias da relatividade e de Max Planck,e doutros que tais.Tudo no universo funciona por harmónicas e algoritmos,tudo derivações de uma ordem transcendental.É o mui misterioso ser duplo,o ser e o não ser,que tanto nos perturba e nos confunde.Porque uma coisa é certa,só não sendo determinada coisa em determinado momento,é que poderei ser essa coisa.Dito de outra forma só não sendo é que posso vir a ser.O que quer dizer que a seta do tempo flui do passado para o futuro e não o contrário.Mas segundo a mecânica quântica isso não foi sempre assim,nem sequer é condição para que seja assim em qualquer parte do universo.
Naturalmente que o obscurantismo vigente não permite que certos factos sejam conhecidos,porque em verdade o conhecimento do mundo e de cada pessoa individualmente torna-se perigoso para a manutenção do actual estado de coisas.Doutorados que somos na imbecilidade e no seguidismo ululante,renegamos tudo e todos,ao ponto de considerarmos verdadeiro e válido a nossa triste condição de cadáveres adiados que procriam,comer tudo até à última dentada porque amanhã poderá não haver ou poderei não estar cá,é aproveitar enquanto cá estamos...triste rosário de fataclismos e de cegueira colectiva.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
O islão,a dimitude e as consequências de uma anti-religião
Está na moda nos meandros do politicamente correcto e nos círculos dos traidores da Europa fazerem do Islamismo a religião do futuro,da pureza e da verdade.Nada mais falso.O Islamismo não é uma religião.Religião quer dizer re-ligar o Homem com Deus,e a única coisa que o islamismo faz é re-ligar o homem com a ignorância,a perversidade,o fanatismo e a mentira cega.O islamismo também não é verdade porque a verdade não é estática.A verdade está em constante mutação dependendo dos contextos,das épocas e dos valores naturais próprios de cada povo.Quanto à pureza,bem,seríamos levados a pensar que a pureza dessa religião não passa de uma ligeireza de expressão.Pureza? Não me façam rir! Aquilo é só merda!
Bater cinco vezes por dia com a cabeça no chão com o cú virado para cima é a maior inexpressão de amor próprio que qualquer homem possa revelar. Alá não precisa disso para nada. Alá é infinitamente superior a essas teocracias abjectas. A verdadeira religião está no íntimo de cada um e não em aspectos ritualistas exteriores que apenas servem uma demência colectiva com objectivos de dominação a médio prazo. Não existe outro Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta. Maomé era um pedófilo,um filho da puta sanguinário,um bêbado orgíaco,um demónio disfarçado de santo.Quanto a não haver outro Deus senão Alá,isso não passa de metafísica obsoleta e reciclada.
Uma religião que não consegue conviver com a crítica e com divagações filosóficas não é uma religião.É antes um pantanal de inverdades e de inculturas próprias de pessoas que não saíram do estado hominídeo que os persegue há milhares e milhares de anos.Essas pessoas e essa religião não respeitam mas exigem respeito,atitude própria e condizente com a grande merda que era esse profeta Maomé. É bom que se diga que esse Maomé teve uma missão atribuída pelas altas esferas do cosmos e falhou em toda a linha...(falarei disto noutra altura)
Eu como Cristão,não me ofendo com críticas ou impropérios que possam fazer em relação a Jesus Cristo,pelo simples e decisivo facto de Jesus Cristo se estar borrifando para isso.Mas,em relação a esses pacóvios de mesquita,isso não funciona dessa forma,porque eles apenas exigem respeito pensando que não devem esse mesmo respeito a ninguém.Os infiéis como eles dizem.Mas quem são eles para definir dessa forma? Onde está a fidelidade deles?? E a quê?? A um conjunto de pseudo-verdades e a um personagem que toda a vida foi um falhado,um déspota em toda a linha??
E que dizer dos convertidos ao islão? Encontraram a paz,o amor,o recolhimento,dizem eles.
Que grande engano aí vai.Digo e repito,o islamismo não é uma religião,é uma anti-religião com propósitos expansionistas e imperialistas,aproveitada pelos que querem impor uma futura idade de escravatura e de obscurantismo filosófico,social e espiritual. Os sectores tecnocratas traidores do ocidente,em conluio com os islamitas dominam a actual cena internacional à custa do petróleo e dos hidro-carbonetos. Se utilizássemos as energias alternativas que já existem em detrimento do petróleo dos países árabes,expulsaríamos os mafomeiros da europa para fora.E o petróleo eles que o bebessem ou lavassem os goivos com ele. Os traidores que nos desgovernam serão o primeiro alvo a abater,são o nosso primeiríssimo inimigo,há que ter isto em conta.
Sou islamófobo,sou anti-mafoma,mas isso nada me diz nem nada me preocupa,porque posso bem com isso.Sei bem do que se passa,estou atento e não alinho no politicamente correcto.
Para mais e interessantes pormenores leiam o livro " a islamização da europa" de Alexandre del Valle. Lá encontrarão as verdades em relação à grande mentira que é esta religião e as conexões que daí advieram.
Bater cinco vezes por dia com a cabeça no chão com o cú virado para cima é a maior inexpressão de amor próprio que qualquer homem possa revelar. Alá não precisa disso para nada. Alá é infinitamente superior a essas teocracias abjectas. A verdadeira religião está no íntimo de cada um e não em aspectos ritualistas exteriores que apenas servem uma demência colectiva com objectivos de dominação a médio prazo. Não existe outro Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta. Maomé era um pedófilo,um filho da puta sanguinário,um bêbado orgíaco,um demónio disfarçado de santo.Quanto a não haver outro Deus senão Alá,isso não passa de metafísica obsoleta e reciclada.
Uma religião que não consegue conviver com a crítica e com divagações filosóficas não é uma religião.É antes um pantanal de inverdades e de inculturas próprias de pessoas que não saíram do estado hominídeo que os persegue há milhares e milhares de anos.Essas pessoas e essa religião não respeitam mas exigem respeito,atitude própria e condizente com a grande merda que era esse profeta Maomé. É bom que se diga que esse Maomé teve uma missão atribuída pelas altas esferas do cosmos e falhou em toda a linha...(falarei disto noutra altura)
Eu como Cristão,não me ofendo com críticas ou impropérios que possam fazer em relação a Jesus Cristo,pelo simples e decisivo facto de Jesus Cristo se estar borrifando para isso.Mas,em relação a esses pacóvios de mesquita,isso não funciona dessa forma,porque eles apenas exigem respeito pensando que não devem esse mesmo respeito a ninguém.Os infiéis como eles dizem.Mas quem são eles para definir dessa forma? Onde está a fidelidade deles?? E a quê?? A um conjunto de pseudo-verdades e a um personagem que toda a vida foi um falhado,um déspota em toda a linha??
E que dizer dos convertidos ao islão? Encontraram a paz,o amor,o recolhimento,dizem eles.
Que grande engano aí vai.Digo e repito,o islamismo não é uma religião,é uma anti-religião com propósitos expansionistas e imperialistas,aproveitada pelos que querem impor uma futura idade de escravatura e de obscurantismo filosófico,social e espiritual. Os sectores tecnocratas traidores do ocidente,em conluio com os islamitas dominam a actual cena internacional à custa do petróleo e dos hidro-carbonetos. Se utilizássemos as energias alternativas que já existem em detrimento do petróleo dos países árabes,expulsaríamos os mafomeiros da europa para fora.E o petróleo eles que o bebessem ou lavassem os goivos com ele. Os traidores que nos desgovernam serão o primeiro alvo a abater,são o nosso primeiríssimo inimigo,há que ter isto em conta.
Sou islamófobo,sou anti-mafoma,mas isso nada me diz nem nada me preocupa,porque posso bem com isso.Sei bem do que se passa,estou atento e não alinho no politicamente correcto.
Para mais e interessantes pormenores leiam o livro " a islamização da europa" de Alexandre del Valle. Lá encontrarão as verdades em relação à grande mentira que é esta religião e as conexões que daí advieram.
terça-feira, 22 de dezembro de 2009
Por falar em segredos....
Há alturas nas nossas vidas em que realmente nos apercebemos que as coincidências e os acasos da vida existem somente para nos atormentar,funcionando como um mini-buraco negro que tudo absorve.Tal como o horizonte se fecha quando chega a noite,também a história e o homem enquanto ser cósmico seguem uma linha paralela.Tudo o que acontece,acontece por algum motivo,nada é inconsequente,tudo segue uma mesma e imparável linha,que é o estado final de perfeição.O nirvana,o devachan,o eterno paraíso que é o estado final de toda a criação,demore o tempo que demorar,aliás o tempo à escala universal nada é.
O universo tende para um estado contínuo de perfeição,e isso inclui tudo,homens,galáxias,aglomerados,animais,vegetais,minerais,etc.
Já fomos um mineral,de seguida passamos a vegetal,transitando pelo reino animal,chegámos à condição de ser consciente de si próprio,somos homens.O Homem actual é o pico da criação,pelo menos do conhecimento que temos do que se passa na nossa galáxia e dentro das limitações ainda existentes não só a níveis tecnológicos e materiais...
Outras humanidades evoluíram e são hoje habitantes do sol(soa a quê ler isto...?),e outros vivem no interior da terra( não estás nada bom da cabeça...),outras humanidades evoluíram para zodíacos,outras ainda evoluíram para galáxias,aglomerados e a lista está longe de estar completa.
Não acreditamos em nada disso diz a humanidade em uníssono,mas embora não sendo ninguém para dizer isto,aconselho seriamente as pessoas a repensarem e fazerem uma reciclagem daquilo que conhecem,daquilo que dão como certo e adquirido.É muito fácil ser-se cepticista,porque de todo o cepticismo parte a renúncia de enfrentar a realidade,o que está por detrás da cortina que o homem sabe a um nível muito profundo que é muito diferente da nossa realidade aparente.É do cepticismo que parte o medo de enfrentar uma verdade que sabemos no nosso íntimo que não é verdade,apenas serve os interesses propostos à nossa civilização.É também do cepticismo que parte a recusa do revisionismo histórico,e cientifico e espiritual esotérico e religioso.Porque quem comanda sabe bem do que se está a passar,e tudo faz para que as verdades permaneçam escondidas.E o cepticismo é das melhores armas intelectuais para esse objectivo ser conseguido.
O universo tende para um estado contínuo de perfeição,e isso inclui tudo,homens,galáxias,aglomerados,animais,vegetais,minerais,etc.
Já fomos um mineral,de seguida passamos a vegetal,transitando pelo reino animal,chegámos à condição de ser consciente de si próprio,somos homens.O Homem actual é o pico da criação,pelo menos do conhecimento que temos do que se passa na nossa galáxia e dentro das limitações ainda existentes não só a níveis tecnológicos e materiais...
Outras humanidades evoluíram e são hoje habitantes do sol(soa a quê ler isto...?),e outros vivem no interior da terra( não estás nada bom da cabeça...),outras humanidades evoluíram para zodíacos,outras ainda evoluíram para galáxias,aglomerados e a lista está longe de estar completa.
Não acreditamos em nada disso diz a humanidade em uníssono,mas embora não sendo ninguém para dizer isto,aconselho seriamente as pessoas a repensarem e fazerem uma reciclagem daquilo que conhecem,daquilo que dão como certo e adquirido.É muito fácil ser-se cepticista,porque de todo o cepticismo parte a renúncia de enfrentar a realidade,o que está por detrás da cortina que o homem sabe a um nível muito profundo que é muito diferente da nossa realidade aparente.É do cepticismo que parte o medo de enfrentar uma verdade que sabemos no nosso íntimo que não é verdade,apenas serve os interesses propostos à nossa civilização.É também do cepticismo que parte a recusa do revisionismo histórico,e cientifico e espiritual esotérico e religioso.Porque quem comanda sabe bem do que se está a passar,e tudo faz para que as verdades permaneçam escondidas.E o cepticismo é das melhores armas intelectuais para esse objectivo ser conseguido.
domingo, 20 de dezembro de 2009
Portugal à beira da bancarrota
Segundo uma notícia de O Diabo Portugal encontra-se em situação de bancarrota iminente.
Mas o grande e decisivo facto, é que o nosso iluminado mais badalado pós-25 da silva não está preocupado.Não está,porque essa não é a missão dele,estar preocupado,e porque também sabe que não sairá do bolso dele nem dos amiguinhos o dinheiro para pagar as dívidas.Como sempre, os que trabalham e pagam impostos ficarão sem dinheiro e sem direitos,reféns que estão da torcionocracia em nome de uma ripública partidocrata em que a cleptocracia é lei.
O revisionismo histórico é comparado a algo imaginário e apenas servindo propósitos oposicionistas considerados retrógados e anti-progressistas.
O que eles não contavam era com uma reacção que está a pôr em perigo a sustentabilidade do sistema.Por todo o lado começa tudo a ser posto em causa,não passando disso por enquanto,e é neste frenesim que os torcionocratas mais se fazem notar,e o medo que os senhores do mundo têm que a verdade venha ao de cima faz com que mais do que nunca a torcionocracia se torne no elo reparador e aglutinador até à instauração da plutocracia final.
Mas o grande e decisivo facto, é que o nosso iluminado mais badalado pós-25 da silva não está preocupado.Não está,porque essa não é a missão dele,estar preocupado,e porque também sabe que não sairá do bolso dele nem dos amiguinhos o dinheiro para pagar as dívidas.Como sempre, os que trabalham e pagam impostos ficarão sem dinheiro e sem direitos,reféns que estão da torcionocracia em nome de uma ripública partidocrata em que a cleptocracia é lei.
O revisionismo histórico é comparado a algo imaginário e apenas servindo propósitos oposicionistas considerados retrógados e anti-progressistas.
O que eles não contavam era com uma reacção que está a pôr em perigo a sustentabilidade do sistema.Por todo o lado começa tudo a ser posto em causa,não passando disso por enquanto,e é neste frenesim que os torcionocratas mais se fazem notar,e o medo que os senhores do mundo têm que a verdade venha ao de cima faz com que mais do que nunca a torcionocracia se torne no elo reparador e aglutinador até à instauração da plutocracia final.
Os salários dos banqueiros Vs. o serviço público
Já começa a ser um lugar comum dizermos que neste país desgraçado, tudo gira em torno de uma pequena elite que a tudo e todos submete aos seus desígnios.
Não é que um dos jornais mais insuspeitos da nossa praça põe a nu os altos(íssimos) vencimentos dos senhores banqueiros.Ora,sejamos sérios,a receita é simples,o que eles vão na realidade discutir vai ser como manter as mordomias,e até eventualmente,aumentâ-las.E não diminuí-las ou taxá-las como por aí se fala.A receita simplifica-se ainda mais quando se sabe que o povo é que paga tudo isso e mais alguma coisa,paga taxas de juro altíssimas para os bancos continuarem a ter lucros milionários em tempos de crise.
No meio disto tudo,só posso lamentar que tenhamos uma comunicação social,que ainda por cima se diz de serviço público(!?),que continue a tratar as pessoas como atrasados mentais,distorcendo e descontextualizando as notícias a todo o momento.Nada disto é de admirar ( ou será?) porque a imprensa é propriedade de banqueiros e os banqueiros são os mais interessados que tudo continue como está.
O serviço público deles é alienar e delimitar rendimentos,seja pela via cleptocrata ou pela via torcionocrata,o que vai dar ao mesmo por caminhos diferentes.E por estes malabarismos democráticos,os mentores destes esquemas são pagos como se de deuses se tratassem.É esta a imagem que os mé(r)dias querem dar desta estirpe especial ao público em geral.
Mas o mais engraçado e disforme,a maior lata do mundo poderíamos assim dizer,é o banqueiro-mor vir para a TV e para os jornais admoestar o povo, batendo na tecla do endividamento e do inevitável aumento de impostos.É tão fácil dizer coisas destas,pois claro,esses aumentos potenciarão mais e mais dinheiro para os seus bolsos e potenciarão por outro lado uma descapitalização de empresas e pessoas que é o que se pretende.
Dá-me vontade de rir quando vejo a (des)comunicação social em bolandas,qual circo mal montado,a tentar fazer chegar as melhores imagens e os melhores momentos,cheios de cargas emotivas contraditórias.
Este serviço público é o abastardamento do género humano transformando-o progressivamente num autómato,sem alma,onde a credulidade e o cepticismo se confundem e são considerados as únicas realidades possíveis.
Não é que um dos jornais mais insuspeitos da nossa praça põe a nu os altos(íssimos) vencimentos dos senhores banqueiros.Ora,sejamos sérios,a receita é simples,o que eles vão na realidade discutir vai ser como manter as mordomias,e até eventualmente,aumentâ-las.E não diminuí-las ou taxá-las como por aí se fala.A receita simplifica-se ainda mais quando se sabe que o povo é que paga tudo isso e mais alguma coisa,paga taxas de juro altíssimas para os bancos continuarem a ter lucros milionários em tempos de crise.
No meio disto tudo,só posso lamentar que tenhamos uma comunicação social,que ainda por cima se diz de serviço público(!?),que continue a tratar as pessoas como atrasados mentais,distorcendo e descontextualizando as notícias a todo o momento.Nada disto é de admirar ( ou será?) porque a imprensa é propriedade de banqueiros e os banqueiros são os mais interessados que tudo continue como está.
O serviço público deles é alienar e delimitar rendimentos,seja pela via cleptocrata ou pela via torcionocrata,o que vai dar ao mesmo por caminhos diferentes.E por estes malabarismos democráticos,os mentores destes esquemas são pagos como se de deuses se tratassem.É esta a imagem que os mé(r)dias querem dar desta estirpe especial ao público em geral.
Mas o mais engraçado e disforme,a maior lata do mundo poderíamos assim dizer,é o banqueiro-mor vir para a TV e para os jornais admoestar o povo, batendo na tecla do endividamento e do inevitável aumento de impostos.É tão fácil dizer coisas destas,pois claro,esses aumentos potenciarão mais e mais dinheiro para os seus bolsos e potenciarão por outro lado uma descapitalização de empresas e pessoas que é o que se pretende.
Dá-me vontade de rir quando vejo a (des)comunicação social em bolandas,qual circo mal montado,a tentar fazer chegar as melhores imagens e os melhores momentos,cheios de cargas emotivas contraditórias.
Este serviço público é o abastardamento do género humano transformando-o progressivamente num autómato,sem alma,onde a credulidade e o cepticismo se confundem e são considerados as únicas realidades possíveis.
quarta-feira, 16 de dezembro de 2009
O nacionalismo e os seus inimigos
«Lembrou-se um dia o estado de desenvolver na nação o espírito associativo.Para quê?
Para transformar a reacção individual,que na dura luta pela vida é sempre limitada e isenta de perigos,em reacções colectivas de tremendos efeitos destrutivos.Assim,foi ele próprio quem promoveu o desenvolvimento das organizações sindicalistas,operárias e patronais,as primeiras a breve trecho transformadas em monopolistas de mão de obra e as segundas em monopolistas de produtos.
Assim se suprimiram as acções da concorrência,que são os automáticos reguladores do preço dos produtos e da energia produtora-capital ou trabalho-e as mais eficazes forças propulsionadoras do progresso. Assim se desenvolveram,por um lado, o sindicalismo revolucionário-caminho aberto para o comunismo da mão de obra-e por outro lado o trust e o cartel,que tendem ao comunismo do capital.
E hoje,não querendo ver ainda o terrível perigo,o tremendo cataclismo que resultaria do choque violento destes dois aspectos comunistas,reage fracamente contra o primeiro e facilita o desenvolvimento do segundo.
Igualmente viciosas são as organizações cooperativistas,que o estado tanto tem ajudado,sem lograr aliás,vê-las desenvolvidas. É que estas,como as organizações sindicais,são ainda aspectos comunistas que perturbam as leis naturais de produção e do consumo,tendem ao domínio da colectividade sobre o indivíduo e correspondem por isso a uma evolução regressiva e contrária a tendências progressivas,sempre individualistas,da evolução.
O estado,que aparentemente nos aparece como feroz inimigo do comunismo é assim,e inconscientemente,o seu melhor agente.
Não fossem as organizações comunistas tão profundamente opostas nas suas características à natural evolução progressiva das sociedades,não fosse por isso o destino o seu pior inimigo,que de nada valeria a fraca força do estado para combatê-las.
Quer o país fugir ao comunismo? Caminhe para o individualismo.Faça-se de cada indivíduo um capitalista,pequeno ou grande,e imediatamente toda a tendência comunista se anulará.
Comunistas são aqueles que nada põem ao serviço da comunidade e tudo pretendem que esta ponha ao seu serviço.
Por isso os homens do estado,quaisquer que eles sejam,tendem sempre e irresistivelmente para o comunismo. As tendências comunistas que se revelam nas múltiplas manifestações da actividade absorvente do estado,caracterizam igualmente certas escolas nacionalistas,que se arvoram em irreconciliáveis inimigas do individualismo.Não se lembram esses defensores impenitentes do regresso à tirania do passado-que de nacionalistas só têm o nome-que o nacionalismo representa a expressão da máxima actividade individual de uma nação perante as outras e,logicamente,da máxima actividade individual de cada cidadão perante a nação.Sentem bem que o valor individual é o único concreto,nominal e autêntico e que o valor colectivo é, por sua natureza, abstracto,anónimo e sem realidade intrínseca,pois só é valor colectivo o somatório de valores individuais activos e concordantes;mas nem por isso deixam de combater o individualismo.
A que contradições arrasta a cegueira sectarista!Nacionalismo e individualismo são aspectos essencialmente inseparáveis. Estado,municípios,sindicatos,são inimigos natos do nacionalismo».
In Economia nacionalista-J.Perpétuo da Cruz (1928)
Para transformar a reacção individual,que na dura luta pela vida é sempre limitada e isenta de perigos,em reacções colectivas de tremendos efeitos destrutivos.Assim,foi ele próprio quem promoveu o desenvolvimento das organizações sindicalistas,operárias e patronais,as primeiras a breve trecho transformadas em monopolistas de mão de obra e as segundas em monopolistas de produtos.
Assim se suprimiram as acções da concorrência,que são os automáticos reguladores do preço dos produtos e da energia produtora-capital ou trabalho-e as mais eficazes forças propulsionadoras do progresso. Assim se desenvolveram,por um lado, o sindicalismo revolucionário-caminho aberto para o comunismo da mão de obra-e por outro lado o trust e o cartel,que tendem ao comunismo do capital.
E hoje,não querendo ver ainda o terrível perigo,o tremendo cataclismo que resultaria do choque violento destes dois aspectos comunistas,reage fracamente contra o primeiro e facilita o desenvolvimento do segundo.
Igualmente viciosas são as organizações cooperativistas,que o estado tanto tem ajudado,sem lograr aliás,vê-las desenvolvidas. É que estas,como as organizações sindicais,são ainda aspectos comunistas que perturbam as leis naturais de produção e do consumo,tendem ao domínio da colectividade sobre o indivíduo e correspondem por isso a uma evolução regressiva e contrária a tendências progressivas,sempre individualistas,da evolução.
O estado,que aparentemente nos aparece como feroz inimigo do comunismo é assim,e inconscientemente,o seu melhor agente.
Não fossem as organizações comunistas tão profundamente opostas nas suas características à natural evolução progressiva das sociedades,não fosse por isso o destino o seu pior inimigo,que de nada valeria a fraca força do estado para combatê-las.
Quer o país fugir ao comunismo? Caminhe para o individualismo.Faça-se de cada indivíduo um capitalista,pequeno ou grande,e imediatamente toda a tendência comunista se anulará.
Comunistas são aqueles que nada põem ao serviço da comunidade e tudo pretendem que esta ponha ao seu serviço.
Por isso os homens do estado,quaisquer que eles sejam,tendem sempre e irresistivelmente para o comunismo. As tendências comunistas que se revelam nas múltiplas manifestações da actividade absorvente do estado,caracterizam igualmente certas escolas nacionalistas,que se arvoram em irreconciliáveis inimigas do individualismo.Não se lembram esses defensores impenitentes do regresso à tirania do passado-que de nacionalistas só têm o nome-que o nacionalismo representa a expressão da máxima actividade individual de uma nação perante as outras e,logicamente,da máxima actividade individual de cada cidadão perante a nação.Sentem bem que o valor individual é o único concreto,nominal e autêntico e que o valor colectivo é, por sua natureza, abstracto,anónimo e sem realidade intrínseca,pois só é valor colectivo o somatório de valores individuais activos e concordantes;mas nem por isso deixam de combater o individualismo.
A que contradições arrasta a cegueira sectarista!Nacionalismo e individualismo são aspectos essencialmente inseparáveis. Estado,municípios,sindicatos,são inimigos natos do nacionalismo».
In Economia nacionalista-J.Perpétuo da Cruz (1928)
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
Paródia mundial
O anti- rei vai chegando e os escravos da democracia desejosos do seu naco de carne com ranço à mistura,pulam de alegria e vaidade por tão distinto encontro.Nada mudou,apenas muda o cenário e alguns personagens, quanto ao resto,a mesma pandologia de sempre.
E é vê-los muito zelosos do bem estar das populações(?)!!,nada preocupados com os efeitos colaterais da ignorância colectiva,sempre em bicos de pés perante os seus amos,dispostos a tudo para entrarem para os mais altos lugares da plutocracia.Quanto ao povinho?
Malhem-lhes com cimeiras do ambiente,com gripes As e respectivas vacinadas criadas do dia para a noite e com patente oficial antes do aparecimento oficial da pandemia( mas isto não é para se saber,se alguém souber,diz-se que é mentira...),juntem-lhes guerras injustas pelo controlo do petróleo,derrocada do dólar para provocar o grande crash bolsista,seguido da instalação do governo único mundial,com uma única religião,um único sistema económico,em que seremos escravos para o futuro das idades.
De paródia não tem nada evidentemente,paródia aqui é mais um meio termo,que amplifica ou pelo menos tem essa intenção, de provocar uma amplificação do grau de entendimento do que se está a passar.O homem actual passou demasiado tempo agarrado ao materialismo.O paradigma precisa de ser alterado,enquanto isso não acontecer,nada mudará.
O anti-rei passou,como a noite gélida sem rosto,e os escravos acenaram
sem saber muito bem a quem.E então,dos escombros silenciosos erguem-se moinhos de ferro,e selváticas malfeituras que a todos fazem ranger os dentes.
E é vê-los muito zelosos do bem estar das populações(?)!!,nada preocupados com os efeitos colaterais da ignorância colectiva,sempre em bicos de pés perante os seus amos,dispostos a tudo para entrarem para os mais altos lugares da plutocracia.Quanto ao povinho?
Malhem-lhes com cimeiras do ambiente,com gripes As e respectivas vacinadas criadas do dia para a noite e com patente oficial antes do aparecimento oficial da pandemia( mas isto não é para se saber,se alguém souber,diz-se que é mentira...),juntem-lhes guerras injustas pelo controlo do petróleo,derrocada do dólar para provocar o grande crash bolsista,seguido da instalação do governo único mundial,com uma única religião,um único sistema económico,em que seremos escravos para o futuro das idades.
De paródia não tem nada evidentemente,paródia aqui é mais um meio termo,que amplifica ou pelo menos tem essa intenção, de provocar uma amplificação do grau de entendimento do que se está a passar.O homem actual passou demasiado tempo agarrado ao materialismo.O paradigma precisa de ser alterado,enquanto isso não acontecer,nada mudará.
O anti-rei passou,como a noite gélida sem rosto,e os escravos acenaram
sem saber muito bem a quem.E então,dos escombros silenciosos erguem-se moinhos de ferro,e selváticas malfeituras que a todos fazem ranger os dentes.
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