segunda-feira, 27 de maio de 2013

A democracia da ilga Portugal

«Não há nenhum valor democrático que possa ser invocado no sentido de inviabilizar a adopção de crianças por casais homossexuais», diz o presidente da ilga Portugal, Paulo Côrte-Real, numa notícia do JN.
Em primeiro lugar, não sei se este indivíduo sabe o que é a democracia, ou melhor dito, de que conceito de democracia enferma aquela cabeça. Em segundo lugar, esta afirmação deixa implícito que todos os que contestam tal decisão, da adopção de crianças por homossexuais, são anti-democratas primários. A subversão ideológica é o pano de fundo sob o qual se desenrola uma patranhice muito útil a certos planos.
Em terceiro lugar, não sei o que é um casal homossexual. E que venha lá quem quiser argumentar sobre a possibilidade de existência de qualquer "Casal" homossexual, porque a etimologia da palavra "Casal" o diz claramente: "Casal" é macho e fêmea, sempre foi e sempre será, independentemente das patologias ontológicas das mentes gnósticas.
 
Não só, contestar esta lei, é um acto muito democrático, como também essencial e apelativo. A única situação antidemocrática aqui é a ilga e o seu (des)responsável máximo, Paulo Côrte-Real, que pretende enviesar as opiniões contrapondo uma espécie de censura saída directamente de uma inquisição mental sem paralelo na nossa história contemporânea.
 
 
Chegou a altura de alguém dizer a estes indivíduos: ide cavar batatas e roçar mato para o monte; para dizer asneirolas destas mais valia ter-vos posto a "defensores da não castração dos animais".