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terça-feira, 29 de julho de 2014

O modernismo destruiu a censura criando a neo-censura

A modernidade do século XXI deu a conhecer uma nova componente na estrutura político-social; esta nova componente destruiu a censura clássica substituindo-a simplesmente por uma nova censura. Esta nova censura baseia-se numa série de fenómenos relacionados de perto entre si como sejam : o excesso de informação, a contínua caducidade dessa informação (para as pessoas não pensarem), a manutenção de um estilo de vida sem ter em conta efeitos colaterais de uma civilização à deriva e sem sentimentos fortes (o deixa andar e a não denúncia é uma forma de deixar tudo como está), a cada vez maior promoção de alienações fortíssimas, futebol, desportos de multidões, espectáculos onde haja muita gente e onde os mesmos sejam muito mediatizados, mexericos e tricas sobre grandes actores ou desportistas em geral, o relativismo ético e moral sempre em crescendo, tudo isto serve para censurar nos novos paradigmas surgidos no pós-modernismo; é a censura encapotada já não externa a cada um de nós, mas bem interna, onde a não condutibilidade segundo os padrões modernistas é motivo para censura. Mas uma censura baseada em falsos pressupostos e em falsos paradigmas. 

Nenhum regime político pode aspirar a mudar isto se não voltarem a promover o espírito crítico e o conhecimento da história, mas, por outro lado, é necessário travar a marcha destruidora do contínuo relativismo ético e moral. A ignorância generalizada da sociedade é o "ingrediente básico" que dá contextura a esta neo-censura do século XXI.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Quem tem medo do politicamente incorrecto?

Com o fracasso das correntes revolucionárias socialistas do século XX, surgiu já no final deste mesmo século, com continuidade no século XXI, a desconstrucção permanente da história e o politicamente correcto.
 
A partir de agora "verde" passará a ser "azul" e "uma bicicleta passará a ser um tractor", sem questionamentos possíveis.
 
O politicamente incorrecto faz aquilo que qualquer pessoa movida de bom senso e ainda não minada pelo politicamente correcto faria. Denunciar a mentira e a manipulação, servida e facilitada pelas engenharias sociais modernas. Querem castigar os politicamente incorrectos, torná-los alvos da sociedade amorfa e letárgica, fazer dos mesmos atrasados mentais e perigosos agitadores.
 
Leio aqui que a censura já começa a visar bloggers dissidentes do pensamento único. Mas gostava aqui de dizer, que mesmo que nos calem os blogues, não deveríamos deixar de denunciar a permanente desconstrucção da história e o politicamente correcto. Seja em papel, cartas escritas, jornais, ou outros meios imaginários.
 
Eu não estou disposto a pactuar com iniquidades destas, e como tal vos digo, se necessário for, eu continuarei por outros meios. E espero que outros façam o mesmo.