terça-feira, 9 de agosto de 2011

Londres, agosto de 2011- Prelúdio do apocalipse

Os motins de inglaterra são de uma complexidade enorme, envolvendo três variáveis aparentemente desconexas mas cuja fonte primária é a mesma: o hegelianismo.
A primeira variável envolve o ainda muito mal definido conceito de "multiculturalidade". Como é sabido, ou deveria sê-lo, e fico-me por este exemplo, há uma grande incompatibilidade entre os modos de vida ocidentais e asiáticos, ou Caribenhos, ou Africanos, é claro que há excepções e muitas; as elites sabem disso desde sempre e tudo foi feito para que se chegasse a este estado de coisas. A segunda variável manifesta-se automaticamente pelo sentimento de impunidade associada ao multiculturalismo, outro abastardamento hegeliano, e só a covardia do governo britânico, com medo de serem taxados de racistas e restantes trólarias, impede este estado de coisas. É evidente que a terceira variável é o produto sub-hegeliano, as bestas hegelianas que imaginam a todo o instante que as ditas minorias não conseguem por si próprios resolver os seus problemas, etc,etc, a exclusão social como gostam de apelidar a coisa. Não digo que não exista exclusão social, mas de maneira nenhuma ela existe na medida em que querem fazer nem sobretudo em qualquer causa que possa justificar estes actos criminosos. Se eu disser que todos os participantes do motim deveriam ser extraditos, e segundo as bestas hegelianas, isso é racismo e discriminação...
É bem evidente o que aconteceu na história do século XX, do nacional-socialismo passou-se ao socialismo anti-nacional, mais duas criações hegelianas, mas a última mais mortífera do que a primeira,e a procissão ainda vai no adro...

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