sábado, 27 de fevereiro de 2016

E porque não três mães?

«Jesus Cristo tinha dois pais». E porque não teria, segundo essa ordem de pensamento, três mães?
Isto não é um partido, é antes um "bando de malfeitores" legalizados por uma coisa que se diz chamar "democracia". A realidade efectiva biológica do homem não agrada a estes "hervoeiros", que passam a construir realidades alternativas, partindo de pressupostos impostos à força, contra a moral e contra a razão.

Que é contra-natura o "hervoeirismo" já todos sabemos, mas o pior é a tentativa de imposição do "hervoeirismo" como virtude pública (???). E a sua negação ou crítica vir a ser no futuro alvo de sanções penais.

Cumprem-se na perfeição as profecias apontadas a esta provecta terra, basta ver o tipo de gente que assaltou os corredores do poder. Caminhamos indefectivelmente para a redução drástica da população mundial, coisinha tão do agrado da plutocracia e dos maçonismos pantocráticos.

Só posso dizer, para terminar, cambada de burrinhos estes, e atrasados mentais, que fazem o joguinho dos que mandam no mundo pensando que servem (?) a humanidade e os povos em geral.
Estes atrasados mentais pagarão um dia pelas atrocidades que estão a cometer. Quando o povinho acordar e saltar a tampa...

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2016

Democracia e Constituição - "Governar atrás da cortina"

Tenho sérias dúvidas que possamos considerar a Constituição portuguesa um instrumento de boa-fé. Uma Constituição que permite os subterfúgios e alçapões que lhe temos visto, não pode ter sido feita de boa-fé.
Se um Presidente da República está em exercício, esta-o até ao último dia do mandato. A Constituição não o entende assim, ou pelo menos, cria certas condicionantes que permitiriam, e permitiu agora recentemente, a posse de um governo ilegítimo. Há 42 anos que esta oportunidade era esperada.

E chegam ao poder da forma que sempre desejaram; não através da governação directa (essa foi dada ao desastre PS do costume), mas "atrás da cortina" com a espada e o cutelo na mão prontos a chispar no ar. E se algo correr mal, a culpa será sempre dos que governam directamente.

A democracia na mão, ou antes, na cabeça destes defensores do marxismo cultural puro é um delírio putrefacto. Querem desafiar o poder financeiro e os seus lacaios do BCE, da UE e agências de rating. Querem desafiar aqueles que "meteram um tubo por aqui dentro a largar notas".

E se um dia resolvem "desligar a máquina e retirar o tubo"? Iremos comer-nos uns aos outros!
Nem o exemplo da Grécia os demove!

"Cumprir Abril, cumprir a Constituição". Lindo slogan este, mas o que é a Constituição na cabeça dos mentores deste slogan? Uma fraude, pela amostra tida. Só existem trabalhadores na função pública, nos restantes sectores só existem escravos. É isto que diz a Constituição criada, de forma dissimulada, pelo comunismo abrilino. 
Os que defendem o slogan acima descrito são contra a iniciativa privada, mas é a iniciativa privada que lhes paga e sustenta as suas benesses, regalias, dogmas e incoerências.
A constituição diz ainda que se os funcionários públicos trabalharem 35 horas ou menos, os escravos dos outros sectores que trabalhem 50, 60 ou 100 horas para compensar os desequilíbrios. 


Mas há aqui um grande engano que tem de ser desfeito. Quando se fala em função pública, e para sermos justos e coerentes, devemos dividi-la em dois sectores; o sector de cima e o sector de baixo.
O sector de baixo, de uma forma geral, trabalha demais para o que lhe pagam (embora admitindo que há quem não faça nada). O sector de cima, recebe de mais para aquilo que faz (claro que há excepções, e ainda bem).

Aquando das greves da CGTP e de outros, com que sector é que estão preocupados? Com o de baixo? não me parece nada... existem dirigentes sindicais a locupletarem-se com milhares de euros mensalmente, dinheiro retirado, mais uma vez, da iniciativa privada que eles tanto dizem combater. O que estes tipos fazem é enganar de má-fé os grevistas e pessoas, quando afinal apenas estão preocupados com os seus ganhos completamente absurdos. Só permitidos pelos subterfúgios de uma Constituição que não o é.

O conceito de democracia deste governo, acha escandaloso que um país tenha o gasóleo abaixo de 1 euro. Aumenta-se o ISP e assim as 35 horas semanais mais as exigências dos comunistas são satisfeitas à custa de mais um aumento de impostos, que passa a não sê-lo na visão encalhada da "traquitana poeirenta" a que decidiram chamar governo. Que exemplo edificante de democracia!

Quanto ao outro partido que está a governar "atrás da cortina", está quase tudo dito. A primeira prioridade destas sumidades foi os gays e a adopção gay. Estão resolvidos os problemas de Portugal e dos portugueses
Na assembleia da república, uns quantos tons lamechas, a apelar ao sentimental, "coitadinhos dos pobrezinhos e dos portugueses que não têm trabalho", abaixo os malditos capitalistas, os retrógados e os (?)homofóbicos.... 

Viva a Constituição, viva a democracia
viva a liberdade
mesmo quando se sabe
que não contribui para a nossa estabilidade