terça-feira, 3 de janeiro de 2012

A dívida do estado Português

Numa era de desinformação total, todos os meios justificam os fins. O fim último de tudo, é o "afunilamento", ou seja, o abastardamento da civilização em nome de novos ditames e pseudo-teorias globalistas.

Vem isto a propósito da questão da dívida do estado Português. Se atentarmos aos números fornecidos por estudos independentes chegamos à seguinte conclusão: do pós 25 de abril (1975) a 2000, a dívida do estado Português passou de 10% para 43% do PIB, quase que quintuplicou em 25 anos, e de 2000 a 2010, a dívida praticamente duplica, passando de 43% para 93% do PIB. Isto, só em dívida directa do estado!

Os números e os dados fornecidos são arrasadores para todos os que buscam justificações democráticas, ou serão antes politicamente correctas?, em relação a um sistema político-económico inimigo e contra o povo e não pelo povo. A democracia, ou um dos seus serviçais, o politicamente correcto, que envolve outros serviçais, que nem sempre são visíveis, são armas de destruição massiva de uso perfeitamente corrente e legal.

A quem serviu e serve este estado de dívida perpétua?

O que se passou em Portugal até ao famoso 25 de Novembro?

Se Portugal crescia nos anos 60 a um ritmo superior a 10% ao ano, o que aconteceu a partir de 1975?

Se o escudo chegou a ser a sexta moeda mais forte do mundo, o que aconteceu após o 25 de abril?

E por último, como a mal parida democracia portuguesa degenerou no monstro plutocrata, quem são os governantes que supostamente nos governam?

Responda quem souber, mas é claro que, inevitavelmente, tudo isto como outras coisas mais, cairão em saco roto.

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