sábado, 14 de janeiro de 2012

A austeridade é um conceito maçónico nascido nas lojas do século XX

O maior dogma político do mundo é a promiscuidade entre o poder político e o poder financeiro.
Este mesmo dogma serve-se da "impunidade legal" estabelecida por certas lojas que depois é "legislado" pelos seus "pombos-correios", sendo por isso que assistimos ao roubo descarado e consentido pela sociedade actual, à perfídia e à pouca vergonha instalada na sociedade.

Dizem os maçons que trabalham em prol da humanidade, para uma sociedade mais justa, mais fraterna e mais livre. Não sei qual a definição, segundo a maçonaria actual, dos termos justa, fraterno, liberdade ou até igualdade, mas se estivermos atentos à história, descobriremos alguns parâmetros muito interessantes.

Toda a gente sabe que, inevitavelmente, depois das asneiras políticas e sociais cometidas, segue-se a austeridade. Esta austeridade nada tem a ver com a real etimologia da palavra, é antes um "pleonasmo" muito útil à maralha da loja e não só.

Entenda-se que a loja é neste momento actual, apenas e só, ao contrário do que queiram fazer crer os maçons, um centro de influências local, ou seja, do país a que pertence. Aquilo que a loja comumente estabelece como austeridade é antes destruição, precisamente o pretendido pelos contracçionários.
Todo o ouro do mundo em poucas mãos.

A loja serve outros poderes acima dos seus, e, obedece a hierarquias muito rígidas, crivada de gente que pretende uma redução populacional significativa. As leis actuais reflectem na perfeição esse estado de coisas; aborto, eutanásia, gaymónio, psicotóxicos, inversão dos valores, multiculturalismo, relativismo, e a lista seria interminável.

De uma certa forma, e inconscientemente para alguns dos "pombos-correios", a maçonaria vem expôr o plano da besta.

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