terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Portugal - a "Grécia" que não é mas virá a ser

Lá para os lados dos corredores poeirentos de bruchelas, imbuídos de uma visão "diabólica" e de um senso apurado para o clímax da decadência final, chega-se à conclusão que Portugal não é a Grécia e que os esforços de consolidação do governo português são dignos de louvor.

Dar-se-ia o caso de estarmos todos loucos, se não soubéssemos já que os "ejaculadores democratas" de bruchelas, desconhecem a realidade [aquela que mais interessava conhecer], mas, desconhecimento para os mesmos, é igual a muito poder.
 
O poder é tal que se permite legislação abusiva e destituída de qualquer base moral para opinar e sancionar contra a família, a vida, o homem, a hierarquia, a lei natural [visível por si própria, não necessita de ser explicada, nem precisa de decretos].
 
A ordem e a tradição foram substituídas pelo mergulho na selva, na salganhada, na eterna dívida, que implodirá algum dia.
 
A "grécia" que não é hoje, sê-lo-á algum dia, a continuar na senda dos elogios bruchelistas e da destruição massiva do país.

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