segunda-feira, 11 de abril de 2011

Cronologia das raças extraterrestres

Cronologia da história terrestre e extraterrestre


-500000000: A raça dos mestres do sistema solar de Aldebaran começa a colonizar outros planetas similares à terra em virtude do planeta deles ter-se tornado inabitável (devido a uma expansão do sol deles). É um povo de mestres, homens deuses brancos(arianos) e diversas outras raças. A degenerescência dos mestres deu origem ao nascimento dos mutantes. As duas raças deixam de se respeitar. À medida que as raças se misturavam, aumentava a regressão espiritual. As raças inferiores foram evacuadas do planeta para colonizarem outros mundos. Colonizaram no nosso sistema solar o planeta Mallona, que teria existido entre Marte e Júpiter onde actualmente se situa o cinturão de asteroídes; de seguida Marte e depois a Terra.


-75000000: Uma catástofre aconteceu no seio do grupo dos 75 planetas da federação intergaláctica, tendo como resultado um deserto cultural virtual devido à fragmentação. Sobrepopulação e guerra. A Terra é devastada por forças nucleares: O muro de fogo.


-65000000: Guerra entre dois grupos extraterrestres inimigos (um humanoíde proveniente de Procyon, o outro, reptiliano provenientes de outra dimensão) que teve lugar na alta atmosfera da Terra, daí resultando um grande cataclismo que destruiu os dinossauros. Os de Procyon tinham chegado primeiro que os reptilianos e estabeleceram colónias para explorar cobre, que serviria de base a uma tecnologia avançada para produzir campos de forças. Os reptilianos chegaram depois pela mesma razão e houve um conflito. Uma bomba experimental foi largada nos oceanos, acabando por ter efeitos inesperados e dramáticos, provocando um cataclismo. A maior parte dos humanoídes foram mortos. Os reptilianos após este episódio abandonaram a Terra. Seguiu-se um inverno nuclear que dizimou a maior parte dos dinossauros. Uma pequena raça de dinossauros que andam na posição erecta sobrevive e evolui numa forma vagamente humanoíde. Evolução e separação em sub-espécies durante 20000000 anos, dando origem aos reptilianos terrestres.


-50000000: Os que os humanos chamam de seres de Orion, passam através de uma singularidade sob a forma de um buraco negro (portal) na zona conhecida como Arcturus dentro da galáxia de Andrómeda, chegando à nossa galáxia. Acabam por se instalar no sistema Lyriano.


-22000000: As guerras Lyrianas. Uma explosão dá origem à nebulosa de Oríon. Saída da população para Hyades, Véga e para o sistema solar de Erra.


-18000000: Os grandes seres de Vénus decidem vir para a Terra. Instalam-se em Shamballa, no interior do planeta (numa dimensão não material). São conhecidos pelo nome de grande fraternidade branca, e vieram para cá para guiar o homem através dos tempos. Foram eles que trouxeram o princípio «humano» para o planeta. É a residência tangível do Kristos.


-15000000: Restam três sub-espécies de reptilianos terrestres.


-10500000: As primeiras raças humanoídes aparecem sobre a terra em diferentes pontos do planeta e de forma quase simultânea.


-10000000: Através de manipulações genéticas, os reptilianos terrestres fundem as três-espécies restantes da sua evolução numa só.


-1500000: Uma raça de humanoídes de cabelo loiro e pele branca, os «Elohim» da bíblia, vindos de Aldebaran instalam-se no nosso planeta. Mostram muito interesse sobre humanoídes-primatas que existem sobre o planeta. Decidem ajudá-los fazendo-os evoluir geneticamente para deles se servirem como escravos em futuras guerras. Os Elohim regressaram diversas vezes à terra para verem os progressos deste espécimen humano por eles modificado.


-700000: os primeiros homens já utilizam uma linguagem elaborada e possuem diversas tecnologias. Os humanos evitam todo o contacto com os reptilianos terrestres, ordens essas que lhes foram confiadas pelos Elohim.


-500000: A terra estava dividida em dois. Do lado sul, vulcões activos expeliam toneladas de lava e fumo e do lado norte os gelos. Este estranho encontro provocou durante milhares de anos uma neblina que ocultava a abóboda celeste. Os homens dessas épocas eram diferentes dos actuais, muito mais altos e com a testa mais baixa. A neblina permanente impedia-os de verem o exterior das coisas, impelindo-os a verem o interior deles próprios. Pouco a pouco, ao mesmo tempo que a neblina começava a dissipar-se, o homem começou a ver o exterior das coisas e foi esquecendo a sua verdadeira natureza, desligou-se de Deus, da fonte primária. A ruptura do homem com a divindade marcou também o fim da amizade que unia os homens aos animais. Havia nessas épocas civilizações altamente evoluídas.


-300000: Aparecimento da «onda» (barreira de frequência que viaja no espaço e que serve de passagem entre diferentes universos facilitando as comunicações entre entidades de diferentes densidades). Através dessa mesma barreira de frequência, continuam invisíveis, os seres de Oríon- Os deuses- meio humanos meio reptilianos, os chamados Lizzies. Mas a própria lei é infalível, e todos aqueles que se servem exclusivamente a si próprios, a sua existência estagna, e como tal começam a aspirar à fisicalidade, adquiriram a gravidade e exasperaram-se pelos seus medos e pelas suas paixões, alimentando-se das energias psíquicas dos seus vizinhos. Raiva, cólera, medo e guerra foram os terrenos nos quais foi cultivado o jardim da raça humana. Como o mundo deles estava prestes a ruir, os seus principais cidadãos e governantes foram metidos em naves que deveriam chegar à terra 12 gerações mais tarde. Exploradores foram enviados mais cedo para preparar a chegada das hostes de oríon. A terra, janela aberta sobre o universo, biblioteca viva, tinha-se tornado num imenso campo de experiências. Não haveria invasão. As massas seriam submetidas à escravatura pelo seu próprio livre-arbítrio. Eles modificam o ADN do homem para o controlarem totalmente. Eles fazem-se passar por deuses. Criam sistemas fundeados na ignorância porque eles acreditam firmamente que é assim que as coisas devem ser. É o início da linhagem do "homo sapiens sapiens". Mestres em engenharia genética, as hostes de oríon, queimaram dez codões do nosso ADN. De 135 pares de cromossomas passamos a ter apenas 23.



Continua.

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