segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se IV

D. Carlos I foi um rei com um grande sentido de Portugalidade, enfrentou a inglaterra e o ultimato feito ao nosso país em 1890, conseguindo refrear os ímpetos ingleses. Não teve gente à altura para o ajudar, caso contrário a história poderia ter sido diferente.
Na realidade a monarquia portuguesa não acabou com o regicídio em 1908, tinha acabado antes, já nos reinados de D. Luís e de D. Pedro V, a constituição foi por diversas vezes alterada para satisfazer caprichos de loja e de influências, o que retirou progressivamente margem de manobra à figura do rei. Em 1910, instaura-se a república, já em pleno início da 4ª iniciação de Portugal, com a maçonaria triunfante, os efeitos da descida aos infernos ainda se mantinham com as revoluções e as desordens permanentes da 1ª república, até que em 1928 o país renasce das cinzas, ou pelo menos tenta renascer.
Nova investida antes da década de 80 do século XX por parte dos poderes, iniciou a actual 4ªdescida de Portugal aos infernos, com a consequente perda de soberania que se seguiu à adesão do país à união europeia.

Daí em diante, a leitura dos acontecimentos só poderá ser séria conhecendo-se bem o que está a acontecer. Portugal encontra-se neste momento em plena 4ª descida aos infernos, já na fase derradeira, no entanto, essa fase pode revelar-se ainda longa.


continua

2 comentários:

  1. «Portugal encontra-se neste momento em plena 4ª descida aos infernos«


    -> A sobrevivência é uma coisa difícil e complicada... 'n' civilizações já desapareceram... leia-se: quanto antes, HÁ QUE 'CORTAR' COM A BANDALHEIRA!
    Resumindo e concluindo:
    - há que 'cortar' com aqueles que criticam a repressão dos Direitos das mulheres… e em simultâneo, para cúmulo,… defendem que se deve aproveitar a ‘boa produção’ demográfica proveniente de determinados países [aonde essa 'boa produção' foi proporcionada precisamente pela repressão dos Direitos das mulheres]… para resolver o deficit demográfico na Europa!;
    - há que 'cortar' com aquele pessoal (vulgo Terrorismo_CGTP) que 'martelam' os mais fracos (um ex: aqueles que, como eu, estão dependentes dos transportes públicos para ir trabalhar)... e que (quando vêm os aumentos) varrem para debaixo do tapete o facto da entidade pagadora ter necessidade de pedir dinheiro emprestado a (perigosos) especuladores, etc;
    - não vamos ser uns 'parvinhos-à-Sérvia'... ou seja, antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para se envolver num projecto de luta pela sobrevivência... e SEPARATISMO!...

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  2. E o que é que acha o caríssimo que eu estou a fazer? E suponho muito naturalmente que o senhor também o faz, assim como outras pessoas o farão. Mas isto, é difícil, estamos muito envolvidos nos processos da vida actual, e o separatismo segundo o entendo tem de ser, sobretudo, a nível espiritual e moral, não é que possam existir santos no mundo, mas se o homem não se elevar acima da mediania existente, tornar-se-á escravo, que é precisamente o que já acontece.

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