Michelet descobre Herder pelas traduções de Edgar Quinet:nasce assim uma amizade famosa entre os dois,e Michelet,inspirando-se em Herder,introduz o seu pensamento em França.Continua a ser Michelet que,traduzindo para francês,revela à europa inteira Giambattista Vico(1668-1744),o rpimeiro a ter lançado da sua província Napolitana,o assalto contra o racionalismo.Aqui se coloca a pergunta essencial:porque é que o jovem historiador francês(Michelet),à procura de um método histórico,se voltou para Vico e Herder e não para Montesquieu ou até para Voltaire,o verdadeiro fundador da filosofia da história?Montesquieu era um racionalista,ao passo que Herder,como muito bem notou Hegel depois de Kant,era adepto de um anti-racionalismo que se tornaria a vaga de fundo que ataca a filosofia da época das luzes.Quanto a Renan,ele auto-proclamar-se-á o maior filósofo de todos os tempos,e seguirá Michelet na condenação do «veneno» que segrega o Séc.XVIII.
A explicação das reticências de Michelet a respeito de Montesquieu tem sobretudo a ver com a simpatia pelo nascimento do nacionalismo Alemão.Tal como Herder,Michelet pensa que o recurso demasiado radical da razão enfraquece as forças vitais.De facto,as suas escolhas irão doravante pesar consideravelmente sobre a evolução do pensamento nacionalista em França.A nação para Michelet é um ser vivo,cada povo possui uma alma colectiva,tal como Herder antes dele e tal como Barrés depois dele.Michelet para preservar a identidade nacional eleva-se contra o perigo do cosmopolitismo,e diz claramente:o que acontecerá a este povo,se se pusessem a imitar outros povos indo-se embora,copiando o que poderíamos chamar a anti-frança,a Inglaterra?Para Michelet «a via da imitação» é um corpo estranho que metemos na nossas carne,esta via que Herder reprovava duramente à Alemanha do seu tempo face à França,«é simplesmente a via do suicídio e da morte».
Na realidade,«o povo»(1845) representa esta vertente da historiografia e do nacionalismo Francês que traz em si a marca de vitória dos valores nacionalistas sobre os valores universalistas.É preciso seguir o fio que de Herder,passando por Michelet e Renan,até Barrés,para compreender não só a explosão do início do Séc.XX,mas também,o estranho parentesco entre os nacionalismos Alemão e Francês,que,por volta de 1900 convergem até terem características muito próximas.Não deixa de ser estranho tudo isto,pois,se a este do Rhin,da Alemanha até aos balcãs,ao báltico,à Ucrânia e à Rússia,esta concepção linguística e cultural e não política da colectividade,tal como a ideia dos novos povos aos quais o futuro pertence,tem um sentido e uma função constituíndo uma verdadeira revelação,uma força mobilizadora.Estas ideias não respondem a nenhuma necessidade concreta em França.Era natural que nessas regiões Herder se tornasse um profeta,e o particularismo nacional,histórico e cultural,mais tarde biológico,a lança de acção política,onde nada representava nas terras de eleição da monarquia e das repúblicas jacobinas.Nos impérios onde a colectividade se define pela língua e pela cultura,e não pelo estado ou pela dinastia,os conceitos de génio nacionalista e de carácter nacional eram um motor de revolta compreensível,e os critérios culturais podiam apresentar certas características democráticas,anti-dinásticas e serem forças de libertação.(continua)
Tradução feita da revista Francesa-Le nouvel observateur-Hors-Série(décembre2007)
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
O culto da terra e dos mortos-Influências do nacionalismo Alemão
Nos inícios do Séc.XX, a França opera um deslocamento radical para um nacionalismo de solo e de sangue.O que não é mais do que a consequência do rejeitar da cultura política universalista da época das luzes.
Trinta anos antes da revolução Francesa,a «enciclopédia» de Diderot e D´alembert define a nação como «uma quantidade considerável de povos que habita uma certa extenção de terras fechada dentro de certos limites e que obedece ao mesmo governo».Um ponto,e é tudo.Nem uma palavra sobre a história,a cultura,a língua,a religião:assim nasce o cidadão.Esta visão esclarecida,político e jurídica da colectividade não sobreviverá aos primeiros anos da revolução Francesa.A revolta contra as luzes da segunda metade do Séc.XVIII que da Alemanha passará à França,provocando um acentuar sobre as diferenças entre os povos de cada país e das suas comunidades de origem,dará origem ao nascimento do nacionalismo; o fundador da ideologia nacionalista foi um filósofo Alemão Johann Gottfried Herder(1744-1803).No entanto,nem o nacionalismo que iria percorrer os Sécs.XIX e XX nem os anti-luzes são exclusividades Alemãs.Por volta de 1760,Edmund Burke,o célebre autor das «reflexões sobre a revolução francesa»,que os neoconservadores insistem erradamente em classificá-lo de liberal,começa a forjar uma visão orgânica da nação.Pela primeira vez,o sentimento nacional,o culto do passado nacional,a história,a cultura e as tradições nacionais foram mobilizadas contra a autonomia dos indivíduos,os direitos naturais e a democracia.Mas foi com Herder que o nacionalismo explodiu:Herder e Burke exerceram uma influência determinante sobre Renan,sobre Taine,sobre Michelet e sobre Barrés.
Hippolyte Taine resumirá o pensamento de Johann Herder numa fórmula rapidamente aceite: o Homem é determinado pela raça,pelo meio e pelo momento.O nacionalismo generalizou-se,proclamando como verdade universal que não há verdade universal.
Maurice Barrés dirá:«Não há verdade absoluta,somente há verdades relativas».Da verdade,apenas restam uma pluralidade de verdades nacionais.
Contudo,para se ter uma visão da complexidade do evoluir das ideias,dos conceitos de esquerda e direita,assim como algumas relações surpreendentes e sempre tortuosas entre o nacionalismo alemão e o nacionalismo francês,será preciso falar sobre Michelet.Barrés o teórico da terra e dos mortos,do solo e do sangue,admirava Michelet,porque ele tinha descoberto nesse grande historiador,ele próprio entusiasmado pela escola Alemã,um aspecto que passou despercebido durante muito tempo: a visão da cultura,da hitória e da nação é mais próxima da de Herder e de Burke do que a que se encontra na «enciclopédia» e nos pensadores do iluminismo Francês.(continua)
Tradução feita da revista Le nouvel Observateur Hors-Série(décembre 2007)
Trinta anos antes da revolução Francesa,a «enciclopédia» de Diderot e D´alembert define a nação como «uma quantidade considerável de povos que habita uma certa extenção de terras fechada dentro de certos limites e que obedece ao mesmo governo».Um ponto,e é tudo.Nem uma palavra sobre a história,a cultura,a língua,a religião:assim nasce o cidadão.Esta visão esclarecida,político e jurídica da colectividade não sobreviverá aos primeiros anos da revolução Francesa.A revolta contra as luzes da segunda metade do Séc.XVIII que da Alemanha passará à França,provocando um acentuar sobre as diferenças entre os povos de cada país e das suas comunidades de origem,dará origem ao nascimento do nacionalismo; o fundador da ideologia nacionalista foi um filósofo Alemão Johann Gottfried Herder(1744-1803).No entanto,nem o nacionalismo que iria percorrer os Sécs.XIX e XX nem os anti-luzes são exclusividades Alemãs.Por volta de 1760,Edmund Burke,o célebre autor das «reflexões sobre a revolução francesa»,que os neoconservadores insistem erradamente em classificá-lo de liberal,começa a forjar uma visão orgânica da nação.Pela primeira vez,o sentimento nacional,o culto do passado nacional,a história,a cultura e as tradições nacionais foram mobilizadas contra a autonomia dos indivíduos,os direitos naturais e a democracia.Mas foi com Herder que o nacionalismo explodiu:Herder e Burke exerceram uma influência determinante sobre Renan,sobre Taine,sobre Michelet e sobre Barrés.
Hippolyte Taine resumirá o pensamento de Johann Herder numa fórmula rapidamente aceite: o Homem é determinado pela raça,pelo meio e pelo momento.O nacionalismo generalizou-se,proclamando como verdade universal que não há verdade universal.
Maurice Barrés dirá:«Não há verdade absoluta,somente há verdades relativas».Da verdade,apenas restam uma pluralidade de verdades nacionais.
Contudo,para se ter uma visão da complexidade do evoluir das ideias,dos conceitos de esquerda e direita,assim como algumas relações surpreendentes e sempre tortuosas entre o nacionalismo alemão e o nacionalismo francês,será preciso falar sobre Michelet.Barrés o teórico da terra e dos mortos,do solo e do sangue,admirava Michelet,porque ele tinha descoberto nesse grande historiador,ele próprio entusiasmado pela escola Alemã,um aspecto que passou despercebido durante muito tempo: a visão da cultura,da hitória e da nação é mais próxima da de Herder e de Burke do que a que se encontra na «enciclopédia» e nos pensadores do iluminismo Francês.(continua)
Tradução feita da revista Le nouvel Observateur Hors-Série(décembre 2007)
domingo, 25 de outubro de 2009
Tradição e interpretação
«As interpretações fundamentalistas das sagradas escrituras de todas as vossas tradições de sabedoria são sábias de muitas formas e incompletas,e portanto perigosas,de muitas outras.Respeitem a tradição,mas ampliem a interpretação.É esse o truque actual.É isso que as religiões têm de fazer se pretendem ser úteis aos humanos nos anos vindouros-ou mesmo para sobreviverem.
Respeitem as vossas tradições de sabedoria,mas ampliem a sua interpretação.
(...) A nova espiritualidade nunca condenará a religião tradicional,mas procurará sempre incluí-la no processo pelo qual a verdade divina continua a ser revelada.
Existem demasiados tesouros nas vossas tradições religiosas para os abandonarem.O futuro da humanidade relativamente à religião não é sobre deserção,mas sobre dissecção,não é sobre rejeição,mas sobre rejuvenescimento.
In: oDeus de amanhã-Neale D. Walsh
Respeitem as vossas tradições de sabedoria,mas ampliem a sua interpretação.
(...) A nova espiritualidade nunca condenará a religião tradicional,mas procurará sempre incluí-la no processo pelo qual a verdade divina continua a ser revelada.
Existem demasiados tesouros nas vossas tradições religiosas para os abandonarem.O futuro da humanidade relativamente à religião não é sobre deserção,mas sobre dissecção,não é sobre rejeição,mas sobre rejuvenescimento.
In: oDeus de amanhã-Neale D. Walsh
Deus não julga
«Apenas faz observações.Dizer que está a chover lá fora não é o mesmo que dizer que a chuva é má.Estou simplesmente a observar que,em face do que a humanidade diz que quer ir,em face do que a humanidade insiste em querer experienciar-nomeadamente,um mundo de paz,harmonia e felicidade-estão a encaminhar-se na direcção oposta.»
In: O deus de amanhã-Neale D. Walsh
In: O deus de amanhã-Neale D. Walsh
Deus não tem necessidades
«Pois digo-te,a desnecessidade é o estado de ser em que Deus reside.Deus não precisa de nada .Vocês também não precisam de nada,mas não o sabem.Por isso, andam sempre a tentar preencher as vossas necessidades.Uma vez alcançada a mestria,contudo,percebem que não havia nada que não tivessem de fazer.As vossas necessidades sempre foram preenchidas.
De facto,não tinham necessidades nenhumas.Era tudo invenção vossa.
As pessoas estão sempre a entrar e a sair da mestria a este respeito.Compreendem-no num momento,deixam de o compreender no momento seguinte.A Desnecessidade não é uma qualidade do ser pessoal em que se pensa.É algo que saber acerca de ti próprio no âmago mais profundo do teu ser.
Quando partes desse conhecimento,consegues fazer coisas extraordinárias.(...)
A estratégia de sobrevivência dos seres humanos está a matar-vos.Estão a ser destruídos pela vossa própria história cultural.
(...)Quem colocou a história foram os contadores da história-ou seja,os anciãos e o guardiães na vossa comunidade de origem.E a primeira coisa que vos disseram foi que vocês precisam de alguma coisa.Precisam de alguma coisa para serem felizes,precisam de alguma coisa para serem aceitáveis,precisam de alguma coisa para serem bem sucedidos no mundo.Precisam de alguma coisa.É essa a mensagem da vossa cultura.Os vossos meios de comunicação reforçam-no constantemente.Até as vossas religiões actuais,das quais esperam receber a máxima sabedoria,vos dizem isso.Dizem-vos que necessitam de Deus.E que Deus necessita que vocês se comportem de determinadas maneiras.»
In: O Deus de Amanhã-Neale D.Walsh
De facto,não tinham necessidades nenhumas.Era tudo invenção vossa.
As pessoas estão sempre a entrar e a sair da mestria a este respeito.Compreendem-no num momento,deixam de o compreender no momento seguinte.A Desnecessidade não é uma qualidade do ser pessoal em que se pensa.É algo que saber acerca de ti próprio no âmago mais profundo do teu ser.
Quando partes desse conhecimento,consegues fazer coisas extraordinárias.(...)
A estratégia de sobrevivência dos seres humanos está a matar-vos.Estão a ser destruídos pela vossa própria história cultural.
(...)Quem colocou a história foram os contadores da história-ou seja,os anciãos e o guardiães na vossa comunidade de origem.E a primeira coisa que vos disseram foi que vocês precisam de alguma coisa.Precisam de alguma coisa para serem felizes,precisam de alguma coisa para serem aceitáveis,precisam de alguma coisa para serem bem sucedidos no mundo.Precisam de alguma coisa.É essa a mensagem da vossa cultura.Os vossos meios de comunicação reforçam-no constantemente.Até as vossas religiões actuais,das quais esperam receber a máxima sabedoria,vos dizem isso.Dizem-vos que necessitam de Deus.E que Deus necessita que vocês se comportem de determinadas maneiras.»
In: O Deus de Amanhã-Neale D.Walsh
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
José Saramago e os maus costumes
O nobel Português da literatura,José Saramago,volta a contrapor: - a bíblia é um manual de maus costumes.E mais à frente,volta a contrapor: - não está nos meus planos escrever sobre o islão.
De repente,tenho aquela visão,será que o homem sem sequer o saber é um "agente infiltrado"?
Esvreve sobre o cristianismo mas não escreve sobre o islão.O Sr Saramago está duplamente equivocado.Revela ignorâncias e iliteracias várias.
A bíblia é sobretudo um livro científico que deve ser lido nas entrelinhas.E ao negar Deus,nega-se a si próprio,porque quer ele queira ou não,esse Deus existe,e a prova disso mesmo somos nós humanidade e toda a criação que obedece a leis e princípios universais.O acaso não existe no universo,nem as coincidências,sendo esse mesmo universo dinâmico e em fase de constante aperfeiçoamento.E isso inclui toda a criação, e não só o universo em si enquanto ser macrocósmico.De notar que as palavras Deus e universo representam o mesmo plano,a misteriosa unidade,o uno,de onde tudo provém e onde tudo voltará.
Os maus costumes do Sr.Saramago e da sua jandra não lhes permite ter a lucidez e a "beleza" intrínsseca de reconhecer os factos,nem sequer de se informarem devidamente.
São mais "ruminadores",desenvolvendo ateísmos contrários à razão.Negam Deus e ao negá-lo mais não fazem do negar o acto de criação universal,que é um acto exclusivamente espiritual do qual não depende as nossas opiniões sobre o assunto.
Não é Deus que eles põem em causa,são eles próprios,como produtos imperfeitos de um ateísmo de todo inexistente,impossível sequer ser remota possibilidade de realidade.
De repente,tenho aquela visão,será que o homem sem sequer o saber é um "agente infiltrado"?
Esvreve sobre o cristianismo mas não escreve sobre o islão.O Sr Saramago está duplamente equivocado.Revela ignorâncias e iliteracias várias.
A bíblia é sobretudo um livro científico que deve ser lido nas entrelinhas.E ao negar Deus,nega-se a si próprio,porque quer ele queira ou não,esse Deus existe,e a prova disso mesmo somos nós humanidade e toda a criação que obedece a leis e princípios universais.O acaso não existe no universo,nem as coincidências,sendo esse mesmo universo dinâmico e em fase de constante aperfeiçoamento.E isso inclui toda a criação, e não só o universo em si enquanto ser macrocósmico.De notar que as palavras Deus e universo representam o mesmo plano,a misteriosa unidade,o uno,de onde tudo provém e onde tudo voltará.
Os maus costumes do Sr.Saramago e da sua jandra não lhes permite ter a lucidez e a "beleza" intrínsseca de reconhecer os factos,nem sequer de se informarem devidamente.
São mais "ruminadores",desenvolvendo ateísmos contrários à razão.Negam Deus e ao negá-lo mais não fazem do negar o acto de criação universal,que é um acto exclusivamente espiritual do qual não depende as nossas opiniões sobre o assunto.
Não é Deus que eles põem em causa,são eles próprios,como produtos imperfeitos de um ateísmo de todo inexistente,impossível sequer ser remota possibilidade de realidade.
domingo, 18 de outubro de 2009
O que podemos esperar do futuro? Evolução e involução.
Passados todos estes séculos tudo aquilo que nos é dado ver,faz parte da evolução e da involução do nosso planeta.Dizer em que ponto nos encontramos não é uma tarefa simples.Uns dizem que caminhamos na senda do progresso e do modernismo,outros,pelo contrário,dizem que estamos a caminho de uma nova idade média.É lógico que esta idade média é mais avançada do que a anterior,porque enquadrada numa época em que a tecnologia de massas tudo domina.Não obstante tudo isto,ainda há quem acredite em milagres.Mas os verdadeiros milagres,não são milagres,são instrumentos de vontade e poder que só os grandes Homens conseguem ter.Na nossa actual era e no nosso actual ciclo de tempo,devem ser muito poucos os que fazem milagres.Noutros tempos houveram muitos Homens que fizeram milagres,muitos mais do que possamos imaginar,mas progressivamente e à medida que a involução caminha inexoravelmente para o ponto de subida,vão diminuindo os homens que fazem milagres.
Quero que entendam bem que quando falo aqui em milagres não estou a dar ao termo uma conotação religiosa,mas sim,metafísica e ontológica.
Vontade e poder são dois veículos de manifestação muito potentes.mas quando esses dois veículos são utilizados de uma forma negativa,que é o que acontece actualmente,transformam-se ou melhor desintegram-se,deixando de ser o que são para passarem a ser tirania,ditadura e conformismo.O poder quando utilizado para submeter e subjugar outros torna-se tirania.O poder que existe por pouquíssimos indivíduos que controlam o dinheiro e os seus fluxos torna-se numa ditadura económica.Desintegrando-se o verdadeiro poder,a "vontade" desintegra-se também para dar origem ao conformismo.Ou seja, apatia generalizada,a descrença e o tédio social.Não faltam exemplos destes no nosso mundo,as pessoas não têm vontade própria,não há um esforço perceptível e vigoroso,não há ideias,não há esperança.Vivemos alérgicos,num estado de letargia interna que se propaga a todas as regiões físicas e espirituais dos Homens.
O poder verdadeiro e natural é poder com e não poder sobre.O poder verdadeiro e natural é construtivo,permite pontes de entendimento e de concórdia,enquanto o falso poder só gera discórdia,dissonâncias,antagonismos,destruição e morte.A vontade aleada ao verdadeiro poder,permite ao Homem atinjir os mais altos planos espirituais e materiais.Mas aqueles que nos pretendem destruir sabem bem disto,resolveram lançar a humanidade num caos de ignorância e egoísmo,fazendo-nos crer que o poder unicamente pode ser detido e utilizado por uma minoria,as elites políticas e financeiras.E quando começamos a acreditar nessa mentira foi o princípio do nosso fim.Como diziam os grandes mestres do passado,é necessário que a humanidade passe por todas estas provações,é necessário que a humanidade seja enganada e esmagada para que um dia já refeita dos seus erros e enganos,ela possa renascer para a vida que a espera,para lá dos limites e de todas as armadilhas mortais que os inimigos do homem lhe destinaram.
Quero que entendam bem que quando falo aqui em milagres não estou a dar ao termo uma conotação religiosa,mas sim,metafísica e ontológica.
Vontade e poder são dois veículos de manifestação muito potentes.mas quando esses dois veículos são utilizados de uma forma negativa,que é o que acontece actualmente,transformam-se ou melhor desintegram-se,deixando de ser o que são para passarem a ser tirania,ditadura e conformismo.O poder quando utilizado para submeter e subjugar outros torna-se tirania.O poder que existe por pouquíssimos indivíduos que controlam o dinheiro e os seus fluxos torna-se numa ditadura económica.Desintegrando-se o verdadeiro poder,a "vontade" desintegra-se também para dar origem ao conformismo.Ou seja, apatia generalizada,a descrença e o tédio social.Não faltam exemplos destes no nosso mundo,as pessoas não têm vontade própria,não há um esforço perceptível e vigoroso,não há ideias,não há esperança.Vivemos alérgicos,num estado de letargia interna que se propaga a todas as regiões físicas e espirituais dos Homens.
O poder verdadeiro e natural é poder com e não poder sobre.O poder verdadeiro e natural é construtivo,permite pontes de entendimento e de concórdia,enquanto o falso poder só gera discórdia,dissonâncias,antagonismos,destruição e morte.A vontade aleada ao verdadeiro poder,permite ao Homem atinjir os mais altos planos espirituais e materiais.Mas aqueles que nos pretendem destruir sabem bem disto,resolveram lançar a humanidade num caos de ignorância e egoísmo,fazendo-nos crer que o poder unicamente pode ser detido e utilizado por uma minoria,as elites políticas e financeiras.E quando começamos a acreditar nessa mentira foi o princípio do nosso fim.Como diziam os grandes mestres do passado,é necessário que a humanidade passe por todas estas provações,é necessário que a humanidade seja enganada e esmagada para que um dia já refeita dos seus erros e enganos,ela possa renascer para a vida que a espera,para lá dos limites e de todas as armadilhas mortais que os inimigos do homem lhe destinaram.
Subscrever:
Mensagens (Atom)