quinta-feira, 14 de julho de 2011

O princípio e o individualismo segundo Guénon

O princípio, do qual a acção obtém toda a realidade de que é susceptível, a sua existência e mesmo a sua possibilidade, só se pode encontrar na contemplação ou, se preferirmos, no conhecimento.

Este conhecimento que Guénon aqui refere não é o conhecimento abstracto que existe e circula hoje em muitos círculos esotéricos e não só, é antes de tudo a "história antes da história".

A mudança, na sua acepção mais geral, é ininteligível e contraditória, ou seja, impossível, sem um princípio de que procede e que, pelo facto de ser um princípio, não lhe pode ser submetido, portanto é forçosamente imutável.

Segundo Guénon, só o puro conhecimento permite sair desse mundo e das limitações que lhe são inerentes e, quando ele alcança o imutável, o que é o caso do conhecimento metafísico, que é o conhecimento por excelência, possui ele próprio a imutabilidade. A mutabilidade arrasta consigo o problema do individualismo. Cada homem tornou-se em certo sentido uma ilha, isolada das demais; o homem individualizou-se na medida que o individualismo é a negação de qualquer princípio superior à individualidade e, por consequência, a redução da civilização, em todos os domínios, apenas aos elementos humanos.
Este individualismo veio substituir o humanismo da época do renascimento, são praticamente a mesma coisa adaptadas a épocas diferentes. O individualismo é a causa da queda do ocidente, está no extremo oposto de toda a espiritualidade e de toda a verdadeira intelectualidade, descarta qualquer elemento supra-humano.

Ora, como o individualismo implica primeiramente a negação da intelectualidade, podemos afirmar como dizia Guénon que o individualismo foi a causa da queda do ocidente.

1 comentário:

  1. ---> «A elite isto... a elite aquilo...».

    ---> A teoria dos 'atrasadinhos mentais' [leia-se: a elite é que é a culpada disto tudo] não é aceitável!!!
    ---> Há que assumir a realidade:
    - muito pessoal está-se a borrifar para 'isto': querem é curtir... [estão no seu Direito]
    - muito pessoal é adepto da competição global... [estão no seu Direito]
    - os nativos europeus com disponibilidade emocional para abraçar um projecto de Luta pela Sobrevivência.... são uma minoria!
    ---> Bom, no entanto, também deve existir o Direito à Sobrevivência!...


    NOTA:
    1- Uma NACÃO é uma comunidade de indivíduos de uma mesma matriz racial que partilham laços de sangue,com um património etno-cultural comum.
    2- Uma PÁTRIA é a realização e autodeterminação de uma Nação num determinado espaço.



    CONCLUSÃO:
    -> Não vamos ser uns 'parvinhos-à-Sérvia': antes que seja tarde demais, há que mobilizar aquela minoria de europeus... para o SEPARATISMO... pois... só o SEPARATISMO [nota: uma vez os não-nativos JÁ NATURALIZADOS estão com uma demografia imparável em relação aos nativos europeus] é que vai permitir a salvação de pátrias: realização e autodeterminação de uma Nação (que aqui, neste caso, são autóctones) num determinado espaço!

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