sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

A traição dos intelectuais e a democracia

É um "regalo" assistir aos debates da assembleia da república. O achincalhamento é parte muito importante desta democracia, que não olha a meios para atingir os fins propostos. A magnitude circense do parlamento era digna de ter alguns números com leões e tigres... acho piada a comentários vindos dos maiores traidores, uns conscientemente, outros inconscientemente. Sem esquecer as belíssimas intervenções de partidos ditos de extrema esquerda; o «puritanismo clássico» das ideias e dos fins, em que tudo é falso e relativo, como tal, a busca do «paraíso na terra» é geradora  de escatologias.
 
 
A «traição dos intelectuais» permitiu estabelecer um elo de ligação entre os cultos secretos da maçonaria e as democracias pós-1918, foi a maçonaria que de uma forma ou outra criou as bases para as democracias actuais, que são muito inoperantes e nada democráticas.
 
A «traição dos intelectuais» serviu também para desenraízar conceitos, descridibilizar crenças, extirpar saberes e nivelar o bem e o mal. O relativismo associado a um certo utilitarismo foi o golpe fatal da maçonaria, e no entanto, a traição continua. A ilusão do voto permeia a cada momento os iluminados do sistema, e com essa mesma ilusão milhões de pessoas dirigem-se às "Urrrnas" depositar um voto naqueles que irão "escacar" a economia e o país. E esta doença maldita, não tem fim à vista; é uma doença porque não vivemos em democracia, não basta a chamada «vontade geral» para que um deteminado facto seja ipso facto, gerando-se pelo contrário, um vírus com grande poder de destruição.
 
O "cameloíde" Richard Dawkins dizia aqui há pouco tempo que «era preferível uma criança ser abusada sexualmente do que ser educada no regime católico», ora uma verborreia destas é um sinal claríssimo do vírus criado nos laboratórios maçónicos. Sendo este mesmo vírus altamente mutante e adaptável a diversas situações. Indivíduos do calibre de Dawkins há milhares, para não dizer milhões, em todo o mundo, e os seus seguidores manifestam êxtases indescritíveis, na incessante busca escatológica; a «certeza do futuro desejado».
 
 

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