sábado, 4 de maio de 2013

O Estado Novo e a Mitologia à portuguesa pós-modernista

Já se sabe que aqui no cantinho muito democrático, de cada vez que se fala no Estado Novo e "naquele indivíduo", o "estado de comichão" é tal que quase poderíamos ser linchados.
 
A mitologia portuguesa continua a dizer e a ensinar que a causa do atraso de Portugal deve-se "àquele senhor" e ao fascismo do Estado Novo. Só que a realidade é bem o contrário disso tudo, e são muitos os estudos que o provam; Portugal nos anos 1950 começa a crescer a um ritmo imparável. E o atraso de Portugal começa em dois períodos diferentes, no «longo século XIX português», e nos vergonhosos primeiros dezasseis anos da república portuguesa. Com  Salazar começa a convergência em relação ao resto da europa. Por muito que possa custar ouvir isto, esta é a realidade, e só lastimo que o homem não tivesse vivido mais tempo, para ver um Portugal muito mais moderno do que aquele que os "panteístas democratas" cá do sítio efectivaram.
Quanto ao patético epíteto de fascista, o mesmo nunca se poderia aplicar ao Estado Novo, pois como é sabido, o fascismo foi um fenómeno exclusivamente italiano. Não deixa de ser irónico que a esquerda portuguesa dos anos 1920 tenha glorificado Mussolini e o seu movimento, e hoje, passados quase cem anos, a esquerda utilize o termo unicamente para descredibilizar e achincalhar quem não pense como eles. É pena que a ignorância pública (opinião pública), esteja ao lado dos circuitos politicamente correctos...
 
Como os portugueses são um povo desconhecedor da sua história, quer por iniciativa própria quer por influência externa aos mesmos, as diversas teses anti - salazaristas foram obviamente muito fáceis de preparar e germinaram como erva luzidia num dia de primavera, a tal ponto, que a mentira mais descarada e desescrupulosa toma conta dos espíritos muito voláteis e frágeis, muito propensos à mentira e à manipulação gratuita.
 
E os três grandes mitos dos "panteístas democratas" cá do sítio: O orgulhosamente sós  anti - europeu, o Estado Novo e o Fascismo como causa de atraso de Portugal, e o Salazar "bonequinho" da igreja católica caíram por terra há muito tempo.
 
Claro que aos sectores politicamente correctos, e sobretudo, aos esquerdistas empedernidos e paternalistas, tais factos são muito difíceis de "engolir" e causam muita mossa, como tal, a mentira tem de continuar