quarta-feira, 18 de abril de 2012

A agenda maçónica - parte II

Falando apenas no caso português, como é que uma associação que se diz filantrópica, pode permitir as desigualdades existentes? Não têm poder para isso? Será que não mesmo?

Pois então, de que serve um código de conduta e uma certa partilha de valores, difícil de suportar segundo os mesmos?
Somos o país mais assimétrico da UE, país onde as desigualdades chegam a ser em alguns sectores quase o triplo da média europeia. O nosso país, Portugal, é um país completamente irreal, não tem base de sustentação, há muitos e muitos anos. Tendo tudo isto vindo a piorar desde uma certa data para cá.

A conduta moral de alguns e de outros, é bem representativa dos epítetos que poderíamos atribuir a esta terceira república, em ligação permanente com os órgãos de desinformação massiva.

A "chafurdice ecológica e o cleptogamanço ao serviço da tortuária" [instrumento de tortura representado pelo estado], poderia ser um dos epítetos. Outro poderia ser por exemplo, "De maço na mão e ria, plutomartírio sem fim".

Em tom mais sério, diga-se que o conhecimento, qualquer que seja, deve ser passado a outros. Mas evidentemente que nem todo o conhecimento pode na realidade ser passado a outros, pois nem todos podem suportar o impacto de certas informações. E aqui é que está o grande problema com o qual não se contava anteriormente. Porque tudo nesta era pós-moderna se transformou em castelos de cartas prestes a ruinar.

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