terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Maçonaria e liberalismo - o tabú começa a desfazer-se V

Portugal vive neste momento a sua fase mais sombria da descida aos infernos, praticamente na fase derradeira. O mais baixo materialismo domina quase todos os aspectos da vida humana, traduzindo-se esta situação num novo obscurantismo social com novas nuances, há sectores que querem apagar a história, ou adulterá-la ainda mais. Outros querem uma reformulação da história, eliminando inimigos (revisionismo histórico), promovendo grupos subversivos (BE, PAN e outros) para que também a antropologia sofra um corte radical - a ética, como função importante que desempenha não pode ser sujeita a desconstrucções analíticas e marxistas, que lhe retiram todo o seu sentido e beleza. A filosofia não tende para o abstracionismo, bem pelo contrário.

O que existe na democracia Portuguesa? Porque se fala insistentemente nela? Garante-nos alguma coisa?
Liberdade, carradas dela. De expressão, de movimentos, de acção, de inicicativa, de greve, de panfleteria, de romper esquinas lá pelos tascos, de roubar e assaltar impunentemente se se pertencer a certas etnias ou raças, se isto não é racismo(!?), de pertencer à casta, nova casta dos coitadinhos, criada e inventada pela maçonaria, como não poderia deixar de ser, esses também podem reclamar e partir, que está tudo bem.
Ora, ser democrata hoje em dia, é o pior exercício que o homem poderia querer.

Alguém no seu perfeito juízo considera que o seu esforço e trabalho possa servir para desmandos destes e ainda por cima, lhe serem recusados os seus direitos, sempre que necessite deles, só por não pertencer à casta acima referida? Não só é eticamente louvável não participar duma coisa destas, como qualquer pagador de impostos e taxas por tudo e por nada deveria em larga medida deixar de contribuir para este estado de coisas. Já nem sequer falo aqui do saque institucionalizado e do roubo descarado, seria fastidioso.

A fase derradeira da descida aos infernos do nosso país dar-se-á com a saída do euro. É inevitável que tal cenário não aconteça, as medidas de austeridade, saídas como sempre das lojas maçónicas, irão contribuir amplamente para isso. E por falar em austeridade, diga-se a propósito, que muito autores e economistas diziam já no final da década de 70 do século passado, que a austeridade só poderia ter efeitos se aplicada a rendimentos mais altos e não aos mais baixos. Para além da famosa curva de Laeffer, que diz muito claramente que quanto mais os impostos sobem, menos receita efectiva o governo apura. Tudo isto já era conhecido nos anos 1970, mas nunca ninguém ligou muito a isso, e os resultados estão à vista.

continua

1 comentário:

  1. -> Os portugueses foram uns otários que caíram na ratoeira do NEGÓCIO DA DÍVIDA: de facto, há séculos e séculos que o NEGÓCIO DA DÍVIDA é a mesma coisa:
    - sempre que um agiota quer 'deitar a luva' aos bens de alguém... o agiota acena com empréstimos... que sabe que não vão conseguir pagar... até porque, frequentemente, o agiota 'trata' de complicar a vida ao devedor!
    RESULTADO FINAL: quem foi atrás do aceno de empréstimos (feito pelo agiota) fica espoliado dos seus... e o agiota fica com os seus bens!
    Hoje em dia, mega-agiotas não se limitam a acenar a famílias... eles acenam a países inteiros!
    É ALTURA DE ANALISAR:
    1- em Portugal, quem é que andou a silenciar 'Medinas Carreiras'?
    2- em Portugal, quem é que nos ANDOU A EMPURRAR para o Negócio da Dívida?

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