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sábado, 9 de junho de 2012

Valor histórico da doutrina fascista

«Este movimento renovador não é nem pode ser um regresso às ideias medievais. A ideia de que o movimento, iniciado com a reforma e culminando com a Revolução Francesa, era orientado contra as ideias e instituições da Idade Média, é uma opinião difundida, mas errada. Em vez de negação, deve antes ser classificado como desenvolvimento e realização das ideias medievais. É preciso não esquecer que a Idade Média, sobretudo do ponto de vista social e político, foi desagregação e anarquia. Caracterizam esse período o enfraquecimento, senão o aniquilamento, do estado representado pelo Império romano, transportado primeiro para o Oriente, depois para a França, de seguida para a Alemanha, mas tornado a sombra de si próprio; o pulular de forças usurpadoras da soberania do Estado em perpétua luta e concorrência entre si; o triunfo do espírito individualístico e particularístico; não é contra a Idade Média que se revolta o movimento individualístico e anti-socila dos séculos XVII e XVIII, mas contra a restauração do Estado realizado pelas grandes monarquias nacionais. A luta desse movimento contra as instituições medievais sobreviventes da Idade Média que tinham sido incorporadas no novo Estado unitário, foi apenas uma consequência da luta empreendida contra o Estado. O espírito profundo do movimento provém, precisamente, da Idade Média. devido ao novo desenvolvimento económico, mudou-se apenas o ambiente social em que esse espírito actuou. O individualismo dos senhores feudais, o particularismo das cidades e corporações, foi substituído pelo individualismo e pelo particularismo do estamento burguês e das classes populares. Eis tudo.
A ideologia fascista não representa, pois, um regresso à Idade Média, com a qual se encontra em perfeita contradição. A Idade Média é desagregação, o Fascismo é socialização. Antes assinala o fim da Idade Média, prolongado cerca de quatro séculos além da época em que os historiadores dizem ter terminado e de que a anarquia social democrática dos últimos trinta anos tem sido a continuação.
Bem sei que, como movimento intelectual, o valor do fascismo escapa a muitos e que é negado sistematicamente pelos adversários. Não haverá má fé nessa negação, mas a incapacidade de o entender. A ideologia liberal-democrática-socialista dominou durante séculos e quase em absoluto a cultura italiana, pelo que assumiu na maior parte dos homens por ela educados o valor de verdade absoluta, quase de lei natural. Deste modo, fica suspensa qualquer faculdade de autocrítica e até a possibilidade de compreender uma doutrina diversa. Tudo isso é muito natural e é preciso tempo para modificar a situação. De resto, como movimento de cultura, o fascismo está apenas no início.»


In "Para a compreensão do fascismo" de António José de Brito.  

quarta-feira, 6 de junho de 2012

O socialismo do ponto de vista fascista

«O defeito capital do método socialista foi claramente demonstrado pela experiência destes últimos anos e consiste em que, ao não ter em linha de conta a natureza humana, se coloca, por isso mesmo, fora da realidade. A realidade é que o impulso mais forte das acções humanas se encontra no despertar do interesse individual e que, eliminar do corpo económico o interesse individual, significa introduzir a paralisia naquele. A supressão da propriedade privada do capital implica a supressão do capital, uma vez que o capital se forma com o aforro, e ninguém pretende aforrar, antes pretende consumir, quando não se lhe dá o poder de conservar e transmitir o fruto do próprio aforro. Mais: a destruição do aforro é o fim do capital, é o fim da produção; em quaisquer mãos que esteja, o capital é sempre um elemento indispensável de produção. A organização colectiva da produção significa a paralisia da produção, pois, suprimido o mecanismo produtivo, o estímulo dos interesses individuais, a produção torna-se mais escassa e dispendiosa. O socialismo - a experiência assim o confirma - conduz ao aumento do consumo, à diminuição da produção e do capital, ou seja, à miséria. De que vale, pois, construir um mecanismo para uma melhor distribuição da riqueza, se é a própria riqueza que aquele mecanismo seca nas suas fontes? O erro fundamental do socialismo é fazer da propriedade privada uma questão de justiça, quando se trata de um problema de utilidade e necessidade social. No reconhecimento da propriedade individual não é o ponto de vista individual que triunfa, mas o ponto de vista social.»



In " Para a compreensão do fascismo" - António José de Brito.

segunda-feira, 26 de março de 2012

O liberalismo segundo Paiva Couceiro

«Ensina a experiência histórica que há doutrinas que quebrantam os países, e degradam os homens, - como o cesarismo, o absolutismo, e o liberalismo;
Que há doutrinas que destroem civilizações e geram servos da gleba, - como o marxismo da Rússia soviética;
E que há doutrinas construtivas e engrandecedoras, que preparam homens viris, e porventura heroís, como o tradicionalismo Português dos primeiros séculos da monarquia. Concretizando a questão na actualidade portuguesa, poderá dizer-se sinteticamente que as causas da decadência bem se verificam no liberalismo, quer por si próprio, quer pelas suas ascendências absolutistas, e descendências socialistas e comunistas, - caminho da anarquia, porta aberta para a intervenção estrangeira, conforme sucedeu em Espanha entre 1931 e 1939.
Deve dizer-se em boa justiça que o nosso libelo contra o liberalismo, não visa as suas alegadas finalidades de liberdade e fraternidade, que são cristãs e justas, e como tais dignas de franca aprovação, mas sim e apenas as suas fórmulas de realização prática, por estas serem contraproducentes, e muito inferior às que empregou o tradicionalismo medieval.
De facto o regime liberal, particularmente nos países latinos, trouxe pelo seu individualismo, o prevalecimento da feição egoísta e comodista do homem; pela sua estrutura plutocrática, e pela entronização consequente do burguês capitalista, deu a primazia ao ouro e ao amor do ouro; pelo seu princípio do seufrágio inorgânico, trouxe o partidarismo e a corrupção eleitoral; pelo seu laicismo, - não diremos ateísmo, reuziu a religião a verniz externo, e formalístico, sem profundeza nas almas, o que provocou esfriamento da ideia de Deus, como luz, vida e caminho dos homens, das nações e dos estados.»


Henrique de Paiva Couceiro in Profissão de fé - Lusitânia Transformada.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se VI

D. Manuel II, filho de D. Carlos I, reina de 1908 a 1910. O ambiente em Portugal é infernal, poderia dizer-se que o diabo estava à solta, as lojas maçónicas conspiravam de dia e de noite, até que em 4 de outubro de 1910 os acontecimentos começam a precipitar-se, no dia seguinte, 5 de outubro de 1910, é oficialmente instaurada a república em Portugal. Termina um período de 767 anos de monarquia para se iniciar uma répública, muito antagónica em relação aos interesses de grande parte da população.

Os dois grandes partidos já tinham surgido: à direita, os regeneradores, à esquerda, os progressistas. A suposta unidade que lhes é conferida não tem valor algum, pois, esta revela-se muito frágil aquando de uma crise, por simples que seja. Os anos passam de 1910 a 1926, a pouca vergonha de mais de 40 governos, resultou no desligamento das massas, os partidos começam a ver a sua actuação em causa.

Salazar torna-se o único homem (haveria poucos, para além dele) com discernimento e inteligência para acabar com a balbúrdia do erro da 1ª república. Portugal está em bancarrota, e só um homem sério como Salazar para tirar Portugal do caos, produzido pela maçonaria e pelo liberalismo. Não foi por acaso que Salazar atacou depois a maçonaria, não o fez por simples princípio católico, bem longe disso, Salazar sabia e entendia perfeitamente das conspirações que a maçonaria tinha criado e continuava a criar. É revelador por exemplo, o facto de Fernando Pessoa e Norton de Matos terem escrito em 1932 um livrinho: Antologia da maçonaria, onde nesse livro pedem expressamente ao Sr. António Salazar que haja algum decoro e bom senso nas perseguições que se façam a maçons, que nem todos pertencem às pérfidas sociedades que se dedicam a baixos propósitos que em muito denigrem a verdadeira maçonaria. Pessoa não era maçon, mas conhecia os princípios ocultos, que nada têm a ver com a maçonaria surgida após o século XVIII. Norton de Matos era maçon, embora fosse à loja poucas vezes, Salazar tanto quanto se sabe, não censurou a obra nem tão pouco os autores. Fala-se inclusive, embora não se possa provar isto, que houve após a saída desse livrinho, uma reunião entre Salazar, Pessoa e Matos, nada se conhecendo do que foi debatido nessa reunião. Salazar era católico e tradicionalista, não era propriamente anti-maçónico, reconhecia com total clareza que a maçonaria era prejudicial ao país e aos portugueses, por ser contrária a qualquer nacionalismo, por ser anti-religiosa, anti-tradicional e sobretudo, pelo gérmen de plutocracia que traz latente em si.

Salazar morre na pobreza e é enterrado na sua Santa Comba natal. As correntes maçónicas voltam a agitar-se. É tempo de se acabar de destruir o país, a (pseudo) revolução de Abril instala novamente a discórdia entre os portugueses. O PREC foi o exemplo máximo do desvario e da insanidade que se apoderou do país.

Portugal entra na união económica europeia. Perde a sua soberania e começa a perder a sua identidade, a insanidade continua. Não tem mais fim à vista.

Preparem-se pois para a grande tribulação. Ela já começou e atingirá o seu ponto crítico com brevidade.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se V

Portugal vive neste momento a sua fase mais sombria da descida aos infernos, praticamente na fase derradeira. O mais baixo materialismo domina quase todos os aspectos da vida humana, traduzindo-se esta situação num novo obscurantismo social com novas nuances, há sectores que querem apagar a história, ou adulterá-la ainda mais. Outros querem uma reformulação da história, eliminando inimigos (revisionismo histórico), promovendo grupos subversivos (BE, PAN e outros) para que também a antropologia sofra um corte radical - a ética, como função importante que desempenha não pode ser sujeita a desconstrucções analíticas e marxistas, que lhe retiram todo o seu sentido e beleza. A filosofia não tende para o abstracionismo, bem pelo contrário.

O que existe na democracia Portuguesa? Porque se fala insistentemente nela? Garante-nos alguma coisa?
Liberdade, carradas dela. De expressão, de movimentos, de acção, de inicicativa, de greve, de panfleteria, de romper esquinas lá pelos tascos, de roubar e assaltar impunentemente se se pertencer a certas etnias ou raças, se isto não é racismo(!?), de pertencer à casta, nova casta dos coitadinhos, criada e inventada pela maçonaria, como não poderia deixar de ser, esses também podem reclamar e partir, que está tudo bem.
Ora, ser democrata hoje em dia, é o pior exercício que o homem poderia querer.

Alguém no seu perfeito juízo considera que o seu esforço e trabalho possa servir para desmandos destes e ainda por cima, lhe serem recusados os seus direitos, sempre que necessite deles, só por não pertencer à casta acima referida? Não só é eticamente louvável não participar duma coisa destas, como qualquer pagador de impostos e taxas por tudo e por nada deveria em larga medida deixar de contribuir para este estado de coisas. Já nem sequer falo aqui do saque institucionalizado e do roubo descarado, seria fastidioso.

A fase derradeira da descida aos infernos do nosso país dar-se-á com a saída do euro. É inevitável que tal cenário não aconteça, as medidas de austeridade, saídas como sempre das lojas maçónicas, irão contribuir amplamente para isso. E por falar em austeridade, diga-se a propósito, que muito autores e economistas diziam já no final da década de 70 do século passado, que a austeridade só poderia ter efeitos se aplicada a rendimentos mais altos e não aos mais baixos. Para além da famosa curva de Laeffer, que diz muito claramente que quanto mais os impostos sobem, menos receita efectiva o governo apura. Tudo isto já era conhecido nos anos 1970, mas nunca ninguém ligou muito a isso, e os resultados estão à vista.

continua

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se IV

D. Carlos I foi um rei com um grande sentido de Portugalidade, enfrentou a inglaterra e o ultimato feito ao nosso país em 1890, conseguindo refrear os ímpetos ingleses. Não teve gente à altura para o ajudar, caso contrário a história poderia ter sido diferente.
Na realidade a monarquia portuguesa não acabou com o regicídio em 1908, tinha acabado antes, já nos reinados de D. Luís e de D. Pedro V, a constituição foi por diversas vezes alterada para satisfazer caprichos de loja e de influências, o que retirou progressivamente margem de manobra à figura do rei. Em 1910, instaura-se a república, já em pleno início da 4ª iniciação de Portugal, com a maçonaria triunfante, os efeitos da descida aos infernos ainda se mantinham com as revoluções e as desordens permanentes da 1ª república, até que em 1928 o país renasce das cinzas, ou pelo menos tenta renascer.
Nova investida antes da década de 80 do século XX por parte dos poderes, iniciou a actual 4ªdescida de Portugal aos infernos, com a consequente perda de soberania que se seguiu à adesão do país à união europeia.

Daí em diante, a leitura dos acontecimentos só poderá ser séria conhecendo-se bem o que está a acontecer. Portugal encontra-se neste momento em plena 4ª descida aos infernos, já na fase derradeira, no entanto, essa fase pode revelar-se ainda longa.


continua

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se III

A partir de 1853, sobe ao trono D. PedroV. Tem um reinado curto, oito anos, até 1861. Foi criado nos ambientes demoliberais, em alta efervescência nessa época, era descrito como um rei apático, infeliz e tímido. Apesar da aparente tranquilidade do reino nessa altura, Napoleão III a mando da maçonaria, tenta uma investida contra Portugal que não surtiu efeito, e para se vingar, a maçonaria acusa, caricatamente, uma ordem de freiras de ser a responsável de toda a situação! Portugal aproximava-se vertiginosamente do final da sua terceira descida aos infernos.

D. Luís, é o rei que se segue, irmão de D. Pedro V, reinará de 1861 a 1889. Apesar de ter tido um longo reinado, não tinha poderes suficientes para alterar o "status quo" vigente, o jacobinismo puro e duro e o anti-tradicionalismo.
Era um rei artista, segundo Eliade, tocava violino, lia e traduzia Shakespeare, mas apático e desligado da realidade do país.
Os planos de desintegração nacional seguiam de vento em popa, o liberalismo (o protótipo) começava a tomar conta da alma portuguesa. É a fase derradeira da terceira descida de Portugal aos infernos.


D. Carlos I, foi o único rei que teve coragem e determinação para lutar contra a maçonaria e as ordens secretas que surgiram por todo o lado, pagou essa ousadia com a própria vida em 1908.


continua

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa desfazer-se II

Logo após o início do reinado de D. Miguel, que é muito mais do que um acontecimento simbólico, a antropogenética nacional vem ao de cima, o país vive dias de paz, há um clima auspicioso no ar, e de maneira nenhuma houve um regresso ao obscurantismo decadente da idade-média, onde o clero tinha posição de destaque. Essa época acabou a partir do século XVII, mas apenas em meados do século XVIII o processo se torna mais rápido, precisamente pelo surgimento da maçonaria moderna, dita especulativa.
Foi mais uma vez a maçonaria que provocou a segunda guerra fraticida entre portugueses, tendo provocado a destituição de D. Pedro IV de Imperador do Brasil (D. Pedro I) e o seu regresso a portugal para usurpar o trono a seu irmão D. Miguel, católico e anti-constitucional coisas que os ingleses não gostavam nada.

D. Miguel capitula ao fim de quase dois anos de guerras fraticidas, segundo o próprio, e a partir dessa data fica Portugal novamente entregue às hostes maçónicas que até 1836, assassinaram milhares de miguelistas em todo o país, violando os acordos estabelecidos. Qualquer tentativa de reacção tornou-se quase impossível, a maçonaria tinha demasiada força. É o início da terceira descida de portugal aos infernos que culminaria em 1890.

D. Maria II, filha de D. Pedro, é raínha de Portugal de 1834 a 1853. Tenta por vários meios impôr ordem no caos que se vive em Portugal, mas nada consegue, de um lado, revoluções por isto ou aquilo, e por outro lado, um cada vez maior descontentamento das populações que faziam constantes apelos aos valores tradicionais, próprios da espiritualidade portuguesa. A maçonaria dá mais um passo decisivo na destruição do portugal histórico e do seu grande legado.

continua.

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se

O ano de 1750 afigura-se como de ruptura definitiva com a valha ordem instalada. O ideal: Deus, Pátria e Rei é definitivamente esquecido. Esquecido não será bem o termo ideal neste contexto, mas é inegável que o governo de D. José e do Marquês de Pombal foi ferozmente anti-católico e anti-tradicional, o que ao longo dos anos fez com que a maçonaria, primeiro gérmen do futuro liberalismo, entrasse no país e este ficasse irremediavelmente contaminado para o resto do tempo. Ainda hoje sentimos os efeitos, já indirectos, dessa nefasta situação, a manifestar-se na actual 4ª descida de portugal aos infernos.

D. Maria I tenta de seguida uma renormalização entre as habituais relações do povo português, mas nada consegue, as intrigas e os ideais da revolução francesa foram fortes de mais para uma raínha fraca, limitada pelas intrigas maçónicas e cujos seus súbditos estavam já manchados pela virulência demoliberalista. A tradição foi fortemente posta em causa, e o que se seguiu é por demais conhecido.

Quando a história é analisada de uma forma, um pouco "informal", deparam-se-nos cenários que não deixam mais dúvidas sobre o que é determinada coisa e ao que veio. Ora se Lannnes e Junot, embaixadores de napoleão em Lisboa, eram dos principais maçons em portugal na altura, facilmente se conclui que a maçonaria foi elemento principal e ponto de partida da desagregação do país.

Quem aconselhou o rei regente D. João VI na altura (1807) a refugiar-se no Brasil? Pois claro, os Ingleses e os espanhoís por via das maquinações da maçonaria, pois esta já mandava na altura em portugal e todos obedeciam às suas disposições sem pestanejar. Logo de seguida o rei regente de portugal delega poderes e responsabilidades em Beresford, maçon rival de outros maçons e como tal, a situação deixou de interessar...
os primeiros sinais de guerra civil manifestam-se.

Quando D. Miguel é proclamado rei de Portugal em 1828, entre manifestações imponentes de carácter católico e anti-maçónicas, a velha profecia da 5º idade volta a pairar nos espíritos da população portuguesa, e esta reanima-se e enche-se de brio, o salvador tinha chegado, aquele que libertaria a população das garras maçónicas.

Continua.



   

Alfredo Pimenta ontem, hoje e sempre

«Nunca até 1820, a família portuguesa precisou de ser pacificada. Mas a partir daquela data até hoje (1934), a grande preocupação dos políticos é a concórdia dos portugueses. Porque é que surgiu o desentendimento?
Porque fizeram de uma só nação, duas nações? Que se têm multiplicado de tal modo que, presentemente é difícil dizer quantas nações portuguesas convivem dentro do estado português.»