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terça-feira, 31 de janeiro de 2017

A derrota cultural da direita - continuação

A antiga noção política da verdadeira direita (a conservadora, a única passível de ser de direita) obedecia a uma bem definida hierarquia de laços sociais, que tinham como visão comum a "noção de sujeito ético". Esta noção baseia-se em larga medida no modelo ateniense que viria a ser absorvido no pensamento ocidental. Esta visão conservadora do mundo opõe-se frontalmente aos planos do liberalismo, cuja doutrina proclama que o homem deve libertar-se de todos os condicionalismos sociais e culturais, acabando desta forma com o determinismo das ciências naturais e de todo e qualquer princípio superior.

O homem é reinventado segundo um processo pavloviano, passando a ser dono de si próprio mas sem vontade própria. Daqui ao «Contrato Social» foi um passo muito fácil de dar. A comunidade deixa de fazer sentido, assim como a nação e a família. 

O que a direita actual (será mesmo direita?) não compreende é que sem família não há comunidade, nem nação, nem perenidade. Mas a direita insiste em ir atrás da esquerda em matérias sociais, parte sempre em atraso, mas acaba por alcançá-la. E é por esse estado de coisas que caminhamos alegremente para o abismo. Não há política possível sem algum bom senso e cujos princípios não estejam enraizados na "ética dos valores". 

A crise civilizacional é mais profunda do que nos querem fazer crer; é de ordem moral e social antes de ser económica, e aqui a direita tem muita culpa no cartório. Ao abandonar a sua base conservadora, a mesma tornou-se tão egoísta e materialista quanto a esquerda.

A questão central é esta: não há grandes diferenças entre a esquerda e a direita políticas, entendidas como tal num contexto de proporcionalidade parlamentar.

Urge rectificar posições e atitudes, urge criar em Portugal um partido de direita conservadora pois é a sobrevivência de uma civilização que está em risco.

segunda-feira, 30 de janeiro de 2017

A derrota cultural da Direita

A derrota cultural da Direita, hoje por hoje sem coluna vertebral, tem a ver com o não assumir-se como tal (de direita). Permeável em demasia ao politicamente correcto, ao ponto de quase evocar a sentença de Gustave Thibon: "estar entre o vento, a ambição de uma folha morta". A Direita sucumbiu ao domínio cultural da esquerda, desde há pelo menos 40 anos. A retórica esquerdista vem sendo paulatinamente estabelecida no campo político, impondo as suas palavras, o seu vocabulário e os seus esquemas intelectuais. Não esqueçamos que as palavras são os "vectores do pensamento", e assim, o clandestino ou o refugiado passa a ser o coitadinho, cuja maldade dos "racistas" o impedem de ser feliz.
Uma forma muito útil (os idiotas úteis elevados à enésima potência) de vitimizar o refugiado é precisamente fazer crer que qualquer indivíduo, que venha lá de onde vier, tem direitos e que esses direitos lhe são devidos.
De burridade em burridade, a esquerda nada quer com os interesses superiores, mas tudo quer com os interesses particulares de certas castas.

A esquerda maneja na perfeição as palavras. Conhece-lhes o valor e sabe de antemão que algumas palavras, mais do que outras, transportam consigo uma carga emocional e afectiva muito forte. Sobretudo em momentos como o actual, de grandes dúvidas, incertezas e descrédito generalizado.
Basta pensar nas racismopatologias e xenofobologias, tais litanias são invocadas de maneira recorrente pela esquerda contra os seus opositores. O procedimento clássico é mais do que conhecido; a culpa é sempre dos mauzões da direita, criptotravestidos de nazis e afins.

Esta desqualificação com os chavões do costume visa precisamente eliminar qualquer possibilidade séria e isenta de debate. O que lhes importa (à esquerda) que as suas palavras e ideias não tenham qualquer realidade prática e válida nos dias de hoje? A esquerda não se tolhe das suas subtilidades intelectuais. Os sofistas já o tinham percebido, mas passados tantos séculos continua-se a desvirtuar os conceitos e os respectivos significados. Tal como dizia Voltaire: "mentei, mentei, ficará sempre qualquer coisa..."

Assim, para os samelos da esquerda, opor-se aos seus ideias e mundividências é ser um filho da puta, um retrógado, um racista e um doente mental. Ser contra a miscigenação e contra a diversidade é ser intolerante em grau máximo.

O que há de mais sedutor que a diversidade? Era bom que se soubesse de que diversidade se fala, pois uma multitude, entendida como tal, não faz uma sociedade.

Qualquer sociedade se define pelas suas aspirações e  pela unidade do seu pensamento, ou seja, o correcto visionamento e efectivação do bem comum. Não existe sociedade política sem uma visão partilhada do bem comum e sem valores comuns. E não é nenhuma justaposição de minorias que reforçará quer o bem comum, quer os valores comuns. Bem pelo contrário. É só ler a história, mas com olhos de ler (ai que coisa racista...).

Os esquerdistas acham-se o expoente máximo da moralização da vida política, impondo a sua vulgata e soletrando a sua doxa com insolência e com aquela legitimidade própria dos canalhas e hipócritas.
Dando-se ares de grande respeitabilidade e paternalismo acéfalo, increpando sempre os mauzões da direita, quase obrigando-os a pedir perdão por tal pecado... na continuidade falaciosa do discurso enviesado, a direita pede licença aos maiores falsificadores da história para falar...




quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Estética racista - um maple do outro mundo




A fotografia em si é um disparate total, tem a sua piada, mas quem se deixa fotografar com um "humor negro" destes só pode estar a brincar ou a gozar. Conhecida a grande sensibilidade de algumas etnias a tudo que "cheire a racismo", não se compreende estes "revivalismos" totalitários. Mas se tivermos em conta a pessoa que está a servir de maple, é provável que se compreendam certos "revivalismos", a não ser que a dita pessoa seja uma escrava e aí, a história é muito diferente..