quarta-feira, 12 de setembro de 2012

A restauração de Portugal

Não há mais volta a dar, por mais imprecisões e defeitos que qualquer regime possa conter, apenas um deles pode terminar com o saque e acabar com uma partidocracia a raiar a "patifocracia".

Esse regime é a monarquia, o único capaz de criar consensos e o único capaz de não estar tolhido por rabos de palha e interesses inconfessáveis (assim se dominam pelo pavor do escândalo) como os políticos da república. O Rei é uma personalidade impoluta nesse aspecto, e quem disser o contrário não está a falar a sério. Por muitas injustiças e asneiras que se cometessem, a monarquia nunca chegou ao ponto de ridicularizar e maltratar o seu povo como o faz a república actualmente.
 
Não se dá valor a quem trabalha (exceptuando se for do círculo de amizades da seita democrática), promove-se o parasitismo e a imbecilidade endémica, já se sabe para garantir uma legião parasitária que dará o seu voto aos "patifocratas". E chamam a isto "democracia".
 
Em Portugal andamos há 38 anos a enriquecer meia dúzia de indivíduos em meia dúzia de sectores chave, combustíveis, energias, telecomunicações, audiovisual, livros escolares (manuais é o termo politicamente correcto). E tudo isto continua a ser "patifocracia", perdão "democracia".
 
 
 
 
 
Pela restauração de Portugal, viva o rei, viva Portugal.
 
 
 

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