sábado, 4 de fevereiro de 2012

Publicidade gay no metro de Lisboa

Não há limites para a neoinquisição, a Al-gayeda (termo retirado do blogue Perspectivas) quer passar a publicitar as suas "virtudes" e "igualdade de direitos" como se de pão para a boca se tratasse. E quem se manifestar contra ou até achar (com muita razão) que tal publicidade é atentatória aos bons costumes e à sã moralidade é logo taxado de homofóbico(!??).

Preâmbulo: na natureza tudo é dual, os contrários existem e animam a própria evolução do universo, é regra universal e pretender alterá-la é pretender fazer de Deus o manejador do chicote erótico; alto e baixo, gordo e magro, rápido e lento, positivo e negativo, masculino e feminino. O erro crasso dos HETEROFÓBICOS é o erro clássico do pensamento materialista, que tudo nega e recusa sempre que isso não se traduza em novas sensações e prazeres ditos evoluídos(!??).

Porque tem de haver publicidade (paga com dinheiro dos meus impostos) num local onde diariamente passam milhares de pessoas?

Para a coisa ter impacto, pois claro. O povinho tem de saber que a partir de agora será dominado por uma elite bem pensante, cujos valores máximos serão a homofilia, a bestofilia e a pedofilia. A pior podridão para abrir caminho ao fim da humanidade tal como a conhecemos.

Tudo o resto são cantigas. Serei considerado homofóbico por este texto, mas, tal como quando alguém me chama filho desta ou daquela, sou eu que decido se fico ou não ofendido, sou eu que decido se ligo ou não ligo ao que ouço, sou eu que decido, a cada instante, aquilo que me serve iou não serve.
O argumento típico (o pronto a pensar)  da Al-gayeda é tão reles,  limita-se a catalogar outros com um palavrão, e a dizer que têm direito à diferença de género. Diferença?? A única diferença ao nosso estado sexual é a androginia pura, que implica ausência de sexo, tal como o conhecemos.


Os actuais experts na matéria vão mais longe, não querem uma ausência de sexo propriamente dita, querem um maneirismo em que o verdadeiro estado sexual da humanidade seja posto em causa a favor de uma aberração de dimensões universais.

 

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