Não deixa de ser curioso notar que nos dias actuais os partidos ou posições ideológicas que mais defendem a emigração e as leis de acolhimento, tiveram num passado não muito distante posições bem contrárias. Dizia há cerca de 35 anos atrás o comunista Georges Marchais:
«Tendo em conta a presença em França de quatro milhões e meio de emigrantes e dos membros da sua família, a contínua chegada de povos estrangeiros a França coloca graves problemas. Atingiu-se o nível máximo de alerta. É preciso parar a emigração sob pena de lançar novos trabalhadores para o desemprego. Os emigrantes estão entalados nos guetos, famílias com tradições, línguas e maneiras de viver diferentes. Isto torna difícil a sua relação com os franceses. E a crise do alojamento agrava-se.»
Outros tempos, outras prioridades. Um discurso destes é hoje classificado de "extrema-direita".
Mas muito antes de Marchais, os esquerdistas Jean Jaurés e Léon Blum justificavam a aventura colonial da 3ª república francesa afirmando:
«O dever das raças superiores é de controlar e governar as raças que não estão no mesmo grau de civilização e cultura».
Esta afirmação seria nos dias de hoje classificada incessantemente de racista, até caírem os dentes.
Por aqui se vê caros leitores, o engano, a perfídia, a fraude e a pouca vergonha que acompanham as ideologias políticas dos nossos dias.
Há décadas, o esquerdume considerava a homossexualidade como um vício decadente burguês. Agora, com o marxismo cultural, os LGBTQ tornaram-se uma das bandeiras de eleição do esquerdume.
ResponderEliminarPois claro. O marxismo cultural não é mais do que a destruição do homem e da civilização em todos os campos bio-psicológicos.
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