quinta-feira, 16 de julho de 2015

O Euro, o caos e a inércia

Tenho a mais viva sensação de que andam "todos a gozar com a cara de todos" relativamente ao processo "Grécia". Se existe um problema de dívida que não é resolvida, como se resolve esse problema emprestando mais dinheiro, e a 3 meses?

Vão mas é brincar com o ... 

Claro que a alguns não interessa que a Grécia saia do euro, a outros até interessa, mas o problema é muito mais complexo do que isso. 

Tem a ver com a inoperacionalidade de um país que revela fragilidades inesperadas (?) a nível administrativo e no tecido económico em geral. 

Com uma função pública que aufere rendimentos e regalias impossíveis, para um país que nunca produziu grande coisa, minados pelo descalabro da sua segurança social, e, por último, mas não menos importante, de rastos perante as falácias das esquerdas em fase pós-laboratorial.

Mas argumentam os mesmos, e argumentam bem, que não foram eles os responsáveis pela crise e caos em que o país se encontra. Claro que não, mas já são os responsáveis pelo que se passa de momento, ao não terem nem apresentarem qualquer proposta digna desse nome. Preferiram sempre o confronto, escudados na táctica maquiavélica do deixa andar e do empata, adoptaram sempre uma atitude de não responsáveis e  de desconhecedores dos factos, ancorados na crença da revogabilidade das instituições e dos seus canais de influência. 

E a coberto de interesses mais ou menos disfarçados, ainda possuem o desplante de exigir dinheiro exigindo ao mesmo tempo, que quem não concordar com estas patranhices, esteja calado e se mantenha distante... 
Que bando de "borboletas escachadas"! Então eu pago e todos pagamos, para o despautério, e ainda temos de ficar caladinhos! 

Bem fazem os países que não estão no Euro recusar qualquer contribuição para uma maluquice destas. Mas veremos se conseguirão manter essas suas posições até ao fim.



1 comentário:

  1. Os políticos americanos 'preocuparam-se' mais com a falência da Grécia do que com a falência da cidade de Detroit!
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    A firmeza do contribuinte alemão, não cedendo à pressão vinda da imprensa marioneta da superclasse (alta finança - capital global), É FUNDAMENTAL PARA SALVAR A EUROPA!!!
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    -> Depois de andar a 'cavar-buracos' um pouco por todo o lado (nas finanças públicas, na banca)... a superclasse (alta finança - capital global) quer pôr o contribuinte a tapar os buracos por si cavados (o banco goldman sach ganhou milhões com a ocultação da divida grega)!
    -> Ora, de facto, depois de 'cozinhar' o caos..., a superclasse apareceu com um discurso, de certa forma, já esperado!... Um exemplo: a conversa do mega-financeiro George Soros: «é preciso um Ministério das Finanças europeu, com poder para decretar impostos e para emitir dívida».
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    -> O discurso anti-austeridade que circula por aí... pressupõe a existência de alguém que vai pagar/suportar o deficit... e já existe um alvo escolhido: o contribuinte alemão!
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    -> A superclasse pretende 'cozinhar' as condições que são do seu interesse:
    - privatização de bens estratégicos: combustíveis... electricidade... água...
    - caos financeiro...
    - implosão de identidades autóctones...
    - implosão das soberanias...
    - forças militares e militarizadas mercenárias...
    resumindo: estão a ser criadas as condições para uma Nova Ordem a seguir ao caos - uma Ordem Mercenária: um Neofeudalismo.
    {uma nota: anda por aí muito político/(marioneta) cujo trabalhinho é 'cozinhar' as condições que são do interesse da superclasse}

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