quarta-feira, 12 de outubro de 2011

Os sindicatos e as greves

Em portugal a patifaria está ao rubro!

Greves, sindicatos e trabalhadores. Uma pergunta se impõe. Que trabalhadores?? A seguir outra pergunta; sindicatos de quê?; e por último, greve a quê?
Um maquinista da CP que tem um vencimento anual na ordem dos 50000 euros faz greve para quê?
Para passar a ganhar menos???
Administradores da Refer com vencimentos na ordem dos 300000 euros anuais, as dívidas globais astronómicas das empresas de transportes, são a face visível do catastrofismo despesista deste país, portanto não se compreende a retórica destes sindicatos nem a quem, e eu disse bem, A QUEM, servem as greves.
Se os sindicalistas pensam que estão imbuídos daquele espírito fraternal, esqueçam, é mentira só pode ser mentira, porque afinal eles estão a representar uma peça que não é a deles. Estão a ser os coveiros dos trabalhadores e dos seus direitos, e quando falo aqui em trabalhadores esse conceito transcende a opinião comum, permitindo e fomentando "ingenuamente" o capitalismo bárbaro e a globalização apátrida que permite situações como a reeestruturação e fusão de empresas implicar despedimentos, mas despedimentos de pessoal do terreno e não das chefias... ora se defender os trabalhadores é fazer greves e ouvir os inenarráveis do costume, eu vou ali e venho já, é incomodamente óbvio que este sindicalismo não defende quem diz defender, ou melhor alguém, que não eles, diz e afirma; a defesa dos trabalhadores e dos seus direitos.

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