quinta-feira, 28 de julho de 2011

A lenda maçónica

Os Anjos actuais eram humanos no período lunar, e o mais alto iniciado é o Espírito Santo (Jeová). Da mesma forma que a nossa humanidade e os outros reinos de vida na terra são diversamente afectados pelos elementos presentes, porque alguns gostam de calor, outros preferem o frio, alguns desenvolvem-se na humidade e outros na aridez, assim também entre os Anjos do período lunar, uns tinham afinidade com a água, outros a detestavam e amavam o fogo.
Os contínuos ciclos de condensação e evaporação da humidade que circundava o centro ígneo causaram, consequentemente, a incrustação, e o propósito de Jeová foi moldar esta "Terra Vermelha", traduzindo, Adam ou Adão, em formas que pudessem encarcerar e extinguir os espíritos no fogo. Os protótipos do peixe, da ave e de todo o ser vivente apareceram, incluíndo mesmo a primitiva forma humana, tendo todas estas formas sido criadas pelos Anjos. Mas uma minoria de Anjos estava contra estes planos e rebelou-se. Eles tinham imensa afinidade com o fogo para ter de suportar o contacto com a água, tendo-se recusado a criar as formas como lhes foi ordenado por Jeová. Por causa dessa rebelião privaram-se de evoluir através das linhas convencionais e tornaram-se também uma anomalia na natureza. Além disso, tendo repudiado a autoridade de Jeová, tiveram que conseguir a sua própria salvação.
No período terrestre, quando vários planetas foram diferenciados para proporcionar ambiente adequado à evolução para cada classe de espíritos, os Anjos, sob Jeová, foram enviados para trabalhar com os habitantes de todos os planetas que possuíssem luas, enquanto os espíritos de Lúcifer foram para o planeta marte.
O Anjo Gabriel é o representante na terra da hierarquia lunar presidida por Jeová; o Anjo Samael é o embaixador das forças marcianas de Lúcifer. Gabriel, que anunciou a Maria o próximo nascimento de jesus, e seus Anjos lunares, são, portanto, os dadores da vida física, enquanto Samael e as suas hostes de marte são os Anjos da morte.
Deste modo, originou-se a discórdia na obscura aurora deste dia cósmico, e o que vemos hoje como franco-maçonaria é uma tentativa das hierarquias do fogo, os espíritos de Lúcifer, para nos trazerem o encarcerado espírito de luz, a fim de que, através dele, o possamos ver e conhecer. O catolicismo é uma actividade das hierarquias da água, por isso se coloca na porta do seu templo a "água benta", para extinguir os espíritos que procuram a luz e o conhecimento, e para incutir fé em Jeová.
As serpentes da bíblia e de outros textos religiosos são espíritos do marcial Lúcifer, regentes do signo serpentino de escorpião. Os seus iniciados, mesmo tão atrasados como a dinastia Egípcia, ostentavam na fronte o Uraeus ou símbolo da serpente, como sinal da sua suposta fonte de sabedoria. (Adão e Eva)
Em consequência do uso desautorizado da força criadora, a humanidade deixou de ser etérica e cristalizou-se num revestimento de pele ou corpo físico, que agora oculta dela os deuses que habitam os reinos invisíveis; e grande foi a sua tristeza por esta perda. A partir daqui dá-se a queda na matéria da qual a bíblia fala e a diferenciação sexual.
A geração foi originalmente estabelecida pelos Anjos, sob Jeová. Era efectuada nos grandes templos sob condições planetárias favoráveis e o parto era indolor, como ainda o é hoje entre os animais selvagens, que não abusam da função criadora para gratificação dos sentidos. A degeneração resultou do abuso ignorante e desautorizado do acto criador, iniciado pelos espíritos de Lúcifer. A regeneração deve ser empreendida com a finalidade de restituir ao homem a sua condição perdida de espiritual, e libertá-lo deste corpo de morte onde está aprisionado. A morte deve ser absorvida na imortalidade. Segundo a lenda maçónica, Jeová criou Eva, que o espírito Luciferiano Samael tomou, unindo-se a ela, mas que foi expulso por Jeová e forçado a deixá-la antes do nascimento de Caim. Depois, o mesmo Jeová criou Adão, para ser marido de Eva, e dessa união nasceu Abel.
A árvore do conhecimento da bíblia é o nome simbólico da cópula, do acto gerador, e quem comesse dessa árvore era castigado com o parto doloroso e a morte. Os lucíferos de marte são Anjos caídos (atrasados do período lunar) que vivem em marte. Os Anjos de Jeová pertencem a um estágio anterior de evolução e são os guardiães das religiões nacionais e de raça.

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