terça-feira, 20 de setembro de 2011

O genocídio democrático dos povos

Portugal já foi uma nação grandiosa, infelizmente, para o país e para os portugueses, Portugal definha continuamente por culpa de uns tantos que durante gerações delapidaram todos os patrimónios, fossem eles económicos, religiosos, políticos, ideológicos ou até tradicionais.

A expressão máxima do totalitarismo dos actuais regimes é bem lapidar: Vivemos em democracia e num estado de direito.

Ora, eu não compreendo bem o que é essa tal democracia, e sendo assim pergunto, democracia é ter direitos, como o de votar, ter liberdade de expressão e acção? Ter uma série de garantias escritas na constituição? constituição essa que é violada todos os dias, em nome da democracia?
Está visto que a democracia não serve quem diz servir, pelo contrário, tornou-se um dogma político que se vira contra o povo, só não vê quem não quer. E quanto ao tão propalado estado de direito apenas direi que as suas decisões são bem "tortas" para o povo em geral.
No final a questão é sempre a mesma, o edifício cleptocrata é demasiadamente apetitoso, veja-se o escândalo do CIEG, custos interesse económico global associado à factura mensal de electricidade... os espertalhões criaram um subterfúgio para sacar dinheiro ao pagode, dinheiro esse que é investido em parques eólicos nos EUA, no Brasil e noutros países. E o pagode paga, sem daí retirar qualquer dividendo que se veja. Quanto aos lucros fabulosos de tais operações, os "super-cérebros" tratam dos pormenores subsequentes...

Vivemos no regime do "genocídio democrático" ou uma espécie de "democídio" em versão light, que pretende levar os povos à exaustão física, mental e psicológica, querem que os povos se tornem escravos, desanimados, conformados, apáticos e amorfos.

Esta farsa democrática, que ainda por cima utiliza o termo democracia como um pleonasmo, é própria de regimes falidos, repúblicas podres e a cair de iniquidades.

1 comentário:

  1. -> Neste texto faz-se referência à situação de, frequentemente, ser preferível "poucos mas bons".
    -> Não podemos pactuar nem com os 'Democratas Holocáusticos' - são aqueles que pretendem democraticamente determinar a eliminação de Povos/Identidades -, nem com aqueles que se estão a borrifar para 'isto' ["quem vier a seguir que feche a porta"] visto que o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA é um Direito Universal... assim sendo: há que respeitar aqueles que possuem disponibilidade emocional para se envolver num projecto de luta pela sobrevivência.

    -> Muito muito mais importante do que a crise... é o DIREITO À SOBREVIVÊNCIA!
    Resumindo e concluindo: Não vamos ser uns 'parvinhos-à-Sérvia'.... antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus que possui disponibilidade emocional para se envolver num projecto de luta pela sobrevivência... e SEPARATISMO!...

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