terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Bandidolândia - do pé coxinho à mão sebosa

Não sei por que "carga de água" esta nação outrora grandiosa, que deu «mundos ao mundo», que moralizou povos e regiões, que praticou um intercâmbio comercial que a todas as partes honrou, se vê subitamente transformada em "campeã da desgraça". Somos efectivamente bons naquilo que não interessa ou interessa pouco, no consumo de massas (não as de comer, mas as que se comem umas às outras), naquilo em que deveríamos ser bons, somos péssimos. E o adjectivo não é exagerado.
 
 
Isto tem uma explicação muito lógica e simples: o poder económico há muito que se sobrepôs ao poder político (a «sinificação»), mas só agora os efeitos colaterais se fazem sentir na sua plenitude. O saque é generalizado, nenhum cargo de presidência da república nestes moldes constitucionais lhe poderá fazer frente, nenhum governo por mais democrático que berre ser lhe poderá barrar caminho.
 
Portugal é o país da união europeia que paga mais impostos, mas o mais grave de tudo é que paga (?) para não resolver nada (mais «sinificação»). O significado disto é muito assustador, o país está em vias de ser desmantelado e vendido na totalidade a interesses muito incompatíveis com a nossa maneira de ser.
 
 
Portugal precisa de um rei para acabar com esta balbúrdia, com esta sem-vergonhice que não tem limites, precisa também de um rei para voltar a haver educação, porque sem educação não existe prosperidade.
 

Sem comentários:

Enviar um comentário