sábado, 22 de junho de 2013

Mistérios quânticos que põem os cabelos em pé aos darwinistas

A dualidade onda-partícula é uma realidade transcendental muito difícil de entender pela lógica imanente e materialista da sociedade actual.
A dualidade onda-partícula caracteriza-se pelo facto das partículas elementares como electrões, protões, e até alguns átomos e moléculas, existirem em estados que evoluem em ondas quando não são observadas, mas que colapsam para partículas quando são observadas. Um dos maiores físicos do século XX, Heisenberg, chamou a este estado de coisas "amplitudes de probabilidades", levando-o ainda  a concluir que «a base do mundo material é não-material; que os constituintes das coisas reais não são tão reais como as coisas que constroem; que a realidade é criada por observação; que a natureza da realidade é simultaneamente não-local e de aparência mental.»
 
A não-localidade do universo é a condição essencial para a proliferação de ondas quânticas, o que se relaciona com uma ordem transcendente cujos propósitos ultrapassam em muito o que se possa conceber o assunto. Para além disto tudo, a física quântica demonstra que os processos subjacentes à realidade não são uniformes, ou seja, a criação da realidade é feita através de sobreposições "não totalmente" reais de possibilidades, que evoluem num processo determinista. As efectivações vão criando os efeitos reais que são regulados por um certo acaso.

quinta-feira, 20 de junho de 2013

A aparência mental do mundo quântico que irrita os darwinistas

Paul Dirac dizia numa conferência realizada em 1993 que «a natureza aleatória dos saltos quânticos não era feita às cegas como a palavra aleatória poderia deixar supor.» É feita uma escolha, continuava Dirac, dizendo ainda que neste caso, escolha, se definia como «qualquer fixação de algo que é deixado livre pelas leis da natureza.» O que Dirac pretendia dizer é que os saltos quânticos estavam à margem das leis da natureza, tal como as conhecemos.
 
Não é fácil conceber ou ter uma ideia sobre as leis que possam reger os saltos quânticos, se é que lhes podemos chamar de leis. Já mais de uma vez foi sugerido por diversos investigadores e cientistas que nos saltos quânticos, o sobrenatural se impõe ao natural. Na realidade quântica  a linha de demarcação entre o natural e o sobrenatural não é clara, tornando-se difusa e opaca, o que provoca uma fusão dos dois domínios, entrando-se pela metafísica adentro.
 
Como a natureza do ser humano é molecular, estamos sujeitos aos efeitos quânticos não locais prevalecentes no universo. As consequências dos fenómenos quânticos em relação à natureza humana, são muito claros: O ser humano tem necessidades espirituais porque a sua mente precisa de estar em contacto com aquilo que lhe é semelhante no universo - O Substrato de Aparência Mental do Universo.
 
O homem tem necessidades espirituais porque a natureza do universo é espiritual.

quarta-feira, 19 de junho de 2013

A física quântica - o pesadelo dos darwinistas

O fundamento da realidade baseia-se em relações numéricas - princípios não-materiais - que estabelecem a ordem existente no nosso mundo macroscópico. A realidade de que aqui se fala baseia-se em fenómenos que transcendem a nossa perspectiva clássica sobre o assunto. Santo Agostinho definiu este tema com muita clareza no seu livro Confissões onde podemos ler: «Quanto mais envelhecia, mais desprezível se tornava o vazio do meu pensamento, pois não era capaz de imaginar qualquer entidade senão como algo corporalmente visível.»
 
De forma resumida, digamos que nenhuma coisa vulgar se pode comportar como as partículas elementares de que é constituída. A natureza da realidade quântica é de "aparência mental" e manifesta-se de várias formas. Os chamados campos de probabilidades não-materiais assemelham-se muito mais a um "pensamento" do que a uma "coisa". Basta pensarmos no funcionamento da química em que o evitar das órbitas ocupadas é a base de toda a química e da ordem visível do universo, o que configura não o resultado de uma força mecânica, material portanto, mas sim, o resultado de um princípio de "aparência mental". Mas o mais surpreendente prende-se com o facto de sempre que um sistema quântico empreende transições de um estado para outro em saltos quânticos, o faz espontaneamente, sem qualquer causa aparente. Só uma "mente" pode iniciar, por sua própria iniciativa, uma cadeia de eventos causais.
 
«A natureza não dá saltos», dizia Darwin, mas para grande desgosto de Darwin e dos seus seguidores, o que a natureza mais faz é precisamente dar saltos, sempre e sem motivo aparente.
 
Um aspecto muito interessante da física quântica relaciona-se de muito perto com aquilo que nos é permitido observar e conhecer. Toda e qualquer molécula consiste não apenas no seu estado observável como consiste também em incontáveis números de estados que são invisíveis porque estão vazios. Os químico-quânticos chamam virtuais a estes estados vazios, porque existem virtualmente mas não "realmente". Estes estados virtuais são formas matemáticas, funções de probabilidades, fragmentos de informação, padrões de ordem, mas são mais do que simples funções ou formas matemáticas. A sua existência pode ser melhor compreendida se se tiver em conta que um átomo ou uma molécula pode fazer uma transição para um desses estados vazios, que depois se tornam reais no sentido vulgar do termo. A ordem de estados virtuais é uma ordem transcendente, e a efectuação de um estado virtual é o mecanismo pelo qual a ordem transcendente pode evoluir no mundo material.
 
Ao contrário do que afirmam os darwinistas, não é a partir do caos ou do nada que a ordem evolui, mas sim a partir da efectivação da ordem virtual que existe numa forma previsível, muito antes de ter sido efectivada.
 
O ponto de vista darwinista não reconhece alterações espontâneas, nem a selecção quântica, nem padrões de conduta não adaptados e muito menos recorre às entidades não-materiais da realidade quântica. O darwinismo faz lembrar um motor a vapor aplicado aos circuitos integrados da vida.
 
No fundamento da realidade física, a natureza das coisas materiais revela-se como não-material. Os componentes elementares das coisas reais formam uma espécie de realidade não conforme às coisas que são produzidas. São entidades com propriedades de "aparência mental". Os estados virtuais, não observáveis e de aparência ondulatória, são estados com aparência de pensamento - os resultados de saltos quânticos, com aparência material. Efectuação é materialização.
A realidade transcendente é intrinsecamente inobservável, o que muito naturalmente significa que, na fronteira de qualquer realidade observável, a mesma não se desvanece no nada, mas na metafísica.
 
Paul Dirac dizia que «as leis fundamentais da natureza não governam o mundo tal como parece no nosso quadro mental de qualquer forma muito directa, mas antes controlam um substrato do qual não podemos formar um quadro mental sem introduzir irrelevâncias.»
 
 
A continuar.

terça-feira, 18 de junho de 2013

O sonho "sindical-comunista"

O que é que se conseguiu com estas greves aos exames? Nada. Um rotundo zero. Continua tudo na mesma, porque os planos de deseducação são para levar por diante, custe o que custar. Não se compreendem as declarações dos sindicatos, de que tal feito fazem uma vitória.
Pior do que a situação não ter evoluído favoravelmente à classe docente com esta greve aos exames, é a total imobilidade e insensibilidade dos diversos governos perante a greve, o que quer dizer que não vão lá com greves. O sonho "sindical-comunista" começa a desmoronar-se perante as evidências, e como se costuma dizer, só não vê quem não quer..
 
Como sempre acontece, os que nada têm a ver com isto são os mais prejudicados, mas a ter em conta pelas amostras, nem governo nem sindicatos estão minimamente ralados que sejam os alunos os mais prejudicados. De um lado, greves e manifestações, do outro, insensibilidade e desinteresse pelas greves dos "charlatães ideológicos". Os sindicatos fazem jogo duplo, alguns dos seus elementos auferem ordenados verdadeiramente incríveis, e depois, tal como o lobo se disfarçou de frade para entrar no convento, o mesmo aconteceu à democracia com a ascensão do sonho "sindical-comunista", de índole antidemocrática primária, de resto, tal como os seus parentes próximos.
 
 
 

segunda-feira, 17 de junho de 2013

A competência por colação



«A multidão, ou melhor a constituição, supunha que os legisladores nomeados pelos seus delegados eram mais competentes para fazer leis do que ela. A esta competência um pouco extravagante é que eu chamo a competência por colação. Assim, nada há que me indique que um determinado cidadão tenha a menor competência legisladora, isto é, jurídica; mas a competência que lhe falta, confiro-lha eu pela confiança que me merece e eu manifesto-a votando nele ou votando em pessoas que lha concedem escolhendo-o.
Evidentemente, a competência por colação não tem senso comum; mas tem a seu favor algumas aparências e até um pouco mais que aparências. Não tem senso comum, porque é uma criação ex-nihilo [a partir do nada], porque é o incompetente a tirar de si o competente, é um zero que produz uma unidade. A colação, todavia, embora não me agrade em parte nenhuma, é bastante legítima, sempre que provenha de uma corporação competente. Um sábio, que não seja bacharel, recebe esse grau de uma universidade, e os de licenciado e doutor, para poder entrar nessa universidade, que é hábil e competente para o fazer, por ter capacidade de saber, e por ser devido apenas a circunstâncias especiais que o sábio não possuía nenhum diploma científico oficial. Mas, sem dúvida, pareceria muito paradoxal, e até muito ridículo, que um grupo de indivíduos sem diplomas universitários conferissem a alguém, por exemplo, o grau de doutor em matemática. A competência por colação dos incompetentes não tem certamente senso comum.»
 
Excerto do livro O Culto da Incompetência de Émile Faguet.

terça-feira, 11 de junho de 2013

Fernando Pessoa, o grupo dos 300 e a sua influência cultural na Europa

«A razão e a técnica de infiltração consiste no seguinte: todo o princípio político, estético, filosófico tem duas características, tem uma ideia central que o distingue dos outros; é composto de elementos vários subordinados a essa ideia central. Há, portanto, três maneiras de arruinar, por infiltração, um princípio qualquer. A primeira, é exagerar até ao desequilíbrio - sobretudo ao desequilíbrio com a realidade - a ideia central, que o distingue. A segunda é erigir em principal qualquer dos elementos secundários, ou em principais qualquer deles. A terceira é liga-lo, quer por meio da sua ideia central, quer por meio de qualquer das acessórias, exageradas em importância para esse fim, a qualquer outro princípio com que forçosamente ou não convém ou, posto em prática, não convirá.
 
Vamos dar exemplos destas três tácticas.
A certa altura do século XIX começou a manifestar-se uma reacção contra o Romantismo. Esta reacção surgiu em parte como «avançada» em relação a ele (naturalismo) em parte como «retrógada» (neoclassicismo). Como este último ameaçava reconstruir o ideal pagão, era mister desvirtuá-lo. Assim se fez. O que tendia para ser um critério neoclássico puro foi desvirtuado, pelo exagero, em oposição ao romantismo, do espírito estético central do classicismo, para o chamado movimento estético, representado principalmente por Oscar Wilde.
Os «Trezentos»  não inventaram Oscar Wilde, é certo; o que fizeram foi, por acção insistente sobre ele no meio em que vivia, impeli-lo cada vez mais no exagero da parte infecunda do seu helenismo, o que fizeram foi, conseguido isto, espalhar por toda a europa o conhecimento da sua obra. A «propaganda» de Wilde é mais alguma coisa que o simples desenvolvimento natural da sua reputação.
 
Outro exemplo. A certa altura do século XIX e mais claramente no século XX, surgiu uma corrente monárquica, nacionalista e tradicionalista na Europa e sobretudo em França. Este elemento representava um perigo, tanto mais que ameaçava tornar-se forte, como, com efeito, se tornou. Era forçoso desvirtuá-lo. Assim se fez. Por uma acção insistente e disfarçada junto de elementos componentes desse movimento, conseguiu-se que esse monarquismo assumisse um aspecto absolutamente anti-individualista, fazendo-o ir simular as instituições da Idade-Média. Sabedores os trezentos, ou quem os dirige, que a civilização europeia, pelos seus fundamentos gregos, é radicalmente individualista; que a civilização moderna é, de per si individualista também, pois que avançou para além da fase corporativista que é característica do início de todas as civilizações e do seu estado semi-bárbaro, viram bem que, convertendo em anti-individualista e corporativista o novo monarquismo, conseguiam um triplo resultado, de três modos servidor dos seus fins: nulificar a acção futura profunda desse monarquismo desadaptando-o do individualismo fundamental da nossa civilização; pô-lo em conflito com o individualismo moderno, nascido do progresso das nações e da multiplicação de entrerelações e culturas; atirar com ele contra os princípios helénicos e clássicos.
 
A queda do Império Alemão, preparada de longe, desde que se conseguiu afastar Bismarck da sua governação, é dos trabalhos mais assombrosos da direcção secreta que pode imaginar-se. Organizado em bases estatísticas, e, portanto, contrária às da substância da nossa civilização, o Império Alemão tinha que cair. O que não era forçoso é que caísse da forma que caiu, ou que se prolongasse a guerra em que ruiu, ou se tivesse conseguido a intervenção da América [...] ».

Os sublinhados e negritos são meus.
 
 
Fernando Pessoa - Textos em prosa

segunda-feira, 10 de junho de 2013

A "opinião pública" segundo Fernando Pessoa


«Entre as várias superstições verbais, de que se alimenta a pseudo-inteligência da nossa época, a mais vulgarmente usada é a da «opinião pública». E, como acontece com todas as superstições que conseguem deveras enraizar-se mas que não conseguem nunca tornar-se lúcidas, este critério instintivo respeitador da opinião pública em palavras (porque sente que há por detrás da frase uma realidade), mas pouco respeitador dela em actos (porque não sabe definitivamente que realidade é essa), é ao mesmo tempo o esteio e o vício das sociedades modernas. É o seu esteio porque é o esteio de todas as sociedades, na sua realidade verdadeira; é o seu vício porque as sociedades modernas têm da opinião pública um conceito absolutamente errado. Esse conceito provém do erro fundamental das teorias democráticas, profundamente anti-populares; e a origem do erro está na mentalidade do século XVIII, onde esse conceito, tal como o temos, se gerou.»

quinta-feira, 6 de junho de 2013

A radicalização da agenda homossexual - o chupa cús




É proibido manifestar-se contra o casamento gay! Vejam bem ao que esta merda chegou. A polícia a retirar as bandeirinhas da família e quase a tratar as pessoas como terroristas, bombas de barulho para criar uma atmosfera digna dos piores "hooligans"... é este o governo progressista do socialismo da maior mentira do mundo. Hollande, o chupa-cús número um, é o cão de fila que segue muito bem os passos a ser dados. O terrorismo de Estado ao serviço das engenharias sociais, que representam neste momento o "anti-cristo", a destruição da família e o fim do mundo tal como o conhecemos até à actualidade.

A democrata dança política portuguesa

Eu estou quase como diria o "outro", se a política portuguesa não existisse... teria de ser inventada. Mas vejamos bem o que quero com isto dizer.
 
No nosso país, desde o 25 de abril para cá, e sobretudo a partir da década de 1980, o que a política portuguesa nos revela é uma "dança democrata"; dois partidos, um mais à esquerda outro mais à direita, o da esquerda imbuído que está nas falácias sociais só sabe "escacar" a economia, sempre em nome das falácias da revolução de 1789. O outro, mais à direita, é depois chamado a intervir para pôr ordem na desordem, para pagar o que os caloteiros fizeram, e para tentar amealhar alguma coisa. Logo de seguida voltam os "líricos" com as suas preponeias e a sua cultura de "não trabalho", dando cabo do que os outros amealharam. E depois dos "líricos" foderem tudo, lá voltam novamente os primeiros para mais uma vez endireitar as contas e tentar amealhar alguma coisa. É um ciclo vicioso sem fim à vista. Todos roubam, mas com algumas diferenças, enquanto na direita vai restando algum bom senso, na esquerda vale tudo, até tirar olhos.