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terça-feira, 3 de junho de 2014

Pode estar iminente um golpe de Estado em Portugal?

Depois da ressaca das eleições sobra realmente muito pouco. Da grande vitória socialista, a não passar na frieza dos números de uma derrota, segue-se o discurso mais ou menos previsível da actual coligação governamental. Nada que não fosse já expectável. A social-democracia comporta-se como um "navio em alto-mar, que a qualquer momento pode afundar". O navio tem um dilema, por um lado, precisa de uma certa carga para melhor estabilização mas, por outro lado, precisa, do mesmo modo, aliviar certa carga para não correr o risco de partir a meio. A social-democracia encontra-se precisamente numa situação destas.

Com o recente chumbo do tribunal constitucional, o governo prepara-se agora para mexer na tabela do IVA. Quer parecer que, a acontecer a subida do IVA, a medida revelar-se-à inconsistente e infrutífera. Portugal não aguentará mais subidas de impostos, pode ser o fim de milhares de empresas.

Por tudo isto começo a desconfiar da actuação do tribunal constitucional. O que é mais importante? a constitucionalidade ou não de determinada medida, ou o efeito que ela poderá ou não produzir? Não parece que se tenha em conta o que acima acaba de ser questionado. A lei e a constituição estão bem feitas?, estão bem formuladas? Existem muitas dúvidas e não se compreende que um tribunal recuse sistematicamente "isto e aquilo" escudando-se apenas na constituição. É preciso ir mais fundo nas questões e o tribunal constitucional não o faz. O que pressupõe que o mesmo está ao serviço de ideais não muito claros.

Há anos que a constituição precisa de ser mudada, ou mais especificamente, revista. Mas ninguém  quer tomar esse passo. De quem têm medo? De ser chamados "reaccionários"?

Uma das bandeiras do povo deveria precisamente ser esta: "Ninguém vota enquanto não houver revisão constitucional participada pelo povo". Tal decisão política iria dar cabo de uma série de regalias, tal como por exemplo, as "dos ratos" do palácio de Raton. É talvez isto que os membros do tribunal receiam, o fim das suas "plebugices" e "regalias sem fim". As deles e de toda a seita democrática, os fazedores de leis estúpidas, os fazedores de opinião, os fazedores de toda a merda em que acreditamos desde as falsificações históricas ao despotismo democrático.

sexta-feira, 7 de março de 2014

A democracia degenera em estupidocracia

O povo português não está unido. Nunca esteve, desde o século XIX para cá. A democratização do país serviu para desunir os portugueses, e quanto mais tudo se ancora na democracia menos ordem existe. Ordem a todos os níveis. A manifestação dos polícias (6-3-2014) é um exemplo disso mesmo. 
Nenhum tipo de legitimidade pode existir na democracia portuguesa. Quem vota em quem? Quem elege quem? Votar ou ser iludido? Mas qual voto qual quê.. Polícia contra polícia? Isso não existe em nenhum estado democrático que seja saudável e fundado nos mais elementares princípios da integralidade humana. Coisa que em Portugal não se passou e, somos agora confrontados com este triste espectáculo.
Seria preferível que os polícias todos, e digo bem, todos, pegassem nos seus crachás e os entregassem ao ministério da administração dizendo: «Senhor ministro, aqui estão os nossos crachás e agora vá o senhor e os restantes membros do governo policiar a rua ou o que for..» Falar é fácil, bem sei, porque nem se sabe se isso seria legalmente possível, e também eles têm família para sustentar, casa e/ ou bens para pagar. 
Mesmo que tal procedimento não fosse possível, caso 100000, 200000 ou 300000 forças de autoridade entregassem o seu crachá, a lei seria subjugada. Instaurar processos a 100000 ou 200000 pessoas arrastar-se-ia 500 anos em tribunal. Quanto à outra situação, seria preciso organização e revezamento. 
O que se constata em democracias coxas como a nossa, é que só pela via violenta e à força se consegue alguma coisa. Isto é sintomático, e ao mesmo, paradigmático de um «Estado de não direito» e de uma grande mentira democrática (democracia parlamentar ou representativa). 
Esta gente ainda não enfiou na cabeça que só com um "25 de abril ao contrário" será possível sair do "pântano" no qual estamos amorfalhados. A democracia abrilina é um esgoto a ceú aberto de iniquidades e desmandos vários (muito antidemocráticos), e a sua fundação tem laivos de "perronismo castrante" para além de uma doutrinação achincalhada pelos mestres da traição à pátria no pré e pós 25 de abril.

quarta-feira, 4 de setembro de 2013

Grandes verdades - Camilo Castelo Branco

«(...)  -Tens, portanto, cubiça de riquezas?
- Não. Tenho vontade de trabalhar para os meus filhos. Quero imitar meu pae.
- É louvável o propósito; mas duvido que presistas. Teu pae não morreu rico, segundo infiro do teu património.
- Tinha vinte contos quando morreu, porque os governos de Portugal aos quaes elle confiara a maior parte da sua «fortuna», roubaram-lh´a e deram-lhe um masso de papeis que se chamam títulos de diferentes côres. Eu devia ter cem contos, se Portugal não fosse uma cafrária.
- O resultado da ambição desmedida. Esse desastre foi uma lição que teu pai te deixou. Se elle se contentasse com cem contos, e não negociasse com os cafres portugueses, esperançado em dobrar o teu património, eras tu rico hoje. E serias mais feliz?
- Não.
- Cem contos compram muitíssimos gosos com muitíssimas phezes de tristesa, de doença, de remorso próprio e de alheias lágrimas.»
 
 
A Mulher Fatal - Camilo Castelo Branco - página 122.
 


quinta-feira, 6 de setembro de 2012

O sócretininho

Tenho de dar razão aos que previam há cerca de um ano e três meses atrás, que Passos Coelho era um "sócretininho" em potência. Parece até tê-lo ultrapassado (ao sócretino). A marcha da destruição do país segue imparável, ao contrário do que muitos supunham, eu incluído.
 
Quanto aos mé(r)dias, os mesmos dedicam-se afanosamente à desinformação, debitando algumas inverdades e distorcendo contextos.
O retrato do país é "anémico", "surreal", a raiar o absurdo total... Alguém que explique; Se Portugal tem um problema de dívida, como pagar a mesma se é retirado poder económico às famílias e às empresas? Que receita neoliberal é esta de "estrangular economicamente" o "povão"? Assim não se paga qualquer dívida, protela-se a mesma indefinidamente, pois que os fins justificam todos os meios. E o "povão" é "carne para canhão".

No tempo do "fascista", lá com todos os seus defeitos e erros, o país pagou a dívida da 1ª república (que também era colossal), um novo "fascista" ressurgirá das trevas para acabar com a pandiceia partidocrática da 3ª república. E conjuntamente com 2 ou 3 ministros, tal como no tempo do 1º "fascista", pagar-se-á a dívida da 3ª república.

A história repete-se; o tempo é circular, vivemos os mesmos problemas (com amplitudes diferentes) de há cem anos atrás. Seria de bom tom começar a tirar-se as devidas ilações.

terça-feira, 29 de maio de 2012

Apreciação simbólica da elite democrática

A economia de mercado aliada à globalização criou o maior paradoxo dos tempos correntes. O homem é o lobo do próprio homem. Tal como o deus do tempo, Cronos, vai-se "devorando a si próprio". Mas o caso aqui é bem mais grave; É indisfarçável o clima de podridão que governa o país mais ocidental da europa.

Vale tudo para continuar a sacar uns milhões à custa do cidadão anónimo pagador de impostos. A cada novo "sub-imposto" que se cria é criado simultaneamente um novo canal que permite a sonegação de dinheiro que serviria a outros fins.

Que ninguém se iluda; como dizia o sócretino aqui há tempos: «as dívidas não são para pagar», tinha toda a razão... a «dívida» é a nova prisão da humanidade. Por ela se cometem as maiores fraudes e ilegalidades; só não vê quem não quer...

Porque simplesmente o pagante é inculto e falho de pensamento (não na generalidade, mas em boa parte) e está dominado por uma falsa democracia, o descalabro acentua-se indefenivelmente.

Um acto democrático na real acepção do termo, implica uma outra visão de democracia, sem elites que lhe desfigurem a sua essência. Eu acredito noutra democracia, não nesta, e por isso posso dizer que sou anti-democrata, tendo sempre presente que aqui democracia e anti-democracia possuem um significado diverso ao que lhes é atribuído. Isto implica que esta democracia tem de ser destruída. Ela própria se encarrega de o fazer, pois tal como Cronos faz em relação ao tempo, acaba por ser vítima dos seus nefastos procedimentos; o feitiço está a virar-se contra o feiticeiro.

Já não há máscaras que possam salvar este modelo demo-liberal. Está carcomido até ao umbigo. Mas claro que à hecatombe que se seguirá, a parte mais pesada dos detritos afectará em maior medida o cidadão anónimo sempre pagador de impostos. Os restantes, os flamejadores de bujardices democráticas, dirão aquilo que sempre se disse num modelo demo-liberal; os mercados meus caros, o primado do materialismo grosseiro em detrimento, cada vez mais decisivo, da espiritualidade e da contra-parte divina do homem.

O número é um operativo normalizável, mas hoje o seu significado foi transformado, o número é um operativo não normalizável, que desune continuamente em lugar de unir. Atenção aos números, quer naturais quer compostos... não servem apenas para contar e realizar operações diversas...

Bem vistas as coisas, já sabemos que está a começar o euro 2012, e durante pelo menos 12 dias, serão cometidas as maiores bizarrices de fundo, ninguém dará por isso pois tudo estará entranhado até às orelhas a ver os jogos da selecção, e a discutir as críticas e contra-críticas aos jogadores que representam Portugal.                    

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Lagarde, os gregos e a África sub-sariana

As mirabolantes declarações de lagarde a um jornal Inglês sobre os gregos, são a prova provada da «instrumentalização política» ao serviço da agenda Bilderberg. Não meus amigos, não é teoria de conspiração, e como o acaso não existe...

A senhora Lagarde esquece-se de um pormenor muito importante; é que a África sub-sariana tem os problemas que tem, devido em grande parte à actuação da própria e dos seus amiguitos do FMI. Conjuntamente com os governos ditos democráticos(??), as multinacionais e os governos africanos fantoches ROUBAM as riquezas em que esse continente é fértil, fazendo a maior parte da população viver na miséria.

Ora isto é um problema com o qual os europeus, neste caso os gregos, (excepto os seus governantes crápulas) nada têm a ver. Se os gregos não pagam impostos, isso é assunto de outro foro. É altamente imoral misturar as coisas. Como se as crianças gregas não fossem merecedoras de tanto respeito como as africanas.

As graçolas próprias de gente que nunca fez nada na vida, que nada sabe da vida senão instrumentalizar e deturpar, deveriam dar direito a prisão (talvez noutro planeta). Por outro lado, isto acontece devido à ignorância generalizada dos europeus, em matéria de história. Se as pessoas conhecessem a história teriam outra atitude cívica e política.

Da deturpação dos factos à limpeza étnica vai um passo, e Lagarde mostra o caminho, hoje os gregos, amanhã os portugueses...

Mas entretanto, pode ser que ela se foda, ela e outros da sua laia. Este vernáculo e o que se seguirá no final, não é utilizado de má fé nem sob princípios de má educação, corresponde simplesmente a um sentimento generalizado de indignação perante tamanhos achincalhamentos. Está na moda ser preto, escuro, cigano ou mafomeiro, coitadinhos dos excluídos da sociedade por via dos brancos racistas....

Lagarde: vai para a puta que te pariu, tu e os restantes maltrapilhos da tua laia. Ardei nos confins da ignomínia.

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

O país dos palhaços e o nobel da economia

A recente entrevista de Paul Krugman a uma estação de televisão, mostra claramente que a economia actual é um mar de enganos.

Descer os salários dizia ele. Mas que salários, e de quem? O Sr. Krugman por acaso conhece alguma coisa de Portugal? Não, não conhece, e claro está que baboseiras destas são apenas para distrair os incautos.

O Sr. Krugman e outros que tais alguma vez pensaram em reduzir os seus salários? Claro que não, pois consideram-se uma estirpe à parte. Na opinião destes economistas de franjinha, apenas o povo ou os comedores inúteis devem ter os seus salários diminuídos, para que os senhores economistas possam continuar a limpar milhares de euros dizendo banalidades. Num país de palhaços como este (e não é de ãnimo leve que digo isto), qualquer camelo vem botar asneiras pela boca fora, como se de uma obra de caridade se tratasse.

Que pena não ter caído uma bomba nos estúdios dessa televisão durante a entrevista.