quinta-feira, 6 de junho de 2013

A democrata dança política portuguesa

Eu estou quase como diria o "outro", se a política portuguesa não existisse... teria de ser inventada. Mas vejamos bem o que quero com isto dizer.
 
No nosso país, desde o 25 de abril para cá, e sobretudo a partir da década de 1980, o que a política portuguesa nos revela é uma "dança democrata"; dois partidos, um mais à esquerda outro mais à direita, o da esquerda imbuído que está nas falácias sociais só sabe "escacar" a economia, sempre em nome das falácias da revolução de 1789. O outro, mais à direita, é depois chamado a intervir para pôr ordem na desordem, para pagar o que os caloteiros fizeram, e para tentar amealhar alguma coisa. Logo de seguida voltam os "líricos" com as suas preponeias e a sua cultura de "não trabalho", dando cabo do que os outros amealharam. E depois dos "líricos" foderem tudo, lá voltam novamente os primeiros para mais uma vez endireitar as contas e tentar amealhar alguma coisa. É um ciclo vicioso sem fim à vista. Todos roubam, mas com algumas diferenças, enquanto na direita vai restando algum bom senso, na esquerda vale tudo, até tirar olhos.
 
 

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