segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se III

A partir de 1853, sobe ao trono D. PedroV. Tem um reinado curto, oito anos, até 1861. Foi criado nos ambientes demoliberais, em alta efervescência nessa época, era descrito como um rei apático, infeliz e tímido. Apesar da aparente tranquilidade do reino nessa altura, Napoleão III a mando da maçonaria, tenta uma investida contra Portugal que não surtiu efeito, e para se vingar, a maçonaria acusa, caricatamente, uma ordem de freiras de ser a responsável de toda a situação! Portugal aproximava-se vertiginosamente do final da sua terceira descida aos infernos.

D. Luís, é o rei que se segue, irmão de D. Pedro V, reinará de 1861 a 1889. Apesar de ter tido um longo reinado, não tinha poderes suficientes para alterar o "status quo" vigente, o jacobinismo puro e duro e o anti-tradicionalismo.
Era um rei artista, segundo Eliade, tocava violino, lia e traduzia Shakespeare, mas apático e desligado da realidade do país.
Os planos de desintegração nacional seguiam de vento em popa, o liberalismo (o protótipo) começava a tomar conta da alma portuguesa. É a fase derradeira da terceira descida de Portugal aos infernos.


D. Carlos I, foi o único rei que teve coragem e determinação para lutar contra a maçonaria e as ordens secretas que surgiram por todo o lado, pagou essa ousadia com a própria vida em 1908.


continua

2 comentários:

  1. maçonaria é a maior merda que já apareceu na face da terra.
    isto só se resolvia à bomba. era uma bomba em cada Loja maçónica e acabava-se logo essa merda toda.

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  2. Bomba não que faz barulho, tentem antes uma fogueira numa praça qualquer.

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