segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Política, democracia e pesadelo

«Que remédios poderão, pois, aplicar-se à doença moderna: o culto da incompetência intelectual e moral?
Quais serão, como diz Fouillée, os meios principais para se evitarem os recifes que ameaçam as democracias?

Na nossa opinião, nenhuns há, pois que estamos em presença de um mal que se adora e só por si se poderia curar.

(...) o estado democrático não pode matar aquilo que lhe dá vida, nem estancar as principais fontes dos seus rendimentos.A democracia não é um governo barato, facto esse reconhecido por alguns dos seus mais autênticos representantes, não há dúvida de que foi instituída na esperança e intenções de um governo económico, mas tem sido sempre ruinosa, porque carece de maior número de partidários que qualquer outro governo, para não ter muitos descontentes, sendo necessário remunerar de qualquer maneira os partidáriose desarmar os descontentes, comprando-os por qualquer forma. 

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