sábado, 22 de junho de 2013

Mistérios quânticos que põem os cabelos em pé aos darwinistas

A dualidade onda-partícula é uma realidade transcendental muito difícil de entender pela lógica imanente e materialista da sociedade actual.
A dualidade onda-partícula caracteriza-se pelo facto das partículas elementares como electrões, protões, e até alguns átomos e moléculas, existirem em estados que evoluem em ondas quando não são observadas, mas que colapsam para partículas quando são observadas. Um dos maiores físicos do século XX, Heisenberg, chamou a este estado de coisas "amplitudes de probabilidades", levando-o ainda  a concluir que «a base do mundo material é não-material; que os constituintes das coisas reais não são tão reais como as coisas que constroem; que a realidade é criada por observação; que a natureza da realidade é simultaneamente não-local e de aparência mental.»
 
A não-localidade do universo é a condição essencial para a proliferação de ondas quânticas, o que se relaciona com uma ordem transcendente cujos propósitos ultrapassam em muito o que se possa conceber o assunto. Para além disto tudo, a física quântica demonstra que os processos subjacentes à realidade não são uniformes, ou seja, a criação da realidade é feita através de sobreposições "não totalmente" reais de possibilidades, que evoluem num processo determinista. As efectivações vão criando os efeitos reais que são regulados por um certo acaso.