sexta-feira, 29 de julho de 2011

Reflexões sobre o caso Breivik

O mundo caminha para a insanidade completa, e este caso Breivik é altamente paradoxal.
Como é que um dito nacionalista mata nacionais, só para começar por aqui? E bem evidentemente outros que não nacionais? Não se choquem, seria Breivik um candidato manchu?

Oklahoma, 1995, Timothy Mc. Veigh, e segundo ele mesmo, alegava que tinha um chip implantado no corpo, um candidato manchu também. Teoria da conspiração? Não sei, e não há forma de sabê-lo com exactidão, o que leva a concluir pela semelhança dos modus operandus, os candidatos manchus andam aí, e aparecerão mais nos próximos tempos.

Que ninguém se iluda. Breitvik não actuou sozinho. A seguir outra questão.
O manifesto, o qual já consegui começar a ler, tem algumas incoerências para quem se proclama, cristão, nacionalista, etc, etc. A partir daqui posso passar a ser eu o conspiracionista mas, e se a situação for precisamente a inversa da que é apresentada? Isto é, um maçon (?) a apoiar e defender causas nacionalistas (?)... como é sabido, os maçons actuais trabalham todos em prol da dulocracia (democracia de escravos) que é oposta a qualquer nacionalismo, sendo-lhe aliás, o máximo de multiculturalismo decisivamente benéfico para esses planos, ah sim e sem esquecer, muitos direitos para a população (??!)

Nada disto acontece por acaso, o acaso não existe é o pseudónimo de Deus, belíssima frase esta de um excelente autor, e como tal, estes pensamentos não andarão muito longe da realidade.
O que vem a seguir já é conhecido. O escarceú da comunicação social a malhar: cristão, fundamentalista, nacionalista, xenófobo (eu costumo dizer "xenoloro" é mais apropriado para a situação.. e, já estais a ver "população", o que vos pode acontecer se apoiares ideias nacionalistas, mesmo não se sabendo muito bem o que isso é, mesmo na cabeçinha deles.., uma chuva de pregos na cabeça.

1 comentário:

  1. Devem os portugueses abdicar da existência duma Pátria sua?
    {antes que seja tarde demais... pelo iniciar duma transição gradual}


    Bom,
    -> apesar de muito pessoal estar-se a borrifar para 'isto': querem é curtir... [nota: estão no seu Direito];
    -> apesar de muito pessoal ser adepto da competição global... [nota: estão no seu Direito];
    -> apesar de os portugueses não serem a nação mais antiga da História;
    ---> será que os portugueses devem abdicar da existência duma Pátria sua?
    RESPOSTA: na minha opinião, NÃO!


    ---> Quando se fala em SEPARATISMO... não se está a falar em apartheid, mas sim, em separatismo puro e duro: uma Nação, uma Pátria, um Estado.


    Nota 1: Como é óbvio, a Nação mais antiga da História - os Judeus - não abdica duma Pátria sua.
    Nota 2: Ao contrário dos Judeus que fizeram uma TRANSIÇÃO BRUSCA... eu penso que a transição para o separatismo-50-50 deveria ser uma TRANSIÇÃO GRADUAL (de algumas décadas).



    P.S.
    -> Uma NAÇÃO é uma comunidade de indivíduos de uma mesma matriz racial que partilham laços de sangue, com um património etno-cultural comum.
    -> Uma PÁTRIA é a realização e autodeterminação de uma Nação num determinado espaço.
    -> Ora, existindo não-nativos JÁ NATURALIZADOS com uma demografia imparável em relação aos nativos... como seria de esperar, abunda por aí muita conversa para 'parvinhos-à-Sérvia'.

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