segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

O marxismo cultural e a fémen

Pela segunda vez em poucos meses, activistas da fémen foram fazer das suas, desta feita no Vaticano, em pleno momento de oração. Eu gostava de ver estas mesmas activistas, no Irão, na Arábia Saudita ou no Paquistão a interromper uma oração na mesquita aos gritos de «shut up» e «In gay we trust», ai isso é que eu gostava de ver, isso é que era de mulheres de tomates!
 
Mas já se sabe, o marxismo cultural definiu apenas a religião católica, os valores tradicionais (fortemente ligados à tradição católica) e o modo de vida europeu como alvos a abater, e estas tontinhas (para não chamar coisa bem pior...) não se apercebem do papel altamente ridículo que interpretam, as cobaias voluntárias ao serviço dos que pretendem a nossa destruição.
 
Para além do espaço em si, Praça de S. Pedro, ser um espaço sagrado, as pessoas que lá se encontravam merecem todo o respeito. E se há coisa que os activistas do marxismo cultural não têm, é precisamente respeito pelos outros. Os seus métodos não são apenas ofensivos e de uma falta de educação gritante , são também degradantes a todos os níveis. Em condições normais, porque não estamos em condições normais, essa gente levava umas sapatadas para servir de dissuasão a futuros protestos que envolvessem os mesmos meios. E não nos admiremos que no futuro próximo esse tipo de acções se vá generalizando; o marxismo cultural sabe que chegará a sua hora em que será julgado pelos cidadãos, e como tal procura por todos os meios manter viva a crença escatológica do futuro desejado... o dos gays e chanfonetas, paraíso biológico dos neognósticos.