terça-feira, 30 de setembro de 2014

Os embaraços da Troika e o socialismo económico

Eles continuam a gozar com as pessoas, eles continuam na sua (deles) estratégia de desinformação para que a próxima idade dos escravos seja uma realidade. Trabalhar por uma tigela de arroz e uma habitação de 30 metros quadrados, sem direitos ou condições de sobrevivência digna. O socialismo económico destes "escafandros" é uma agenda eugenista há muito programada, pérfida e perversa, ao ponto de este mesmo socialismo económico não possuir qualquer sentimento de fraternidade, ou até de liberdade. Entre a liberdade de viver à margem do socialismo económico e a liberdade de com ele conviver, as opções são nulas pois ao socialismo económico tudo lhe convém, não lhe afecta esse tipo de distinções. Ele é "corrosivo e irreversível".

A Troika representa uma subsecção do socialismo económico e sente-se incomodada com o aumento do ordenado mínimo em Portugal -505 euros- um aumento de 20 euros; mas vamos a factos: Um cabaz de compras com os produtos essenciais (fruta, leguminosas, lácteos, pão, carne e peixe) para uma família de 4 pessoas custa cerca de 500 euros por mês. Que grandes inteligências povoam a Troika e os corredores do poder. Mas cuidado que aqueles que ganharem um pouco mais, 700, 800 euros aproximam-se da "máquina do desbaste fiscal a soldo do grande capital" e ficarão com pouco mais de 505 euros. 

A estratégia da «sinificação» segue imparável, uma contínua e persistente agenda de estabelecimento da idade dos escravos. O reino do Anti-Cristo ou da Besta tal como é conhecido na cultura cristã. 
É evidente, excepto para os da Troika e para os governantes em geral, que se nos dão um salário que apenas nos permite sobreviver, muitas vezes, no limite, não vivemos em liberdade; vivemos no mais vergonhoso totalitarismo económico de que possa haver memória.

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