quarta-feira, 3 de setembro de 2014

Serviço público de televisão - vergonha sem limites

É sabido que hoje a televisão só dá merda. Por um mero acaso, estava eu ontem à noite num café onde passava na TV uma das intermináveis novelas de lixo da TVI (televisão dos imberbes), onde a determinado momento se vê dois invertidos aos beijos... é também sabido, excepto pelos modernistas da merda, que se pretende fazer da homossexualidade virtude pública e a TV alinha nesta pandemia sexual. É pena não haver um comando suicida que rebente com os estúdios de tal canal de TV. Mas já hoje, no mesmo canal e noutro programa diferente, o tema era a "batalha dos sexos", onde uma série de convidados davam largas ao asneirismo, como se de uma ciência se tratasse. Asneiras, risadas e piadinhas bacocas, próprias de uma elite podre e baforenta, sempre pronta a martelar neste povinho inculto as maiores tolices e inverdades, fazendo dos mitos sexuais o seu cavalo de batalha. Que bando de tontinhos, que bando de cabrões amestrados, sem esquecer as putas zarolhas sempre dispostas a debitar alarvidades próprias de quem não sabe nada de nada...

Precisavam era de uma vara pelas costas abaixo e de uma pila de elefante para ver se perdiam o pio. As putolas ao serviço da (des)informação e os panascas com ares de trolhas caguinchas, a espremer os colhões e a crica frachundeira, num orgasmo de lixo radioactivo. Tudo pago com dinheiro do Zé pagante num puro delírio de bosta a escorrer aos pedaços. Coitadinhos dos tristes, azeiteiros com ares de grandes especialistas na área do maior e mais abjecto brejeirismo social.

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