sexta-feira, 30 de janeiro de 2009

120 anos do nascimento de António Oliveira Salazar


António de Oliveira Salazar nasceu na aldeia de Vimieiro perto de Santa Comba Dão no dia 28 de abril de 1889 e faleceu em Lisboa no dia 27 de julho de 1970.Antes de entrar na política foi professor na universidade de Coimbra.Entrou na política em 1928,tomando conta da pasta das finanças,procedendo ao saneamento das finanças públicas,pois como é sabido,Portugal encontrava-se numa situação de bancarrota.A partir de 1932 é eleito presidente do conselho de ministros,cargo que ocupará até 1968.O seu sistema de governação era um sistema apoiado na doutrina social da igreja católica,orientando-se para um corporativismo de estado autoritário.Não era um regime fascista,sê-lo-ia somente nos primeiros anos,sendo essa via abandonada e seguida a via de um regime autoritário e corporativista como já foi referido.Esteve longe de ser um regime fascista,como gosta de afirmar a esquerda escumalha,que á semelhança dos termos racismo e xenofobia,utiliza o termo fascismo indiscriminadamente e por tudo e por nada.Para terminar apenas direi que os esquerdistas pensam que rotulando o nacionalismo e os nacionalistas de fascistas acham que nos estão a ofender...bem pelo contrário,para mim,pessoalmente esse termo é um elogio!O salazar era fascista,dizem e afirmam eles até á exaustão.E os actuais políticos o que são?Pois,são os maiores ladrões da história,que é trinta vezes pior do que ser fascista!!


"Não se fecham os olhos nem á razão nem á prática;aproveita-se do que outros têm tentado e do que se viu no nosso próprio país na conturbada época que nos precedeu;mas não se garante que tudo quanto em pormenor a nova constituição estabelece seja o melhor.Na transformação política e social a que estamos assistindo,que estamos vivendo,a preparar,num mundo em convulsões,o futuro da nossa pátria,temos de atinjir,como for possível,este dualismo difícil-estudar com dúvida e realizar com fé." In antologia de Salazar-1909/1953

O estado:
Em certos lugares do mundo há ainda povos e rebanhos,mas não entre nós,irmãos:entre nós só há estados.
O estado?O que vem a ser isso?Vamos! Abram os ouvidos,porque vos vou falar da morte dos povos.
O estado é o mais frio dos frios monstros.É frio mesmo quando mente;e eis aqui a maior mentira que sai da sua boca:«Eu,o estado,sou o povo».Mentira!Os que criaram os povos e lançaram sobre as suas cabeças uma fé e um amor,esses eram criadores,assim,serviram a vida.
Mas destruidores,armaram laços á multidão,e a isso chamam"estado";suspenderam sobre as suas cabeças uma espada e cem apetites.Onde há ainda um povo,aí o estado não é compreendido,mas odiado como o mau-olhado,como um pecado contra a moral e o direito.
By Éliphas Lévi in "a chave dos grandes mistérios".
É hora de todos os nacionalistas se juntarem,independentemente de algumas diferenças de pormenor ou de índole ideológica.Não podemos continuar nesta senda separatista que tem caracterizado o movimento nacionalista em Portugal,porque a diferença de opinião de cada um,contribui potencialmente para um efectivo crescimento do movimento nacionalista e não pode ser uma fonte de discórdia ou de antagonismos.Há que separar o trigo do joio,evidentemente,mas uma ideia ou uma opinião só serão válidas ou possíveis se forem aceites como tal. São ideias e opiniões.E só depois desse exercício com a devida análise crítica se poderá aceitar ou não uma ideia ou opinião.Tenho visto e reparado que exitem muitas cisões no meio nacionalista,desde a não implementação de uma doutrina ideológica que sirva e faça crescer o nacionalismo até uma falha de princípio que mina constantemente a credibilidade dos nacionalistas.Esta falha de princípio que aqui refiro,não será bem aquilo que muitas pessoas possam pensar,é mais uma insustentabilidade lógica do nacionalismo.Passo a explicar:o nacionalismo não pode,na minha opinião,continuar a ser visto como simplesmente uma forma alternativa de governação e atitude social.Tem neste momento de ser transposto para a realidade que estamos a viver,que é uma realidade de destruição dos povos e do mundo.Ora isto implica uma reformulação dos princípios nacionalistas,reformulação não no sentido de substituir os seus princípios por outros,mas sim,ampliá-los e transportá-los para o contexto da nossa actual época.O nacionalismo,enquanto campo ideológico,tem de fazer valer as suas convicções e pontos fortes se quiser vingar num futuro a médio prazo.E os pontos fortes do nacionalismo são muitos e diversos(este assunto será aqui abordado em breve).Perante a investida incessante dos agentes da desgraça,é imperioso unirmos esforços e é para isso que nasceu este blog,juntamente com os existentes,este blog pretende ser tão só,mais um a equilibrar o combate.
Eu não vivo para viver,nem tenho nenhum segredo.Apenas me limito a descrever,a desordem e o sossego.