sexta-feira, 29 de maio de 2015

O diabo já conseguiu entrar no convento

O recente referendo na Irlanda sobre o casamento gay, vulgo gaymónio, é uma jogada política (embora à boleia da destruição do catolicismo) que visa a prazo, e desconfio que a curto prazo, institucionalizar a paneleiragem. Não só institucionalizá-la como também elevá-la a estatuto de dogma inatacável, o que fará com que os gays e o gaymónio passem a ser o estado normal, e todos os outros os ditos normais que estão casados, homem e mulher, como sempre foi, passarão a ser os anormais. Não será apenas na consciência geral que se manifestará esta abjecta superioridade, será de igual forma nos futuros comportamentos sociais, pela indução psicológica que comportamentos desviantes gerarão inevitavelmente sobre a sociedade. A reprodução humana natural pode estar em causa num futuro próximo. E quem quiser continuar a ser um casal normal e ter filhos poderá ter de vir a pagar taxas elevadas para o poder fazer.


Este cenário tem muito de sinistro, e estou a recordar-me de um programa do clube Bilderberg, datado de 1991, que se referia precisamente ao que se está a passar actualmente. Falava-se aí sobre a elevação do gayzismo a norma (não era bem nestes modos), sobre o fim da reprodução humana pelos meios naturais, clonagem, bébés por catálogo, os mais belos e fortes mais caros e os mais feios e fracos mais baratos. 
Parece ficção científica mas é a realidade, ou ainda, por enquanto, o prelúdio da realidade.


Quanto às responsabilidades da igreja católica pelo que está a acontecer, só gostaria aqui de lembrar que Bento XVI renunciou porque sabia o que se iria passar de seguida, e como a sua consciência de verdadeiro católico ficaria ferida ao ver uma instituição de origem natural, instituída por Deus, ser conspurcada por ambições políticas e gnósticas. 


O Papa Negro profetizado nas profecias de S. Malaquias é este actual, já não há mais dúvidas disso. Não é negro na cor da pele, mas sim negro interiormente, o pior abismo que se possa imaginar brota daquela alma infernal. O ar fica nauseabundo à sua passagem, o horizonte turva-se e fica propenso a possessão pura e dura.


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