sexta-feira, 8 de março de 2013

A pouca vergonha deste país transformou-se em totalitarismo democrático

As manifestações serviram para quê? Para cantar a Grândola? O resultado está à vista. O país político interpretou muito bem os sinais; perante um "presidente da república fantasma", o Estado ainda goza com os portugueses, dá-se ao luxo de tratar os habitantes deste país como "bonequinhos".
Continuem a cantar a Grândola, juntem-se aos magotes de 100000 ou 1000000 de pessoas a entoar a música e a recitar os lugares comuns de sempre.
 
O "4º falso D. Sebastião", um execrável personagem, que por onde passou foi sempre considerado mediano, vem no seguimento da chacota política generalizada deste país, dizer que para Portugal gerar empregos e produzir mais deve "achinesar-se" a nível de salários. Bem se vê que o que esse indivíduo andou a fazer por aí fora não foi em vão... poderia ser muito mediano na representação das suas funções profissionais, mas é excelente na arte de representar e papaguear a falsa democracia (democracia parlamentar), o tipo de "idiota útil" perfeito para instaurar o totalitarismo democrático, a não passar de um totalitarismo sob novas roupagens.
 
A "seita democrática" não compreende que não serve nem representa nenhuma democracia, porque liberdade sem ordem ou igualdade sem diversidade ou até justiça sem hierarquia, é o princípio do fim da democracia, que na realidade nunca chegou a efectivar-se na sua plenitude E a plenitude da democracia é, sem qualquer sombra de dúvida, a directa.
É bem conhecida essa ideia de a democracia directa ser considerada utópica e demagógica, pois está bem à vista porquê.
 
Enquanto isso, os amigos do "bruxo" do governo, esfregam as mãos de contentes; mais uns milhões a caminho...

2 comentários:

  1. Já é altura de aprender com o passado:
    1- Não é com manifestações e com greves... que se vai conseguir controlar os vícios dos lobbys!
    2- A melhor forma de CONTROLAR OS VÍCIOS DOS LOBBYS (Banca incluída) é o 'Direito ao Veto de quem paga': ver blog «fim-da-cidadania-infantil».
    ---> Mesmo realizando eleições em todos os "semestres"... seria o «vira o disco e toca o mesmo»: os lobbys manteriam a sua influência... e quando passassem a «ex-», os governantes, teriam belos 'tachos' à sua espera.
    ---> Anda por aí muita conversa que... visa perpetuar/eternizar a parolização de contribuinte... isto é, ou seja, lançar uma cortina de fumo para que o contribuinte não veja o óbvio: os contribuintes não podem passar um 'cheque em branco' aos políticos!... Leia-se: votar em políticos... sim mas... votar não é passar um 'cheque em branco'!
    .
    .
    Mais, toca a abrir a pestana -> existe por aí muito político cujo 'trabalhinho' é abrir oportunidades para a superclasse:
    - privatização de bens estratégicos: combustíveis, electricidade... água...
    - caos económico...
    - implosão de identidades autóctones...
    .
    .
    Nota:
    1- a superclasse não só pretende conduzir os países à implosão da sua Identidade (dividir/dissolver identidades para reinar)... como também... pretende conduzir os países à implosão económica/financeira...
    2- a superclasse é anti-povos que pretendem sobreviver pacatamente no planeta...
    3- a superclasse apoia aqueles... que estão numa corrida demográfica pelo controlo de novos territórios.
    4- o caos proporciona uma OPORTUNIDADE à superclasse: um Neofeudalismo - uma Nova Ordem a seguir ao caos...
    ['Detroitização' de vastas áreas do planeta... pode-se ver, por exemplo, «aqui» o "paraíso" que é Detroit]

    ResponderEliminar
  2. Finalmente econtro algo com ideias deste género. Também sou a favor da ideia de que quem tem maiores responsabilidades perante a sociade tem de ter um peso maior nas decisões do estado.

    ResponderEliminar