terça-feira, 6 de janeiro de 2015

As ameaças do Remantelas de Paris ao Presidente da República

As tentativas de libertar Sócrates não param nem irão parar, sabendo-se que se aproxima o dia da decisão de todas as gamelas políticas (o PS está ansioso para pôr os seus agentes a rapar o que resta). 
Até o nosso Presidente da República é ameaçado pelo traidor maior da pátria, que em surdina vem dizer que o próximo político a ser preso pode ser ele logo que termine o seu mandato. Até poderá haver motivos para isso mas, e ele? já se esqueceu do que fez? e por acaso não merecia ele também ser julgado? Isto de atirar pedras a quem tem longuíssimos telhados de vidro tem muito que se lhe diga. Criou-se uma aura de incorruptibilidade e infalibilidade sobre este indivíduo que raia a maior ignorância histórica colectiva de um povo.

Para além da farsa e da fraude do 25 de abril, ainda temos de levar com a suposta autoridade de direito de um traidor à pátria. Era vê-lo, e disso não faltam centenas de testemunhas, nas ruas de Paris renegando o seu país, cuspindo na bandeira e pisando-a em público mais do que uma vez, enquanto vendia jornais e servia de moço de recados a alguns agentes maçónicos franceses ligados à política. E mais não digo, é só pensar um pouco e puxar o cordelinho...

O facto é que a linha política baseada na traição se manteve e perpetuou no tempo, basta atentar no que se passa na política do «moderno século XXI», tal como a ignorância histórica, que alimenta a maior farsa político-social portuguesa na sua fase pós-modernista.

Soares e o PS representam os ideias perversos da democracia, tal como terem o desplante de dizerem mentiras do género: «Sócrates prestou grandes serviços aos portugueses e a Portugal.» 

Mas onde impera uma imprensa de "cães de fila" sempre a bajulá-los como se de grandes sumidades se tratassem, uma imprensa que estende o tapete vermelho a esta cambada de falseadores, não podemos esperar nada de bom. O engano vai continuar, assim como as traições da escola soarista e as tentativas para libertar Sócrates serão retomadas, incessantemente, sem descanso, até à catarse final.


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