Mostrar mensagens com a etiqueta Lojas e bandoleiros. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Lojas e bandoleiros. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Adam Weishaupt - O Spartacus da Maçonaria

A seita dos Iluminados, que nada tem a ver com os antigos Iluminados, foi uma loja maçónica oculta, ou da rectaguarda como também lhe chamavam. O seu sistema filosófico era uma amálgama muito estranha baseada nos mistérios desorganizativos do Maniqueísmo.

O Iluminismo nascido sob os auspícios de Weishaupt era freneticamente ateísta e anarquista. Não se sabe quase nada sobre a infância de Weishaupt, nem tão pouco sobre a sua juventude. Personagem enigmático e anti-social, o mesmo detestava toda e qualquer teologia ou teosofia, para além de não reconhecer qualquer lei política ou civil. Tinha igualmente um ódio de morte a todos os tronos.

Os primeiros membros desta loja foram Massenhausen, Merz e o Barão de Knigge. Este último viria a desempenhar um papel importante apoiando financeiramente os Jacobinos aquando da Revolução Francesa.
Em pouco tempo, os três primeiros integrantes da seita iluminista tornam-se tão ímpios e tão ateístas quanto Weishaupt que, passados poucos dias, os considerou dignos de admissão nos mistérios. Foi-lhes conferido o mais alto grau: «consultores do Aerópago».

A igualdade e a liberdade começam a ser pregadas nas lojas maçónicas a partir de 1730, bem antes da revolução de 1789, o que levaria Weishaupt a declarar o seguinte: «A igualdade e a liberdade são os direitos essenciais que o homem, na sua perfeição original e primitiva, recebeu da natureza; o primeiro atentado contra a igualdade deve-se à propriedade privada e o primeiro atentado contra a liberdade deve-se às sociedades políticas e aos governos. Os únicos suportes da propriedade privada e do governo são as leis civis e religiosas; assim sendo, para restabelecer ao homem os seus direitos primitivos de igualdade e liberdade é necessário começar a destruir a religião, a sociedade civil e abolir toda a propriedade privada.»

O discurso é absurdo, recheado de ignorância e de fanatismo ateísta. Weishaupt era um misto de comunista, gnóstico e naturalista. O que hoje poderíamos talvez apelidar de NeoDarwinista.

A seita em si, tornou-se uma central de espionagem. Todos os novos membros tinham instruções precisas dos seus superiores para procurarem novos membros, anotando num caderno fornecido pela seita, todos so pormenores sobre os seus conhecidos, amigos, família, inimigos e vizinhos. Deviam registar todas as particularidades de tudo e de todos. 
Esta monstruosa seita deu forma a uma radical reinterpretação da história, onde a impiedade e o ateísmo fanático eram norma.

Continua.  

sábado, 14 de janeiro de 2012

A austeridade é um conceito maçónico nascido nas lojas do século XX

O maior dogma político do mundo é a promiscuidade entre o poder político e o poder financeiro.
Este mesmo dogma serve-se da "impunidade legal" estabelecida por certas lojas que depois é "legislado" pelos seus "pombos-correios", sendo por isso que assistimos ao roubo descarado e consentido pela sociedade actual, à perfídia e à pouca vergonha instalada na sociedade.

Dizem os maçons que trabalham em prol da humanidade, para uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais livre. Não sei qual a definição, segundo a maçonaria actual, dos termos justa, fraterno, liberdade ou até igualdade, mas se estivermos atentos à história, descobriremos alguns parâmetros muito interessantes.

Toda a gente sabe que, inevitavelmente, depois das asneiras políticas e sociais cometidas, segue-se a austeridade. Esta austeridade nada tem a ver com a real etimologia da palavra, é antes um "pleonasmo" muito útil à maralha da loja e não só.

Entenda-se que a loja é neste momento actual, apenas e só, ao contrário do que queiram fazer crer os maçons, um centro de influências local, ou seja, do país a que pertence. Aquilo que a loja comumente estabelece como austeridade é antes destruição, precisamente o pretendido pelos contracçionários.
Todo o ouro do mundo em poucas mãos.

A loja serve outros poderes acima dos seus, e, obedece a hierarquias muito rígidas, crivada de gente que pretende uma redução populacional significativa. As leis actuais reflectem na perfeição esse estado de coisas; aborto, eutanásia, gaymónio, psicotóxicos, inversão dos valores, multiculturalismo, relativismo, e a lista seria interminável.

De uma certa forma, e inconscientemente para alguns dos "pombos-correios", a maçonaria vem expôr o plano da besta.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A loja da bandolândia

As notícias vindas a público sobre membros políticos e propagandistas de primeira, cujas ligações a lojas maçónicas são referidas, mostram indubitavelmente, que a entidade política de um país (entidade que deveria ser séria e sensata) é uma criação da actual maçonaria.

O acaso não existe, e por ele não existir é que um país como Portugal funciona como funciona.

Ser-se roubado pelos bandoleiros de loja e ainda ter de suportar as consequências sempre que a "deriva democrática" se mostre contrária ao estabelecido pelos experts das lojas, os autocratas do nevoeiro denso, é possível só onde a maçonaria controle largamente os assuntos de estado.

Para além do simbolismo e da tradição, a actual maçonaria resume-se a UMA CENTRAL DE INFLUÊNCIAS.
A maçonaria primitiva, não tinha este nome, foi em tempos a «arte real» do antigo Egipto que seria já uma reminiscência da primitiva arte real da Atlântida. Só mais tarde, no século XVIII, é que a maçonaria foi tomada de assalto pelos sectores iluministas emergentes, tendo degenerado naquilo que conhecemos actualmente como maçonaria, dita especulativa, pois a primeira era operativa, também aqui uma reminiscência da do antigo Egipto. Ora, e especulativa porquê? A resposta é mais do que simples.. é só seguir o curso da história propriamente dita.