terça-feira, 21 de agosto de 2012

Ladrolândia - a saga continua

Segundo números que foram recentemente noticiados (falta saber a sua validade), a Galp, uma das empresas que mais rouba em Portugal, aumentou os seus lucros no primeiro semestre deste ano em 59%!

A ser verdade, é uma coisa vergonhosa, que deveria dar direito a anos e anos de prisão.
Mas como somos governados por outro bando de ladrões, financiados e publicitados por empresas ladras como a acima mencionada, é tudo normal. Normalíssimo. É o petróleo que está em alta nos mercados internacionais.
Apetecia-me dizer, é a P*** que vos P****.

A bandidolândia, controlada pela maçonaria, merece uma lição. Mas esta lição tem de ser feita com categoria e inteligência, não com violências que nada resolvem. O que vou dizer de seguida poderá parecer de impossível realização, mas se os portugueses se unissem e boicotassem a compra de combustíveis nacionais durante 1 ou 2 semanas, os ladrõezecos até "cagavam de esguiche". A maçonaria e os seus capatazes "mijavam nas cuecas" de tanto pavor...

De seguida, os portugueses deveriam boicotar uma série de serviços e bens, sobretudo os grandes grupos económicos, e aí é que eram elas.
Sempre que necessário, os portugueses devem unir-se e boicotar os ladrões da Galp e restante séquito de cabrões amestrados. E quando chegar as próximas legislativas, novo boicote (aos partidos políticos), votando-se massivamente em branco.

Quanto à justiça, ou falta dela, para ser mais exacto, os cidadãos deveriam exigir uma mudança urgente da constituição portuguesa que peca por graves defeitos e inverdades. Não é á toa que vão surgindo, já há algum tempo,  pedidos de mudanças na constituição. Partidos como o bloco de esterco deveriam ser ilegalizados e os seus mentores encarcerados em manicómios de grau máximo.
Pessoas como José Sócrates, considerado por alguns doentes mentais como o melhor primeiro ministro de Portugal, deveriam pagar do seu bolso os estragos que causaram ao país.

Mas, já se sabe, um país controlado pelos maiores bandidos, onde as negociatas ruinosas para o país e para os Portugueses são norma, isso será muito difícil de conseguir. Embora os cidadãos o possam conseguir, não o querem porque vivem na ilusão da sua segurança (relativa) financeira e material. Nada mais falso.



2 comentários:

  1. Não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade que implicam um investimento inicial de muitos milhões... (mesmo sendo inquestionável, todavia, na minha opinião, o facto de que é a iniciativa privada o motor do desenvolvimento económico) é uma ÓTARICE deixar tais actividades estratégicas para a soberania à mercê dos privados!
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    ANEXO:
    Na minha opinião é inquestionável o facto de que é a iniciativa privada o motor do desenvolvimento económico... todavia, a especulação privada pode ter os seus excessos (um ex: aqui os preços aumentaram 10 vezes em poucos dias)... logo, é da mais elementar prudência, o Estado ter uma presença muito forte nas actividades de primeira necessidade... tanto mais que tal presença pode ser utilizada como uma 'almofada' numa fase de recessão da economia. {nota: Não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a CONCORRÊNCIA de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada}
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    ANEXO:
    A especulação privada pode ter os seus excessos (um ex: aqui os preços aumentaram 10 vezes em poucos dias)... logo, é da mais elementar prudência, o Estado ter uma presença muito forte nas actividades de primeira necessidade... tanto mais que tal presença pode ser utilizada como uma 'almofada' numa fase de recessão da economia. {nota: Não há necessidade do Estado possuir negócios do tipo cafés (etc), porque é fácil a um privado quebrar uma cartelização... agora, em produtos de primeira necessidade - que implicam um investimento inicial de muitos milhões - só a CONCORRÊNCIA de empresas públicas é que permitirá combater eficazmente a cartelização privada}

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