terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Ai democracia, democracia

Democracia a quanto obrigas, que vergonhas te permites, que falsidades tu admites...
O randau atravessa a praça, multidão galopante se debruça, farinhosices e parvajolas...
Estonteante é o termo, no fim é o princípio, o princípio já não subsiste...
Triste fado dos panteáveis, conspurcado pela ignorância, elevada a espertança...
Democracia para onde caminhas, na névoa formada, dos heroís dos passados. 
Caminho sem tréguas, inigualáveis sentimentos e atitudes, esperança fundida das verdades incertas.