quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

A loja da bandolândia

As notícias vindas a público sobre membros políticos e propagandistas de primeira, cujas ligações a lojas maçónicas são referidas, mostram indubitavelmente, que a entidade política de um país (entidade que deveria ser séria e sensata) é uma criação da actual maçonaria.

O acaso não existe, e por ele não existir é que um país como Portugal funciona como funciona.

Ser-se roubado pelos bandoleiros de loja e ainda ter de suportar as consequências sempre que a "deriva democrática" se mostre contrária ao estabelecido pelos experts das lojas, os autocratas do nevoeiro denso, é possível só onde a maçonaria controle largamente os assuntos de estado.

Para além do simbolismo e da tradição, a actual maçonaria resume-se a UMA CENTRAL DE INFLUÊNCIAS.
A maçonaria primitiva, não tinha este nome, foi em tempos a «arte real» do antigo Egipto que seria já uma reminiscência da primitiva arte real da Atlântida. Só mais tarde, no século XVIII, é que a maçonaria foi tomada de assalto pelos sectores iluministas emergentes, tendo degenerado naquilo que conhecemos actualmente como maçonaria, dita especulativa, pois a primeira era operativa, também aqui uma reminiscência da do antigo Egipto. Ora, e especulativa porquê? A resposta é mais do que simples.. é só seguir o curso da história propriamente dita.

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