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sexta-feira, 28 de março de 2014

Falta pouco para se comemorar o dia mais anti-nacional de sempre

40 anos de democracia deveriam ser motivo de regozijo para um povo inteiro, para a nação propriamente dita. O sentimento, aquele verdadeiro sentimento que não engana nunca, mostra precisamente o contrário. Não há democracia onde impera o vazio ideológico, não apenas no sentido de ideologia política  mas igualmente do respeito pelos valores e tradições ancestrais. Não há democracia onde os direitos mais fundamentais são constantemente postos em causa em nome do poder e do dinheiro. Não há democracia quando não se valoriza quem trabalha e se esforça, quando não se reconhece o mérito e se premeia o facilitismo, o incumprimento, numa palavra, o "utilitarismo económico". 

Quem de si, no seu perfeito juízo, pode dizer que vive num país democrático? 
Aparentemente, e este é um pressuposto muito bem fundamentado, vivemos com a "certeza" de termos saído de uma ditadura para passarmos a ser uma democracia.

Que terrível engano. Vou dizê-lo aqui alto e bom som: A democracia saída de abril serviu para tirar os ladrões e corruptos da prisão. Serviu para serem lançadas as bases para a maior roubalheira que jamais se viu (isso está a acontecer agora). Serviu para os que fizeram a descolonização exemplar não tivessem que responder pelos seus crimes. E serviu, por último, e não menos importante, para se destruir o país mais antigo da Europa.

Fico-me por aqui para não chocar os bem pensantes muito democratas. Continuarei numa próxima. Pequeno interlúdio...


quarta-feira, 19 de março de 2014

A paródia democrática Vs. Referendo da Crimeia

Eu rio-me a bom rir quando ouço e leio as declarações dos políticos de caca da UE, que não foram eleitos por ninguém, virem condenar o resultado do referendo da Crimeia. «Viola o direito internacional», dizem uns, como se o direito internacional não fosse violado todos os dias e a toda a hora em nome de interesses sujos, «viola a integridade territorial da Ucrânia», afirmam outros, como se a integridade de muitos territórios não fossem violada a todo o momento por indivíduos que não foram mandatos para o fazer.

Na Europa a única democracia que faz jus ao nome é a da Suiça, onde existe uma democracia directa em que os cidadãos do país são chamados a manifestarem-se em assuntos importantes. Aplicado agora o mesmo sistema na Crimeia, o mesmo é considerado ilegal pelos da "Paródia democrática", sem esquecer os "americaines" que também eles vão alinhando na paródia. 

A Rússia não precisa da UE para nada, mas a UE precisa da Rússia. Eis o grande pecado, e os cagalhões que pululam em bruchelas e em whasingtone querem mudar isso à força.

Está na hora de o cidadão acordar e dar uma lição a estes políticos de caca e aos seus amigos monopolistas, frequentadores de clubes maçonéticos, bilderbergs e trilaterais de testículo esticado. 

terça-feira, 11 de março de 2014

O circo está armado - sanções à Rússia

Quando é que os especialistas de caca vão explicar às pessoas que sanções a qualquer país apenas prejudicam o povo e nunca qualquer regime ou políticos que dele façam parte? As sanções não servem para nada e neste caso da Rússia é ainda pior, pois, a grande verdade, é que a Rússia não precisa da União Europeia para nada. É claro que o leviatão que domina a Europa não gosta nada dessa situação e quer ver se arranja um "caldinho". Porque também, e sobretudo, a União Europeia precisa da Rússia.

Esquecem-se os merdentos da União Europeia que estão a meter-se com o tipo errado, tal como o bacoco da América. A Crimeia sempre foi russa, os seus habitantes são maioritariamente russos, portanto de nada adianta papaguear argumentos falsos e destorcidos da realidade. 

Eles que apliquem sanções à Rússia que os mesmos verão depois o que irá acontecer... mas também, tenho a sensação, que alguns dos filhos da puta que desgovernam a Europa querem que isso aconteça...

sexta-feira, 7 de março de 2014

A democracia degenera em estupidocracia

O povo português não está unido. Nunca esteve, desde o século XIX para cá. A democratização do país serviu para desunir os portugueses, e quanto mais tudo se ancora na democracia menos ordem existe. Ordem a todos os níveis. A manifestação dos polícias (6-3-2014) é um exemplo disso mesmo. 
Nenhum tipo de legitimidade pode existir na democracia portuguesa. Quem vota em quem? Quem elege quem? Votar ou ser iludido? Mas qual voto qual quê.. Polícia contra polícia? Isso não existe em nenhum estado democrático que seja saudável e fundado nos mais elementares princípios da integralidade humana. Coisa que em Portugal não se passou e, somos agora confrontados com este triste espectáculo.
Seria preferível que os polícias todos, e digo bem, todos, pegassem nos seus crachás e os entregassem ao ministério da administração dizendo: «Senhor ministro, aqui estão os nossos crachás e agora vá o senhor e os restantes membros do governo policiar a rua ou o que for..» Falar é fácil, bem sei, porque nem se sabe se isso seria legalmente possível, e também eles têm família para sustentar, casa e/ ou bens para pagar. 
Mesmo que tal procedimento não fosse possível, caso 100000, 200000 ou 300000 forças de autoridade entregassem o seu crachá, a lei seria subjugada. Instaurar processos a 100000 ou 200000 pessoas arrastar-se-ia 500 anos em tribunal. Quanto à outra situação, seria preciso organização e revezamento. 
O que se constata em democracias coxas como a nossa, é que só pela via violenta e à força se consegue alguma coisa. Isto é sintomático, e ao mesmo, paradigmático de um «Estado de não direito» e de uma grande mentira democrática (democracia parlamentar ou representativa). 
Esta gente ainda não enfiou na cabeça que só com um "25 de abril ao contrário" será possível sair do "pântano" no qual estamos amorfalhados. A democracia abrilina é um esgoto a ceú aberto de iniquidades e desmandos vários (muito antidemocráticos), e a sua fundação tem laivos de "perronismo castrante" para além de uma doutrinação achincalhada pelos mestres da traição à pátria no pré e pós 25 de abril.

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Num país quarto-mundista onde arde tudo

Mais um bombeiro (neste caso bombeira) que morre a combater um incêndio. Eleva-se já a cinco o número de bombeiros mortos neste mês de agosto. O que por si só é uma vergonha. Seria legítimo que os bombeiros se unissem e se recusassem a ir para os incêndios enquanto esta ausência de leis e justiça não for invertida. Que lá fossem os senhores ministros e os juízes e já agora também os fazedores de leis estúpidas.
 
As populações deveriam exigir pena máxima para todos os incendiários deste país. Enfiá-los na prisão, mas pô-los a trabalhar, a apagar incêndios, na linha da frente. E se tal não vier a acontecer, destituir os juízes que tomem decisões contrárias às acima indicadas.
 
E a todos aqueles especialistas de merda que vierem com a retólica que os incendiários são pessoas desequilibradas e tal, mandá-los para a puta que os pariu e dizer-lhes na fronha que os desequilibrados e os tolinhos são eles próprios.
 
Enquanto as leis não endurecerem relativamente a este assunto isto não terá fim, perante os sórdidos interesses que por aqui circulam.
 
Isto só endireita à chapada e à bastonada.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Desmontem-se os mitos

O "ansiolítico" perfeito para as mentes adormecidas dos nossos dias é a Democracia. O conceito de democracia é muito dúbio, muitos foram os autores que disseram que o conceito carecia de uma certa base essencial em si, para que a mesma pudesse de facto gerar uma democracia no verdadeiro sentido da palavra. Discordo do termo democracia quando o mesmo se refere à democracia representativa ou parlamentar. A existir democracia, só se for a democracia directa pois pela amostra tida com a representativa, isto caminha em direcção ao pior Totalitarismo.
 
A democracia pós-modernista do século XXI é a maior "fábrica de doentes mentais e de loucos" de sempre da nossa história contemporânea. Caminhamos para um progressivo esvaziamento ideológico, de sentimentos fortes, e por outro lado, esquecemos a história, menosprezamos as nossas origens em favor de uma subcultura fundada nos mitos panteístas da pantocracia reinante desde a malfadada revolução de 1789. No meio de todo este caos, onde as ideologias são reduzidas à sua condição mais esfarrapada, o homem vê-se confrontado consigo próprio isolado num mundo onde o virtual impera [mais que não seja para gratificação dos sentidos da populaça] sobre o real. O fantástico dá lugar ao escandaloso.
 
Tudo é normal numa sociedade de anormais; não interessa mais se uma coisa é ou não natural, se pode ou não existir. Havendo vontade, tudo se transforma, nem que para isso se tenha de pôr em causa uma série de códigos morais e leis intemporais.   

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Verdades sobre a monarquia - II

«Contemplai os saques, que temos sofrido desde que chegou ao nosso país o sopro envenenado da regeneração francesa, os roubos, as piraterias, as contribuições, os empréstimos forçados, as espoliações dos templos, das casas religiosas, e mesmo dos particulares; e para o dizer em huma palavra, as sangrias que se tem dado no mísero Portugal, e fareis uma justa idéa do estado de prosperidade, e de opulência, a que tínhamos chegado á sombra do Governo benéfico dos nossos Monarcas, que a facção revolucionária tanto se empenha em desacreditar». [A Genealogia do Pensamento Nacionalista - Fernando Campos, pág. 26 e 27].
 
 
Apesar de vivermos numa república, sem rei portanto, estas palavras escritas há mais de 180 anos são de uma actualidade impressionante. Liberdade, democracia, igualdade, slogans cujo veneno não se dilui com o tempo, ganhando até força redobrada. O conceito de liberdade, tal como hoje é visto e entendido, é muito mais negativo do que positivo. Há liberdade para tudo, excepto para o respeito da liberdade enquanto conceito gerador de prosperidade e felicidade. A liberdade politicamente entendida é limitadora dos direitos básicos (direito natural). A liberdade materialmente vivida destrói o âmago da própria liberdade. Não existe liberdade sem ordem, disciplina e hierarquia. Coisas há muito consideradas «obsoletas e atrasadas».

Democracia, bela palavra esta. Cada vez mais vã e diluída, sem expressão consentânea com a grandeza de que deveria ser geradora. A democracia foi o elo perfeito entre a perfídia e a ganância, dois pecados aos quais não se tem dado a devida atenção.

E eis-nos chegados à situação mais absurda de sempre, a igualdade. Esta igualdade não é uma igualdade fundada na razão mas sim no nominalismo totalitarista do pós-modernismo. Não há maior crime do que querer igualar, à força se preciso for, duas coisas que são desiguais por natureza e por essência. O actual conceito de igualdade reclama igualdade para todos, obliterando muito convenientemente, que nem todos desejam essa suposta liberdade, que a bem ver, se tornou uma "prisão" para a humanidade. São cometidos os maiores crimes de lesa-pátria em nome da igualdade, são cometidas as maiores fraudes sempre em nome dessa utopia mais do que utópica.

A república do saque e a democracia dos pantocratas estão a engolir Portugal. Mas nada que pareça incomodar muito os fogueteiros do costume (amnésicos e abstémios..).

Já o disse e volto a repeti-lo: - Precisamos de um rei que venha instaurar ordem na desordem. Precisamos de um rei, que se sabe ser a única personalidade política sem «rabos de palha» e sem lóbis ou condicionamentos de qualquer espécie, que possa acabar com estes espoliamentos escandalosos  aos portugueses. Só o rei tem tal poder, de reverter esta situação e evitar que o país se desintegre em definitivo.

 
 
 
 
 
 

segunda-feira, 12 de agosto de 2013

Verdades sobre a monarquia

O príncipe pertence à ordem de princípios universais, não depende de sufrágios políticos, nem de nenhuma opinião pública, nem da confusão política gerada pela partidocracia encarniçada e nem tão pouco dos críticos desculturizados que em nome do progresso (!?) se esquecem muito convenientemente destas simples verdades. A revolução de 89 já tinha sido "plantada e cultivada" na Renascença e assim sendo, Rousseau limitou-se a aproveitar o momento político que favorável a uma espécie de "redivinização" do homem, aspirava  ao domínio do mundo. Tal utopia forjou os direitos humanos que viriam a condicionar fortemente as sucessivas tentativas de tal "redivinização".

«Que cousa he Revolução? Revolução he huma mudança desgraçada do bem para o mal, na ordem política, de que resulta alguma vantagem para os Scelerados, que a fazem». [A Genealogia do Pensamento Nacionalista - Fernando Campos, pág. 21].
«Todo o transtorno da ordem estabelecida he huma desgraça verdadeira; toda a mudança repentina é perigosa, e muito mais quando se passa de hum estado para outro estado diametralmente oposto. Se os hábitos políticos, e moraes arraigados profundamente pelo lapso dos séculos, se tem convertido em natureza, sem fazer a esta extrema violência, não se podem mudar, ou destruir, para adquirir outros em todo o sentido contrários. Eis-aqui o que intentão fazer as revoluções políticas, que se devem considerar como flagelos da Justiça Divina para punir os delictos dos homens. Sempre houverão revoluções em todos os povos antigos na ordem política, mas limitavam-se unicamente entre os Romanos á forma do seu governo, e ás pessoas que sustentavam as rédeas destes mesmos governos; revoluções moraes nunca existirão. Erão imudáveis as Leis, imudável a Religião, invariáveis os costumes, tudo era Romano até á expulsão dos Tarquinios, tudo foi Romano no Governo Consular, e passando o governo ao Estado Monárquico, não houve mudança alguma na ordem moral. (...) Com o ódio aos monarcas, apareccêo, não só o desprezo, mas ódio á religião, e aos costumes formados pela sua moral, o ódio ás Leis mais Sagradas da humanidade, ás instituições consagradas pelos séculos em que os Povos tinhão conservado a sua felicidade». [Ibidem, págs. 21 e 22]






 

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Eles andam a gozar com os portugueses

Os tão famigerados cortes de 10% nas pensões acima dos 600 euros servem para os tais que, abrangidos pelo regime de excepção, continuam a não sofrer nenhum tipo de corte e até venham a aumentar o valor das suas reformas, e nem pensar em tocar nas reformas vitalícias. Mesmo que os detentores das mesmas tenham sido os maiores traidores da história moderna.
 
Isto é gozar com o burgo, é gozar com a populaça em geral, é corrosivamente imoral e destituído de lógica. Mas a lógica não é uma "batata", há lógica neste tipo de acções, se se compreender que o que é pretendido pelas elites político-económicas é uma futura idade de escravos, a «sinificação» total, o reino do anti-cristo.
 
No campo estritamente económico, não é a mesma coisa cortar 10% num salário de 800 euros e 10% num salário de 5000 euros. A mesma percentagem nos dois domínios revela-se muito discriminatória. E sendo o combate à discriminação uma das bandeiras do ideal «pantocrático», não se compreende este silêncio da parte de centrais sindicais e afins sobre este assunto, sempre prontos para fazer greves por «dá cá aquela palha»..., huuuummm, porque será?
 
 
 

quarta-feira, 31 de julho de 2013

Num país sem lei nem justiça

Contado ninguém acreditaria no que se passa no país Portugal. Penso até que o nosso país deveria ser objecto de estudo, um case study, por parte de organismos internacionais. Senão vejamos; num país onde a média salarial rondará os 700,00 euros (estou a ser simpático), como é que se pode, por exemplo, ter os combustíveis mais caros da europa? Sim, porque se atendermos à proporcionalidade do que recebemos e do que pagamos, somos o país da europa que mais paga pelos combustíveis, pela energia e pela alimentação. Para não falar aqui de telefones, internets, impostos e outros.
 
É nesta tríade de serviços onde poisam alguns dos maiores ladrões e sanguessugas deste país. Mas para além disso, esta tríade é hoje possuidora de um poderoso mecanismo de subversão que criou e cria monopólios fortíssimos servida pela casta cleptocrata que dita leis. São estes "corjistas" de "casota democrática" que mandam nisto. São eles que influenciam a política, financiando e publicitando os maiores podres que por lá gravitam. E o grande jogo democrático de efeito "anastésico-abrilino" resume-se ao seguinte: os corjistas da "casota democrática" vão fabricando os seus homens (detentores dos principais cargos políticos) ao longo de vários anos. Quase sempre, os políticos que chegam a um lugar de destaque, são indivíduos com um passado sujo ou segredos vergonhosos, e os corjistas, sabendo disso, dominam-nos pelo pavor do escândalo.
 
Basta pensar neste actual primeiro-ministro e no seu antecessor. Dois personagens que demoraram anos a ser fabricados. O primeiro, cujo nome não escrevo aqui para não insultar o grande filósofo grego, andava aparentemente perdido lá numa câmara da Beira interior, assinava projectos sem o poder fazer, trinta por uma linha e zás chaga a ministro. Depois, mais escarafunhice, furacões e falcatruas e pumba chega a primeiro-ministro. O pior governo de sempre em Portugal. O segundo, qual personagem saído da toca, acabou o curso aos 37 anos, segundo dizem. Era um farrista de primeira, copos e ladainhas e catrapumba é o Jota de serviço durante alguns anos. Nunca trabalhou na vida, nem tão pouco tem noção do que é o trabalho. Porque a cultura do trabalho foi destruída em favor dos corjistas que não se cansam de roubar os recursos dos portugueses. Não se dá valor a quem trabalha neste país, e este é um erro que terá consequências desastrosas.
 
Mas não bastava isto aos corjistas, os mesmos ainda gozam com as pessoas, com os pais, com os filhos e com todos os que com o seu labor querem levar as suas vidas e a do país para a frente. Dois exemplos que ilustram bem esta questão: 1- os manuais escolares, produzidos por um monopólio dentro de outro monopólio maior, vão aumentar 2,6%! Em alguns casos, os manuais escolares poderão custar 484,00 euros! Estamos certamente do Dubai ou no Quatar onde cada família tem um poço de petróleo no quintal!!
2- Uma corporação de bombeiros de uma certa localidade foi multada em 2500,00 euros pela ASAE por falta de um dístico. O que é mais importante para a ASAE e os seus sequazes? Um bom serviço por parte da entidade e dos seus elementos ou a presença de um qualquer dístico?
Que bando de palhaços.
 
Então esse dinheiro não daria muito jeito a uma corporação de bombeiros? Quem vai pagar a multa? O Zé Pagode, pois claro! Que bando de filhos da puta.
 
Não poderia deixar de citar aqui os "corneteiros", aqueles psicopatas que vendem lugares no paraíso. A tríade acima falada, não é bem uma tríade, pois possui um quarto elemento que consegue passar despercebido até certo momento, os banqueiros.
A maior seita de malfeitores deste país. Os mesmos ainda têm o desplante de vir admoestar o povo pelas Tvs sempre que acha que o mesmo não se comporta como deveria. As suas intervenções roçam o desprezo total pelas pessoas, o sarcasmo sem limites e um ódio louco a todos os que denunciam a roubalheira escandalosa e a publicidade enganosa.
 
Numa futura Re-evolução, sem tiques abrilinos, estes ocuparão a primeira fila da linha de enforcamento. Terão uma morte rápida ao contrário dos corjistas, que serão dissecados com arame farpado e agulhas fervidas em azeite. Da forma que esta país está a ser conduzido, o cenário acima descrito poderá tornar-se realidade. Quando acontecer o clique final, que poderá estar próximo, tudo se transformará.
 
Falta aqui também falar de outro elemento ainda mais invisível, os "labregos sem braguilha", ou os "tapa-cuecas", a maior central de perversões a nível mundial, que gosta de tratar a humanidade como "gado". Essa seita congrega alguns dos maiores bandidos à escala planetária. Gente que não respeita o próximo e que faz de tudo e de todos coutada privada. São esses lambe-piças que manipulam a feitura das leis, dos decretos e da (in)justiça; só lhes falta como adornos a vassoura e a pá do lixo.
Todas as podridões emanam directa ou indirectamente das mansardas fedorentas, onde a crença e o culto são como a salsicha e o presunto.
 
Numa futura Re-evolução, locais como este serão dinamitados, não ficando pedra sobre pedra.

sexta-feira, 12 de julho de 2013

A débacle política e económica Vs. os veraneantes

Que espécie de doença mental se abateu sobre a sociedade portuguesa?
É a loucura filtrada do amanho carnal arrebatado às suas paixões primárias?
 
Todas as decisões políticas e económicas convergem para um futuro Estado - a escravocracia, controlada pelos plutocratas e gerida pelos cleptocratas - uns roubam e roubarão cada vez mais, outros impõem e imporão  cada vez mais também leis e decretos humilhantes para o ser humano, onde a «discricionariedade» e a discrepância de valores e intenções chagará a níveis assustadores.
Se esta situação não for invertida, veremos situações ainda bem piores do que a "podridão mental" que por aí já grassa; «gayzismo e gaymónio», aborto à vontade do freguês, liberalização de drogas e aditivos, eutanásias e "tubofanias" de toda a espécie tornar-se-ão obsoletas perante as nascentes ideologias do "vampirismo gnóstico".
 
Estamos a caminho de um possível reino do anti-cristo [eu não sou milenarista nem messianista], mas tal como dizia Jesus: «crê em mim e no Pai, o resto te será dado por acréscimo». Não era bem com estas palavras, mas estas servem na perfeição para o que aqui pretendo dizer.
Que o "diabo" anda "cada vez mais à solta", como se diz na gíria popular, é uma evidência que não deixa de crescer todos os dias, e perante o "estado de sonambulismo" generalizado, não sei o que poderá acontecer.
 
O pessoal precisa de férias e praia, se possível ficarem "Michaels Jacksons" ao contrário, cerveja e churrascos, mariscos e patos, sem esquecer a imponência desfilatória de "vedames" e "goivas".
E também a pretensa superior cultura de algumas castas desfilará pelos Assemblements da cortina fétida que lhes ampara os passos e a engrenagem encefálica.
 

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A democrata dança política portuguesa

Eu estou quase como diria o "outro", se a política portuguesa não existisse... teria de ser inventada. Mas vejamos bem o que quero com isto dizer.
 
No nosso país, desde o 25 de abril para cá, e sobretudo a partir da década de 1980, o que a política portuguesa nos revela é uma "dança democrata"; dois partidos, um mais à esquerda outro mais à direita, o da esquerda imbuído que está nas falácias sociais só sabe "escacar" a economia, sempre em nome das falácias da revolução de 1789. O outro, mais à direita, é depois chamado a intervir para pôr ordem na desordem, para pagar o que os caloteiros fizeram, e para tentar amealhar alguma coisa. Logo de seguida voltam os "líricos" com as suas preponeias e a sua cultura de "não trabalho", dando cabo do que os outros amealharam. E depois dos "líricos" foderem tudo, lá voltam novamente os primeiros para mais uma vez endireitar as contas e tentar amealhar alguma coisa. É um ciclo vicioso sem fim à vista. Todos roubam, mas com algumas diferenças, enquanto na direita vai restando algum bom senso, na esquerda vale tudo, até tirar olhos.
 
 

terça-feira, 21 de maio de 2013

A incompatibilidade jurídica entre o povo e a democracia

Em um post anterior fez-se a transcrição de um excerto do livro O Culto da Incompetência de Émile Faguet, livrinho escrito há mais de cem anos mas com uma actualidade impressionante! De seguida segue mais um excerto desse livro que é, na minha opinião, arrasador!: «A fábrica das leis é um verdadeiro armazém de novidades; talvez, melhor ainda, um jornal. E, senão, vejamos. Todos os dias se faz uma interpelação, é o artigo da polémica; interrogam-se os ministros várias vezes no mesmo dia, acerca de pequenos casos que se deram em diversos pontos, é o romance de folhetim ou o conto da secção literária, faz-se uma lei a propósito de um caso passado na véspera, é o artigo de fundo; há murros nas carteiras e às vezes nos próprios deputados, são os acontecimentos do dia. Tal é a mais exacta representação do país, a sua imagem fiel; tudo que se passou de manhã é tratado no parlamento à tarde como no café de Casteltartarin; é a lupa do país tagarela. Ora uma Câmara Legislativa não deve ser a imagem do país, mas sim a sua alma e o seu cérebro; contudo, pelas razões já expostas, a representação nacional, representando apenas as paixões do país, não pode deixar de ser o que é, ou, por outros termos, a democracia moderna não é governada por leis, mas por decretos, por isso é que as leis de ocasião são simples decretos e nunca leis. Uma lei é uma disposição antiga, consagrada para uso prolongado, a que se obedece quase sem se dar por isso, disposição essa que faz parte de um conjunto meditado, coerente, lógico e harmonioso de prescrições. A lei baseada em circunstâncias de momento não é mais do que um decreto.»
 
Estas palavras, para quem ler o excerto com atenção, são não só proféticas como se ajustam na perfeição à nossa sociedade actual. Existe uma grande incompatibilidade entre o que afirma a democracia em termos de leis e a sua efectivação no plano social, para além de que com "uma qualquer fábrica de leis" qualquer tara e vício perverso passam por lei a ser legais e muito recomendáveis. É a lei *à la carte.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Onde está a Direita Portuguesa?

É sabido desde há muito que a direita portuguesa foi desaparecendo aos poucos. Este desaparecimento começou ainda antes do fim da monarquia, e estendeu-se durante o século XX, exceptuando o período do Estado Novo. São por demais conhecidas e debatidas as causas desse desaparecimento, mas uma delas não tem tido a devida atenção; toda a acção política se baseia sobre a forma como as elites e não o povo entendem e idealizam a sociedade.
 
Considerar o homem como uma "entidade moral", subordinando a política à moral e a economia à política, são consideradas atitudes "antiquadas" e "privativas de liberdade". O núcleo central do conservadorismo é abandonado sem apelo nem agravo pela direita portuguesa. 
 
A direita portuguesa comete um "pecado" de dimensões desastrosas, pois a mesma deveria saber que o "bem comum" consiste numa certa perfeição moral, e privando o homem da sua dimensão moral o mesmo cai na «armadilha materialista», tornando-se num simples consumidor e/ou produtor. Quer o liberalismo dos inícios do século XIX quer o comunismo dos inícios do século XX, não contavam certamente com aliados destes..
 
 
A direita portuguesa, que há muito abandonou o conservadorismo, sendo co-responsável pela tese liberalista saídas das "fossas maçónicas" que recusando o carácter orgânico da sociedade, ignora que a mesma repousa na Família célula base de todas as sociedades, preferindo e exaltando o cidadão.
Cidadão esse cada vez mais isolado em si, mergulhado numa salgalhada de princípios em que o "social" é responsável por uma preocupante ausência de políticas de natalidade e familiares, mas considera o aborto como um serviço. Mas o "social" não se fica por aqui; é ver as dificuldades com as pensões o problema de uma imigração de substituição, uma crise bem "social", cultural, moral e identitária.  
 
O que restou da direita política portuguesa, está em vias de desaparecer definitivamente. O PSD, partido que segundo definições mais rigorosas, é mais de esquerda do que de direita, anda há meia dúzia de anos a "dar tiros nos pés", o que provocará o regresso do pior partido político do século XX e ainda curto XXI ao governo. O outro, CDS, segundo definições também mais rigorosas, é mais centrista do que de direita, e a sua "Democracia - Cristã" está nas calendas.
 
 
 
  

terça-feira, 14 de maio de 2013

A liberdade é falsa e sinónimo de materialismo

A partir de meados do século XVIII com a emergência da ciência moderna, o homem descobre a possibilidade de manipulação da matéria. Substitui assim o primado da contemplação desinteressada da natureza pelo primado da acção concreta sobre a natureza com fins utilitaristas.
Segundo a expressão cartesiana, o homem torna-se «mestre e possuidor da natureza», herdeiro de um novo fogo "Prometeano".
 
A liberdade passa a ser concebida em termos de potência e poder [de manipulação da matéria], preâmbulo da era das grandes invenções. Quando o Eticismo humano se reduz à sua inexpressão, a liberdade destitui-se da sua capacidade de amar e de consentir ao bem. A possibilidade do mal passa a ser a condição do exercício da nossa liberdade - e neste contexto materialista - a ausência de impedimentos exteriores, a liberdade nada mais representa que um puro movimento de inércia humana. O Maio de 68 representou o culminar da antropologia hobesiana e spinoziana: "É proibido proibir" .
 
Paradoxalmente, ou talvez não, o determinismo físico ao qual se reduz a concepção de liberdade [liberdade(s) negativa(s)] opõe-se ao exercício propriamente dito de liberdade, que supõe com efeito um certo indeterminismo da vontade.
 
O homem sendo livre, segundo os cânones modernos, não existe à "maneira do mundo físico", a natureza humana não existe, o homem é apenas um projecto. Evidentemente que o termo natureza se presta a várias interpretações, por causa das suas diversas acepções, que se tornaram fonte de problemas e equívocos. A natureza humana não era muito evocada no tempo da filosofia clássica, apenas se tentaram algumas aproximações ontológicas relativas ao ser, mas nunca foi evocada em termos científicos. A natureza era vista em termos qualitativos e não em termos quantitativos.
 
No domínio ético, a lei natural não se opõe à liberdade individual (é ver a mentira dos nossos dias que afirma o contrário): ela não é uma lei física que determina os comportamentos, mas sim uma lei moral que serve sobretudo para disciplinar as nossas consciências. Neste plano, a liberdade é considerada como uma condição da responsabilidade, uma capacidade de síntese entre as exigências humanas e a recta razão, para assim se poder criar um «bem propriamente humano».
 
 
Inexistente ou impenetrável, privada de consistência ontológica, a natureza deixou de ser vista pelos modernos um princípio de determinação ética. O racionalismo dos nossos dias proíbe toda a perspectiva qualitativa da natureza: o homem apenas se representa tendo em conta a matéria e o número, em suma, a quantidade.
 

sábado, 4 de maio de 2013

O Estado Novo e a Mitologia à portuguesa pós-modernista

Já se sabe que aqui no cantinho muito democrático, de cada vez que se fala no Estado Novo e "naquele indivíduo", o "estado de comichão" é tal que quase poderíamos ser linchados.
 
A mitologia portuguesa continua a dizer e a ensinar que a causa do atraso de Portugal deve-se "àquele senhor" e ao fascismo do Estado Novo. Só que a realidade é bem o contrário disso tudo, e são muitos os estudos que o provam; Portugal nos anos 1950 começa a crescer a um ritmo imparável. E o atraso de Portugal começa em dois períodos diferentes, no «longo século XIX português», e nos vergonhosos primeiros dezasseis anos da república portuguesa. Com  Salazar começa a convergência em relação ao resto da europa. Por muito que possa custar ouvir isto, esta é a realidade, e só lastimo que o homem não tivesse vivido mais tempo, para ver um Portugal muito mais moderno do que aquele que os "panteístas democratas" cá do sítio efectivaram.
Quanto ao patético epíteto de fascista, o mesmo nunca se poderia aplicar ao Estado Novo, pois como é sabido, o fascismo foi um fenómeno exclusivamente italiano. Não deixa de ser irónico que a esquerda portuguesa dos anos 1920 tenha glorificado Mussolini e o seu movimento, e hoje, passados quase cem anos, a esquerda utilize o termo unicamente para descredibilizar e achincalhar quem não pense como eles. É pena que a ignorância pública (opinião pública), esteja ao lado dos circuitos politicamente correctos...
 
Como os portugueses são um povo desconhecedor da sua história, quer por iniciativa própria quer por influência externa aos mesmos, as diversas teses anti - salazaristas foram obviamente muito fáceis de preparar e germinaram como erva luzidia num dia de primavera, a tal ponto, que a mentira mais descarada e desescrupulosa toma conta dos espíritos muito voláteis e frágeis, muito propensos à mentira e à manipulação gratuita.
 
E os três grandes mitos dos "panteístas democratas" cá do sítio: O orgulhosamente sós  anti - europeu, o Estado Novo e o Fascismo como causa de atraso de Portugal, e o Salazar "bonequinho" da igreja católica caíram por terra há muito tempo.
 
Claro que aos sectores politicamente correctos, e sobretudo, aos esquerdistas empedernidos e paternalistas, tais factos são muito difíceis de "engolir" e causam muita mossa, como tal, a mentira tem de continuar
 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

25 da silva - nunca mais

Comemora-se hoje mais uma data fatídica nas aspirações de Portugal. Depois da revolução liberal de 1820, da implantação da sangrenta república em 1910, eis a data charneira - 25 da silva - que tiraria (!!?) Portugal da miséria lançando o país numa senda progressista sem paralelo na nossa história contemporânea.
 
Nada mais falso, e só diz o contrário quem não for sério; o 25 da silva não serviu quem diz servir. É uma grande mentira. Liberdade de expressão, de acção e de movimentos??? Pois, mas isso vale ZERO no actual contexto político.
 
Aliás, se o período entre 1970 e 1974 (imediatamente antes da pseudorevolução) foi o período de maior crescimento económico do país e o período em que os portugueses tiveram a maior paridade de poder de compra, como justificar a revolução dos cravos? Marcelo Caetano estava a proceder a uma série de liberalizações, como justificar mais uma vez a revolução? Já não se vivia e respirava a atmosfera salazarista, como justificar outra vez a revolução?
 
Há coisas muito mal contadas sobre a revolução dos idiotas que enfiaram um cravo no cú, e uma delas é precisamente o tema tabu, marxismo. A (pseudo) revolução de 25/04/1974 mostra com toda a clareza que o marxismo foi o ideólogo de uma revolução que nunca deveria ter acontecido. Pelo menos naqueles moldes e com aqueles objectivos, apanágio dos cagões comunistas, a traição à pátria e o internacionalismo bacoco. Mas também é mais ou menos sabido que esta foi a jogada perfeita dos comunistas para os mesmos se infiltrarem nos corredores do poder, pois sabiam que não chegariam lá pela via directa.
 
Dá-me uma certa tristeza observar que ninguém neste país, àparte meia dúzia de excepções, tem coragem para denunciar o óbvio: a revolução serviu para favorecer as elites militares, serviu para instalar, subterraneamente, o marxismo e as suas nefastas teorias e serviu para fazer dos portugueses escravos e desconhecedores da sua história. Não serviu para mais nada, apesar dos larantópios de serviço não pararem de apregoar as virtudes da democracia e do estado de direito (bem torto para nossa desgraça).
 
Não há nada para comemorar nesta data, apenas se comemora uma mentira de consequências verdadeiramente desastrosas para Portugal. À destruição do país segue-se o seu enterro, de forma mais ou menos velada, sempre com os tontinhos de cravo enfiado no cú e ar altivo a desafiar tudo e todos, como se os mesmos fossem os donos de tudo o que existe.
 

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

A CEE, a comunidade e a união europeias

A construcção do actual espaço geopolítico europeu prefigura desde há muito, o «pan-gnosticismo», a «certeza» de que nenhuma crença é verdadeira, e assim sendo, a "reserva moral" do homem começa a aproximar-se do seu grau limite. Se tudo é posto em causa, muitas vezes sem qualquer nexo causal aparente, só podemos começar a questionar o grau de sanidade da sociedade.
 
Há muitos equívocos opinativos sobre a fundação da CEE, e a "paz" da qual a mesma dizem ser responsável, não passa de uma "paz podre". O recente nobel da paz deste ano é o exemplo perfeito de tal situação. A situação, aliás, foi mais do que caricata, foi estropitosa! Mas, como os interesses americanos na europa foram acautelados, e dirigindo-se os mesmos para o pacífico, malhem lá um nobel para a uniãozeca europeia, para que o povinho mascoto e inculto por decreto, acredite nessas patranhices, ganhando assim os governos (maçonaria) e os grandes monopolistas (trilateralistas e bilderbergs). 
 
E a farsa, à boa maneira "democrática", continua; em Portugal há o perigo (para o povo, claro) de o partido que mais contribuiu para o descalabro do nosso país, seja mais uma vez premiado!! O governo pode ser-lhes entregue de bandeja... e foguetes em bruxelas...  

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Portugal - a "Grécia" que não é mas virá a ser

Lá para os lados dos corredores poeirentos de bruchelas, imbuídos de uma visão "diabólica" e de um senso apurado para o clímax da decadência final, chega-se à conclusão que Portugal não é a Grécia e que os esforços de consolidação do governo português são dignos de louvor.

Dar-se-ia o caso de estarmos todos loucos, se não soubéssemos já que os "ejaculadores democratas" de bruchelas, desconhecem a realidade [aquela que mais interessava conhecer], mas, desconhecimento para os mesmos, é igual a muito poder.
 
O poder é tal que se permite legislação abusiva e destituída de qualquer base moral para opinar e sancionar contra a família, a vida, o homem, a hierarquia, a lei natural [visível por si própria, não necessita de ser explicada, nem precisa de decretos].
 
A ordem e a tradição foram substituídas pelo mergulho na selva, na salganhada, na eterna dívida, que implodirá algum dia.
 
A "grécia" que não é hoje, sê-lo-á algum dia, a continuar na senda dos elogios bruchelistas e da destruição massiva do país.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Democracia - três séculos de enganos

Hallet Carr alertava no seu livro, «Vinte anos de crescimento», que após o término da 1ª grande guerra mundial começava a bancarrota do sistema,e que o povo se ia cada vez mais "distanciando" do ideal democrático ao aperceber-se que os direitos da democracia tinham perdido o seu sentido ou eram irrelevantes.
 
Transportando esta afirmação para a nossa época a mesma afigura-se profética, mas muito antes, Rousseau tinha dito: «O povo Inglês considera-se livre, mas está bem enganado, é livre só no dia da eleição do parlamento. Depois desse dia, a escravidão volta, ficando a liberdade reduzida a zero.»
 
Bem elucidativo vindo de Rousseau. Para outros, o regime inglês não era uma democracia mas sim, uma união parlamentar democrática.
Uma coisa é certa, o modelo democrático Inglês serviu de "protótipo" para os restantes modelos europeus, que pensavam à altura, os homens do século XVIII e XIX, ser o mais confiável. O grande paradoxo, é que o modelo liberal inglês serviu de base aos restantes modelos liberais da europa, mas a monarquia inglesa não era liberal. O que quer dizer, evidentemente, que o rei Inglês estava já manietado pela influência nociva que o liberalismo veio gerar, ao pretender liquidar a aristocracia, fundando futuras repúblicas democráticas que passaram a viver à custa dos restos da riqueza moral acumulada por séculos por parte dessa mesma aristocracia. E eis-nos chegados à decadência, no "frontispício" do século XXI.