quarta-feira, 29 de maio de 2013

Ao que chegou a democracia

Quando se chega a um ponto em que se pretende justificar tudo o que existe, seja bom ou mau, com a democracia é sinal de que não existe democracia. É paradoxal esta afirmação pois, como pode uma coisa não existir se se diz que ela existe? Analisando com alguma profundidade esta questão, a democracia existe formalmente mas nunca existe num patamar do qual as simples "massas" possam retirar daí algum provento. E como muito bem sabemos, a democracia dita parlamentar, que é mais ou menos a que vigora por todo o lado, baseia-se numa série de pressupostos e teses que nunca foram muito democráticos. A história explica muito bem porquê.
 
A democracia hoje, serve todo o tipo de torpezas inimagináveis, serve ambições sarcásticas e propósitos muito duvidosos. É ver como qualquer político de qualquer partido utiliza hoje o termo democracia: "uma muleta muito útil para outros voos". Enquanto o simples eleitor é "esfolado" no simples acto de se ver constrangido ao direito de voto, é "esfolado" economicamente e "esfolado" psicologicamente. A democracia actual sustenta-se sobre dois pilares que lhe dão forma, os interesses económicos monopolistas mundiais (Plutocracia internacional) e a agenda muito antiga de "passar a tratar a humanidade como gado" (governo único mundial de inspiração maçónico-satânica).
 
Todo aquele que manifestar "frescura de espírito" denunciando o óbvio, e volto a referir, O ÓBVIO, é acusado de antidemocrata, inimigo da liberdade. A democracia é ré e carrasco ao mesmo tempo, conforme as conveniências e a flutuação das opiniões. A cada nova investida, uma deslocação massiva de rebeliões democráticas, como não podia deixar de ser, tratam de anular dissidências lançado para a frente as palavras de ordem´: «Estamos em democracia», e como estamos em democracia vale tudo, até retirar legitimidade democrática a todos os que não concordam com a agenda globalista, sobretudo a que diz respeito à transgressão gravíssima da genealogia e da biologia intrínseca do ser humano, sem esquecer o aborto, a eutanásia, o utilitarismo radical e a inversão da moral e dos costumes.
 
Não existe democracia, porque a democracia tem de ser muito mais do que um jogo perverso, onde uma agenda inimiga dos povos pretende ditar leis.
 
 
 

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